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O Podcast Canaltech é um resumo das notícias de tecnologia, para começar o seu dia. De terça a sábado, a partir das 7h nos seus tocadores de podcasts.
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Internet via satélite no celular: o que muda com a parceria Vivo e Starlink?
Episódios
A Vivo começou a disponibilizar uma nova modalidade de conexão à internet via satélite em parceria com a Starlink. A tecnologia permite que celulares compatíveis se conectem diretamente aos satélites, sem a necessidade de antenas ou equipamentos adicionais, ampliando as possibilidades de comunicação em regiões sem cobertura das redes móveis tradicionais. Neste primeiro momento, o serviço oferece acesso a aplicativos específicos, como WhatsApp e Google Maps, mas ainda apresenta algumas limitações de velocidade. A novidade também está inserida em um ambiente experimental autorizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Neste episódio, conversamos com Henry Rodrigues, gerente executivo do XGMobile do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), para entender como funciona a tecnologia, quais são os desafios técnicos e regulatórios para sua expansão no Brasil e o que esperar das próximas gerações de satélites. O especialista também explica como a novidade pode beneficiar moradores de áreas remotas e transformar o futuro da conectividade no país. Você também vai conferir: o novo recurso do WhatsApp que facilita o acesso a endereços, datas e outras informações recebidas nas conversas; os vazamentos sobre o possível visual do Galaxy S27 Ultra, que pode adotar um conjunto de câmeras semelhante ao do iPhone 18 Pro; e a confirmação do lançamento global do Xiaomi 18 Pro em novembro, com expectativa de novos acessórios da marca. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Elisa Fontes e contou com reportagens de André Magalhães, Nathan Vieira e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um ataque à Binance movimentou cerca de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas e colocou a segurança das grandes corretoras em discussão. Parte dos ativos foi congelada, enquanto empresas de análise apontam indícios de participação de hackers ligados à Coreia do Norte. O Podcast Canaltech recebe Fábio Assolini, especialista em cibersegurança da Kaspersky, para entender o que já se sabe sobre a invasão, como funciona a recuperação dos valores e quais evidências podem ligar um ataque a um governo. A conversa também aborda a preparação desses grupos e os cuidados para quem guarda criptomoedas. Você também vai conferir: iPhone Duo em lojas brasileiras; IA da USP permite conversas com mapas para encontrar desigualdades; Gemini ganha edição interativas de documentos. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Léo Muller, André Magalhães e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A impressão 3D pode servir para produzir itens personalizados, desenvolver protótipos e colocar projetos de pequenos negócios em prática. Neste episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Guilherme Ferreira, gerente de canais da Bambu Lab no Brasil, sobre os usos da tecnologia, a escolha de equipamentos e materiais e o perfil de quem procura essas máquinas no país. A conversa também aborda a entrada da empresa no segmento de corte e gravação a laser com a R1 e a combinação de diferentes ferramentas em projetos de fabricação pessoal. Você também vai conferir: Motorola já tem data para lançar o super top Signature 27; Windows 11 reformula menu do botão direito; Samsung Galaxy Fit 4 vaza sem grandes novidades e pode decepcionar fãs. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Bruno Bertonzin, André Magalhães e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Anatel vai exigir biometria facial para contratar e manter linhas de celular no Brasil. A medida busca dificultar cadastros com dados de outras pessoas, mas também levanta dúvidas: ela pode reduzir os golpes e as ligações de robôs? O que acontece se os dados do nosso rosto forem roubados? O Podcast Canaltech recebe Alexandre Caramelo, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), para discutir os impactos da exigência, a relação com a Lei Geral de Proteção de Dados e os limites da tecnologia diante das fraudes com inteligência artificial. Você também vai conferir: Google lança Gemini 4 Carbon; Gigante chinesa confirma 1º carro híbrido para o Brasil; Smart Sampa exigirá reconhecimento facial para acessar câmeras. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Viviane França, Danielle Cassita e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duas falhas críticas no PHP, linguagem usada em grande parte dos sites, provocaram um alerta mundial de segurança. Neste episódio, conversamos com Rafael Santos, coordenador do curso de Segurança Cibernética da FIAP, sobre a popularidade da linguagem, os riscos para sistemas públicos e privados e os desafios de aplicar as correções. O especialista também analisa como a inteligência artificial muda a disputa entre criminosos e equipes de segurança. Você também confere: Anatel vai exigir biometria para manter número de telefone no Brasil; Discord decide abrir conversas dos usuários e mensagens serão buscáveis no Google; MacBook Neo 2 virá com chip A19 Pro e mais memória RAM. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de André Magalhães e Raphael Giannotti. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial tornou mais fácil criar imagens e vídeos falsos com o rosto de pessoas reais. Neste episódio do Podcast Canaltech, Marcelo Fischer conversa com Vinícius Miranda, head de produtos da Unico, sobre os desafios da verificação de identidade por selfie e os mecanismos usados para identificar tentativas de fraude. A conversa também aborda a proteção dos dados biométricos, os golpes em que a própria vítima é induzida a confirmar sua identidade e os riscos de expor fotos nas redes sociais. No noticiário, os destaques são o defeito na tela do iPhone Duo reconhecido pela Apple, o programa de saída voluntária da Microsoft e os sinais de queda no uso do aplicativo da Netflix. Você também confere: Apple reconhece defeito na tela do iPhone Duo; Microsoft oferece saída a 60 mil para investir em IA; Netflix sente debandada de assinantes após decisão polêmica de senhas. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Renato Moura Jr., Jaqueline Sousa e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um notebook que aguenta até 30 horas longe da tomada chama a atenção. Mas o que esse número significa para quem passa o dia entre reuniões, documentos e abas abertas no navegador? Neste episódio do Podcast Canaltech, o repórter Gabriel Cavalheiro conversa com Murilo Tunholi, Technical PR da ASUS Brasil, sobre o Vivobook S14 com Snapdragon X. A entrevista foi realizada durante o lançamento do modelo, em 22 de outubro. Um dos destaques é a explicação sobre os testes de bateria. Segundo Tunholi, as até 30 horas anunciadas foram medidas em reprodução de vídeo, com brilho controlado e conexões como Wi-Fi e Bluetooth desligadas. Para o uso cotidiano, o representante da ASUS cita uma estimativa de cerca de 20 horas. Os números são informações da fabricante, e não resultados de testes independentes apresentados pelo Canaltech. A conversa também aborda as diferenças entre as configurações com 8 GB e 16 GB de memória RAM, a escolha de uma tela IPS e o papel da NPU, componente dedicado ao processamento de tarefas de inteligência artificial. Com exemplos como efeitos de webcam e cancelamento de ruído, o episódio ajuda a entender como esses recursos podem aparecer na rotina e quais escolhas estão por trás das especificações de um notebook. Você também vai conferir: Uber vai levar o ChatGPT Work a mais de 30 mil funcionários, “Starlink chinesa” tem antena aprovada pela Anatel no Brasil e Xiaomi 18 Pro pode chegar à Europa mais barato que o previsto. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esquecer o cartão de transporte ou ficar sem bateria no celular pode atrapalhar o caminho para casa. Mas e se fosse possível passar pela catraca usando apenas a palma da mão? Neste episódio do Podcast Canaltech,B recebe Leonardo Araújo, CEO da Biostation, para explicar como funciona a biometria palmar e discutir o que essa tecnologia pode mudar no acesso ao transporte público e a outros serviços. O sistema apresentado pelo executivo utiliza luz infravermelha para identificar o padrão de veias sob a pele da mão. Depois de um cadastro, essa característica passa a ser usada para reconhecer a pessoa, dispensando a apresentação de um cartão ou celular nos serviços que adotarem a solução. Segundo Araújo, o reconhecimento acontece em menos de um segundo, o que pode favorecer o embarque em locais de grande circulação. Outro uso discutido é o combate ao empréstimo indevido de cartões de benefícios, já que a identificação fica vinculada ao próprio passageiro. A praticidade, porém, vem acompanhada de uma pergunta: se uma senha pode ser trocada, o que acontece quando o dado usado para identificar alguém faz parte do corpo? Na conversa, o executivo apresenta as medidas de proteção adotadas pela empresa e explica por que considera o reconhecimento das veias da mão menos exposto a tentativas de fraude do que outras formas de identificação. O episódio também aborda privacidade, consentimento e os cuidados com o compartilhamento de informações entre diferentes serviços. Além do transporte, Araújo relata uma aplicação na área da saúde, no Rio de Janeiro. Ele também aponta o cadastro presencial como um dos principais desafios para ampliar o uso da tecnologia: a leitura das veias exige um equipamento específico. Você também vai conferir: Anatel planeja o 6G, mas operadoras pedem calma, IA encontra em 32 minutos pistas sobre doença semelhante ao Parkinson e Spotify lança app para ouvir música no carro sem conectar o celular. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Leo Muller, Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Instalar painéis no telhado pode reduzir a conta de luz, mas também desperta dúvidas: para onde vai a eletricidade que a casa não consome? O que acontece quando anoitece? E como a expansão da energia solar afeta a rede elétrica? Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Pedro, representante da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), sobre o funcionamento da geração distribuída e os desafios para integrar essa produção ao sistema elétrico. O entrevistado explica que a energia gerada pelos painéis atende primeiro ao consumo da residência. Quando há excedente, ele pode ser enviado à rede e convertido em créditos, conforme as regras de compensação. Já nos períodos em que a geração não atende à demanda da casa, a eletricidade vem da distribuidora. A conversa também aborda as críticas sobre os impactos da energia solar na rede e na conta de quem não possui painéis. Na avaliação de Pedro, o debate precisa considerar o planejamento do setor, os gargalos de transmissão e os benefícios de produzir eletricidade perto de onde ela será consumida. Outro destaque são as baterias, que permitem guardar parte da energia produzida durante o dia para usar em outros horários. O representante da ABSOLAR discute como o armazenamento pode contribuir para o funcionamento da rede e, em instalações preparadas para isso, manter equipamentos ligados durante apagões. Para quem pensa em investir, a orientação apresentada na entrevista é começar pelo próprio consumo: quanto a casa utiliza, em quais horários e qual seria o tamanho adequado do sistema. Você também vai conferir: Falhas graves no PHP colocam sites em risco e exigem atualização urgente, Novo TIM Beta tem 50 gigas por 60 reais, mas exige convite e ChatGPT ganha conversas protegidas por senha e biometria. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você abre o aplicativo, informa o destino e recebe um preço. Minutos depois, o valor pode ser outro. Enquanto isso, aparecem vários carros no mapa, mas nem sempre o motorista mais próximo é quem vai buscar você. O que explica essas escolhas? Neste episódio do Podcast Canaltech, o repórter Marcelo Fischer conversa com Anna Ishisaki, diretora de operações da 99, sobre a tecnologia que trabalha nos bastidores de uma corrida. Segundo a executiva, mais de 200 filtros entram na seleção de um motorista. A distância é um dos critérios, mas o sistema também considera a categoria escolhida, o sentido do deslocamento e a probabilidade de o condutor aceitar uma viagem para aquele destino. Anna também explica como funciona a formação dos preços. A plataforma considera características de cada região e a relação entre passageiros procurando viagens e motoristas disponíveis. Na saída de um show, por exemplo, o aumento da procura pode elevar o valor das corridas. A conversa aborda ainda o funcionamento do 99Negocia e o que acontece quando um motorista recusa muitas chamadas. Segundo Anna, os algoritmos consideram padrões de aceitação, enquanto mudanças mais amplas no comportamento dos condutores também são investigadas pela equipe da empresa. Para quem busca economizar, a entrevistada fala sobre horários de pico, cupons e hábitos de uso que podem influenciar a oferta de incentivos, sem garantia de desconto em todas as viagens. Você também vai conferir: Spotify lança clube de membros com conteúdo exclusivo de podcasts, Fernando de Noronha lidera em carros elétricos por habitante no Brasil e IA experimental da OpenAI usa tokens de teste sem autorização e omite ação de pesquisadores. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A chegada da internet transformou a maneira como as empresas funcionam e trouxe dúvidas sobre o futuro de muitas profissões. Agora, com o avanço da inteligência artificial, uma pergunta volta a ganhar força: será que estamos preparados para mais uma grande transformação tecnológica? No episódio do Podcast Canaltech, Janete Vaz, cofundadora do Grupo Sabin, participa de uma conversa sobre tecnologia, carreira e o papel das pessoas em um mercado que está mudando rapidamente. A discussão passa pelos desafios de acompanhar as inovações, pela importância de ampliar o acesso às novas ferramentas e pela necessidade de desenvolver habilidades que vão além do conhecimento técnico. Afinal, a inteligência artificial já consegue automatizar tarefas, analisar grandes volumes de informação e ajudar profissionais a ganhar produtividade. Mas o que continua dependendo das pessoas? O episódio também propõe uma reflexão sobre os receios que acompanham cada nova revolução tecnológica e sobre como profissionais e empresas podem se preparar para as mudanças. Você também vai conferir: TSE impõe restrições a Meta e X sob pena de multa diária de 500 mil reais, Dona do Claude tem avaliação esperada reduzida em 500 bilhões de dólares antes do IPO e Elon Musk promete doar ações da SpaceX a crianças dos Estados Unidos. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Magalhães, Marceolo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Construir um negócio pode representar muito mais do que conquistar uma fonte de renda. Para muitas mulheres, também significa ampliar a liberdade de fazer escolhas, buscar reconhecimento e mudar a própria realidade. Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com a empresária Maria de Lourdes, que iniciou sua trajetória no setor de moda há 45 anos. Gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, do Grupo Mulheres do Brasil, a entrevista aborda os desafios de começar sem experiência e a importância de continuar aprendendo ao longo da vida. Maria conta que cresceu em uma família com poucos recursos e voltou a estudar depois de casada e com filhos. Na conversa, ela reflete sobre como os valores recebidos dos pais e a curiosidade ajudaram a construir sua trajetória. O encontro também abre espaço para um aspecto nem sempre visível do empreendedorismo: a solidão. A empresária fala sobre o papel das conexões e de como uma orientação, uma conversa ou uma palavra de apoio podem fazer diferença nos momentos difíceis. Ao tratar da participação das mulheres nos negócios, Maria destaca a independência financeira como um elemento importante para ampliar a autonomia, inclusive diante de relacionamentos violentos. Você também vai conferir: Magalu e KaBuM! passam a vender em lojas oficiais na Shopee, WhatsApp falso ultrapassa 500 mil downloads na Play Store e Tesla apresenta Roadster com jatos de gás para saltos e manobras no ar. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que faz um jogo continuar divertido para quem cresceu jogando e também conquistar quem está chegando agora? No Podcast Canaltech, o repórter Gabriel Cavalheiro conversa com Kenji Kanno, criador e diretor de Crazy Taxi na SEGA, fala sobre as escolhas por trás de uma experiência que combina velocidade, humor e música. Durante a entrevista, Kanno comenta o desafio de aproximar diferentes gerações de jogadores. Ele conta como a troca entre profissionais mais jovens e veteranos da equipe ajuda a discutir o que preservar e quais caminhos explorar na criação de um jogo. A conversa também passa por uma característica de Crazy Taxi: o caos das corridas acontece sem que os pedestres sejam machucados. Esse cuidado ajuda a entender a proposta de uma diversão exagerada, em que as situações absurdas fazem parte da experiência. Outro destaque é a música. Para Kanno, a trilha sonora ajuda a estabelecer o ritmo e a atmosfera do jogo. A relação entre o que o jogador faz e o que escuta é uma parte importante dessa construção. Ao longo do papo, o desenvolvedor compartilha sua visão sobre criar experiências capazes de divertir e proporcionar uma sensação de satisfação a quem está com o controle nas mãos. Você também vai conferir: Android ganha proteção para esconder senhas na tela e identificar tentativas de golpe, Novo RedMagic traz refrigeração líquida e tela de 185 hertz para jogos e Consoles podem virar nicho até 2035, prevê estudo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Renato Moura e Diego Corumba. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Adotar inteligência artificial pode parecer uma decisão óbvia para uma empresa de tecnologia. Mas escolher onde ela realmente ajuda exige mais do que acompanhar as novidades. É preciso entender o problema, avaliar os custos e reconhecer os limites das ferramentas. No Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Isabela Piratininga, Diretora de Inovação e Tecnologia do iFood, sobre os aprendizados dessa experiência. A executiva explica por que a escolha da tecnologia precisa partir de uma necessidade concreta e como o uso de modelos de linguagem exige atenção a erros e à viabilidade de cada aplicação. A conversa também aborda o que acontece quando uma aposta não funciona como o esperado. Segundo Isabela, um produto que não chega a ganhar escala pode deixar aprendizados e recursos aproveitáveis em outros projetos. Outro destaque é o uso de agentes de inteligência artificial pelos funcionários. A entrevistada relata como essas ferramentas ajudam a organizar informações e apoiar o trabalho, mas reforça que a responsabilidade pelas decisões continua sendo das pessoas. Você também vai conferir: Novo dobrável da Honor pode ter tela maior e bateria de seis mil miliampères-hora, 99 explica por que o preço muda e o motorista mais próximo nem sempre é escolhido e veja quanto custa carregar um carro elétrico em casa. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Marcelo Fischer e Paulo Amaral. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se o seu notebook já acessa ferramentas de inteligência artificial pelo navegador, o que muda ao comprar um computador com IA embarcada? A diferença envolve o que está dentro da máquina e como ela executa determinadas tarefas. No Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Leandro Iglesias, gerente de Notebooks da Samsung Brasil, sobre os chamados AI PCs. O executivo explica o papel da NPU, componente dedicado ao processamento de inteligência artificial, e como ela trabalha ao lado da CPU e da GPU. Durante a entrevista, Iglesias cita aplicações como efeitos de câmera em videochamadas e fala sobre a possibilidade de executar ferramentas de IA no próprio computador. A conversa aborda também a diferença entre processamento local e na nuvem, além das implicações para a privacidade dos dados. Outro tema é o equilíbrio entre desempenho, bateria e portabilidade. Ao apresentar a linha Galaxy Book 6 Series, o executivo comenta os desafios de colocar mais potência em notebooks finos e leves e destaca a integração com celulares e tablets, incluindo o uso de uma segunda tela e o compartilhamento de arquivos. Para quem está avaliando uma compra, Iglesias explica a proposta dos modelos Book6, Pro e Ultra e os perfis de uso associados a cada um. Você também vai conferir:YouTube amplia busca com IA que encontra o trecho do vídeo que responde à sua pergunta, Fujifilm anuncia câmera instantânea com fotos quadradas e filtros de cor integrados e BlaBlaCar agora permite acompanhar a chegada do motorista em tempo real. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Magalhães e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desligar o celular pode encerrar uma discussão em casa. Mas será que limitar o tempo de tela é suficiente para proteger crianças e adolescentes nas redes sociais? No Podcast Canaltech, a repórter Elisa Fontes conversa com Maria, do Instituto Alana, sobre o que precisa mudar para tornar o ambiente digital mais seguro para os mais jovens. O papo parte de uma pesquisa do instituto: metade dos adolescentes entrevistados, de 13 a 17 anos, afirmou usar as redes sociais mais do que gostaria. Na avaliação da entrevistada, a discussão precisa ir além da proibição do acesso. Notificações constantes, rolagem infinita e recomendações personalizadas fazem parte de um funcionamento pensado para manter as pessoas conectadas. Por isso, proteger crianças e adolescentes também exige olhar para as escolhas das empresas que desenvolvem esses serviços. Maria explica como o ECA Digital aborda a responsabilidade das plataformas e comenta medidas como verificação de idade, proteção de dados e mudanças nos mecanismos que estimulam o uso compulsivo. A conversa também trata dos limites da autorregulação e dos desafios trazidos pela inteligência artificial. Para as famílias, o episódio traz orientações sobre como acompanhar a vida digital dos filhos, conhecer ferramentas de segurança e estabelecer limites adequados a cada fase do desenvolvimento. O diálogo aparece como parte essencial desse cuidado. Você também vai conferir: Intel anuncia placa com até 480 GB de memória para inteligência artificial, WhatsApp prepara figurinhas com som que você poderá criar e compartilhar e Polícia alemã apreende robô após denúncia de assédio e investiga quem o controlava. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Raphael Giannotti, Vivine França e Bruno Bertonzin. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Escolher uma infraestrutura em nuvem pode parecer uma decisão restrita aos times de tecnologia. Mas ela pode chegar até quem está simplesmente tentando abrir um aplicativo, acessar um serviço ou finalizar uma compra pela internet. Uma aplicação que demora para responder, uma fatura difícil de prever ou a falta de suporte quando alguma coisa dá errado são exemplos de como essa escolha pode impactar tanto a operação de uma empresa quanto a experiência de quem está do outro lado da tela. É a partir dessa discussão que o novo episódio do Podcast Canaltech, em parceria com a Locaweb, levanta uma pergunta: afinal, cloud é tudo igual? Fernanda Santos conversa com Duda Moraes, Product Manager Cloud da Locaweb, sobre o que muda quando a infraestrutura está no Brasil. Um dos pontos é a latência: durante a entrevista, Duda explica que, dependendo de onde uma máquina é provisionada fora do país, o tempo de resposta pode ficar na faixa de 100 a 120 milissegundos. Na prática, a distância pode aparecer no carregamento de páginas, nas chamadas de uma aplicação e até na experiência de compra. A previsibilidade financeira também entra nessa conta. Serviços internacionais podem deixar empresas expostas à variação cambial e a diferentes custos de operação. No episódio, Duda explica como o Locaweb Cloud busca simplificar esse planejamento, com cobrança em reais e um modelo pensado para tornar os gastos com infraestrutura mais previsíveis. A conversa traz ainda o caso de uma empresa do setor têxtil que, segundo o relato compartilhado durante a entrevista, registrou uma economia de 59% após migrar de um player internacional. O papo passa ainda por suporte técnico, migração, Terraform, soberania digital e pelo papel de uma infraestrutura desenvolvida no Brasil em um mercado dominado por grandes empresas globais. E olha também para o futuro: com a inteligência artificial acelerando a criação de novas aplicações, cresce a demanda por uma infraestrutura capaz de acompanhar esse novo ritmo. No fim, a escolha de uma cloud vai muito além de comparar preços. Onde os dados estão armazenados? Qual é a latência para o usuário final? A fatura está exposta à variação cambial? E quem estará disponível para ajudar quando alguma coisa der errado? Essas são algumas das perguntas que podem fazer diferença na hora de decidir onde a tecnologia de uma empresa vai rodar. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma frequência que está sem uso pela televisão pode ajudar a conectar uma comunidade à internet. Essa é a proposta do Projeto TV White Space, iniciativa brasileira que busca ampliar o acesso à banda larga em áreas rurais e remotas. Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Gilberto Zorello, coordenador do projeto no NIC.br, sobre como a tecnologia funciona e o que ainda precisa acontecer para ela chegar ao mercado. Desenvolvida pelo NIC.br em parceria com a Universidade Federal do Ceará e o Inatel, a solução aproveita canais de frequência da TV que estão desocupados em determinada região. Uma estação recebe uma conexão já existente, por fibra óptica ou satélite, por exemplo, e utiliza esses canais para distribuí-la a pontos distantes. Na ponta, os moradores podem acessar a internet por Wi-Fi, usando celulares e computadores. Para identificar as frequências disponíveis, o sistema consulta uma base de dados integrada às informações da Anatel. Os rádios conseguem mudar de canal quando necessário, respeitando a prioridade dos serviços de televisão. Durante a conversa, Zorello explica os resultados dos testes de campo e como a quantidade de canais utilizados influencia a capacidade da rede. Ele também aborda o desafio econômico de atender localidades com poucos moradores e infraestrutura de difícil implantação. A fabricação de equipamentos no Brasil é uma das apostas do projeto para reduzir custos e viabilizar a adoção por provedores regionais. Ainda não há, porém, um preço definido para o serviço ao consumidor. O coordenador detalha também a passagem dos protótipos de laboratório para equipamentos menores e as pendências regulatórias para a utilização comercial da tecnologia. Você também vai conferir: Suspeito de atacar bancos deixa pistas ao pedir à IA ajuda para escrever currículo, Google lança site gratuito para verificar marcas de IA em fotos, vídeos e áudios e ChatGPT ganha ferramenta para organizar inscrições na faculdade e novos recursos de estudo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na hora de montar um setup gamer, cada escolha pesa no orçamento. Mas será que você precisa de todos os recursos de um mouse ou volante para ter uma boa experiência? E quanto do desempenho desses acessórios depende do computador que você já tem? Neste episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Leandro, da Logitech G, sobre as estratégias da marca para tornar suas tecnologias mais acessíveis e os desafios para trazer produtos ao mercado brasileiro. Durante o papo, ele explica como versões com menos acessórios ou compatibilidade restrita ao PC podem ajudar a reduzir o preço final. No caso dos volantes, por exemplo, deixar de oferecer suporte aos consoles permite simplificar a construção e reduzir custos de licenciamento. A conversa também aborda a importância do Brasil para a empresa e os fatores que influenciam a chegada dos lançamentos ao país, como impostos, regras de importação e poder de compra dos consumidores. Para quem procura mais desempenho, o episódio traz outro ponto importante: o periférico faz parte de um conjunto. Leandro explica por que características do computador e do monitor influenciam a experiência com acessórios de alta performance e comenta a aproximação da Logitech com outras empresas do setor. Ouça o episódio e entenda o que considerar para escolher periféricos que façam sentido para o seu jeito de jogar — e para o seu bolso. Você também vai conferir: Apple confirma evento para 13 de outubro com expectativa de novidades para casa inteligente, Microsoft anuncia notebook com chip da NVIDIA para rodar IA no próprio aparelho e Dell anuncia tecnologias para ajudar agentes de IA a entender os dados das empresas. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ter experiência e qualificação é importante para avançar na carreira. Mas o que acontece quando as oportunidades esbarram em barreiras que nem sempre são percebidas? E como empresas, lideranças e redes de apoio podem ajudar a abrir esses caminhos? Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Gabriela Baumgart, presidente do Conselho do Instituto Center Norte e conselheira do Instituto de Apoio ao Grupo Mulheres do Brasil. Gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, a entrevista aborda os desafios para ampliar a presença feminina nos espaços de decisão. Para Gabriela, os vieses inconscientes — ideias e julgamentos que reproduzimos sem perceber, estão entre os obstáculos que precisam ser superados. Ela destaca o papel da capacitação, da mentoria e das oportunidades para que meninas e mulheres possam desenvolver suas competências e assumir posições de liderança. A conversa também traz exemplos de como as empresas podem contribuir para o desenvolvimento das comunidades. Gabriela apresenta o Farol Norte, projeto realizado com a Aliança Empreendedora que capacita mulheres para empreender e também busca estimular a empregabilidade. Outra iniciativa citada é a Rede Ativa ZN, que reúne moradores, organizações, empresas e poder público em torno do desenvolvimento sustentável da Zona Norte de São Paulo. Ao longo do episódio, a convidada fala ainda sobre a importância de reconhecer as próprias competências, buscar apoio e compartilhar experiências. Uma conversa sobre carreira, empreendedorismo e a responsabilidade de criar oportunidades para outras mulheres. Você também vai conferir: Samsung lança no Brasil TV que responde a perguntas sobre o que está na tela, Google lança ferramenta de IA para criar jogos sem saber programar e Orkut abre campanha para criar nova rede social Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Magalhães, João Melo e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você reconhece o rosto, identifica a voz e acredita na mensagem. Mas aquela pessoa pode nunca ter dito o que aparece no vídeo. Com os deepfakes, conteúdos manipulados por inteligência artificial podem usar a imagem de figuras conhecidas para dar credibilidade a golpes financeiros. No contexto eleitoral, essa armadilha pode aparecer como uma recomendação de investimento, um sorteio ou um suposto pedido de ajuda para uma campanha. O objetivo é levar o usuário a fornecer dados ou transferir dinheiro, aproveitando a confiança que ele deposita na pessoa retratada. Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Fábio Brodbeck, cofundador e CGO do Grupo OSTEC, sobre como essas fraudes funcionam e quais cuidados ajudam a reconhecer uma abordagem suspeita. Durante a entrevista, Brodbeck explica como pedidos urgentes e mensagens aparentemente personalizadas podem fazer a vítima agir antes de verificar a informação. Ele também destaca que procurar falhas no rosto ou na voz não basta: a checagem precisa considerar quem publicou, a origem da oferta e o destino do pagamento. Outro ponto importante é a circulação desses conteúdos em grupos de mensagens. Receber um vídeo de um familiar ou amigo não garante sua autenticidade, porque quem encaminhou também pode ter sido enganado. A conversa aborda ainda a proteção dos acessos e a preservação de registros para uma investigação caso a pessoa tenha sido vítima. Você também vai conferir: Starlink ultrapassa a TIM em assinaturas de banda larga fixa no Brasil, Apple é condenada a pagar mais de 940 milhões de reais em juros por patentes do Apple Watch e Audiolivros chegam ao Spotify no Brasil com 12 horas mensais incluídas no Premium. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de João Melo, Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial está mudando a medicina e a maneira de formar profissionais de saúde. Mas como aproveitar essas ferramentas sem perder de vista a pessoa que precisa de atendimento? No Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com a médica pneumologista e pesquisadora Margareth Dalcolmo sobre tecnologia, cuidado humano e os desafios de preparar profissionais para uma sociedade que vive mais. Para a entrevistada, aprender a usar novas tecnologias é essencial, mas precisa caminhar junto com uma formação que valorize as relações humanas. Afinal, quem trabalha na saúde lida com pessoas, suas necessidades e seus momentos de maior vulnerabilidade. Durante a conversa, Dalcolmo explica por que o envelhecimento da população brasileira exige mudanças na preparação de médicos e de outros profissionais. Questões como cuidado, dignidade e finitude da vida precisam fazer parte dessa formação. Gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, a entrevista também aborda a presença feminina na ciência e nos espaços de liderança. Dalcolmo defende a igualdade de oportunidades e compartilha reflexões sobre estudo, disciplina, confiança e redes de apoio para quem está construindo uma carreira. Você também vai conferir: Instagram estuda modo de navegação sem curtidas ou comentários para assinantes, Tiggo 9 chega ao Brasil com sete lugares e preços a partir de 250 mil reais e Microsoft Teams terá alertas de voz e rosto falsificados por IA nas reuniões. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Paulo Amaral e Marcelo Fischer.A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pesquisar destinos, organizar uma viagem e contratar serviços pela internet já faz parte da rotina de muitos viajantes. Com a inteligência artificial, surgem mais possibilidades de explorar lugares e planejar experiências. Mas o que faz uma viagem se tornar uma lembrança especial? Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Leonor, empresária da LTN Brasil com 30 anos de atuação no turismo. Gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, a entrevista aborda o papel da tecnologia no setor e a importância de preservar o cuidado com as pessoas. Leonor comenta como a IA pode apoiar vendas e ajudar a explorar destinos e experiências. Ao mesmo tempo, defende que a tecnologia precisa caminhar junto com um atendimento atento às necessidades de cada viajante. Para ilustrar essa diferença, ela conta como uma apresentação de um coral de crianças na África do Sul marcou uma viagem que organizou. O relato mostra como a conexão com a cultura local pode dar significado a uma experiência. A conversa também passa pelos desafios de internacionalizar uma empresa e pela inclusão no turismo. Mãe de uma filha com síndrome de Down, Leonor fala sobre a necessidade de preparar o setor para receber pessoas com diferentes necessidades. Você também vai conferir: Golpe do falso advogado cresce mais de 500% entre clientes do Santander, ChatGPT vai testar anúncios durante a criação de imagens e YouTube reduz alcance de vídeos copiados nos Shorts. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Bruno de Blasi e Marcelo Fisher. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é preciso para construir uma carreira de liderança e o que ninguém ensina sobre esse caminho? No novo episódio do Podcast Canaltech, Sônia Hess e Chieko Aoki conversam sobre os aprendizados acumulados ao longo de suas trajetórias profissionais e os desafios que ainda fazem parte da realidade de muitas mulheres no mercado de trabalho. A conversa passa pelas barreiras para chegar aos espaços de liderança, pelas escolhas feitas ao longo da carreira e por uma questão que acompanha muitas profissionais: é possível conciliar crescimento profissional e vida pessoal? Sônia e Chieko também refletem sobre como seria começar uma carreira hoje, em um mercado cada vez mais tecnológico e em constante transformação, e compartilham o que esperam das novas gerações de mulheres que estão entrando no mundo do trabalho. Você também vai conferir: Alunos de escolas públicas brasileiras desenvolveram satélites para uma missão da SpaceX, criminosos usam um GPT falso no site do ChatGPT para infectar computadores com Windows e Galaxy S27 pode ganhar uma versão Pro, com recursos avançados em um celular mais compacto. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Marcelo Fischer e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um monitor de 1.000 Hz foi um dos destaques dos novos lançamentos da LG para o Brasil. Mas o que leva a empresa a apostar em uma tela com essa taxa de atualização? E como escolher entre tantas opções para jogar e trabalhar? Neste episódio do Podcast Canaltech, o repórter Gabriel Cavalheiro conversa com Leonardo Almeida, gerente sênior da linha de monitores da LG, sobre a estratégia da marca para o mercado brasileiro. A empresa apresentou 24 novos modelos, ampliando um portfólio que reúne monitores para jogos, produtividade e diferentes perfis de uso. Na entrevista, Leonardo explica por que até mesmo dentro do público gamer existem necessidades distintas: quem joga títulos competitivos pode buscar uma experiência diferente de quem prefere RPGs ou simuladores de corrida. O executivo também conta como a parceria com o MIBR ajuda a entender as demandas dos jogadores e comenta a colaboração com empresas como NVIDIA e Logitech. Outro assunto é a chegada do monitor de 1.000 Hz ao país, cujo preço ainda estava em definição no momento da gravação. Você também vai conferir: O Brasil atingiu uma marca histórica nas vendas de carros elétricos e híbridos, ChatGPT lança um provador virtual para você experimentar roupas por foto antes de comprar e iPhone Duo terá uma camada de tela que pode ser trocada sem substituir o display inteiro. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, André Lourentti e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que uma pergunta feita ao ChatGPT pode ter a ver com a exploração da Lua? A conexão passa por algo que nem sempre aparece quando usamos inteligência artificial: a estrutura física necessária para colocar essa tecnologia em funcionamento. No Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com o geofísico e divulgador científico Sérgio Sacani sobre como energia, capacidade de processamento e recursos naturais entram nessa discussão. Gravada durante o Startup Summit, a entrevista aproxima assuntos que parecem distantes, mas se encontram no debate sobre o futuro da tecnologia. Sacani apresenta sua visão sobre o interesse nos recursos lunares e as possibilidades de aproveitamento de materiais como o hélio-3. A conversa também aborda propostas de data centers no espaço e as disputas que a exploração fora da Terra pode provocar. Entre as perguntas estão os limites físicos do crescimento da IA, a viabilidade da mineração lunar e quem poderia utilizar os recursos extraídos da Lua. São possibilidades que envolvem desafios científicos, tecnológicos e econômicos, e não soluções prontas para os problemas de hoje. Você também vai conferir: Prefeitura de São Paulo decidiu não adotar radares com IA por enquanto, Samsung prepara óculos com inteligência artificial para disputar espaço com a Meta e teste na BYD Shark revelou como um hacker pode controlar funções do carro à distância. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Nathan Vieira e Paulo Amaral. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A internet ampliou o alcance de uma violência que já existia fora das telas. Como proteger crianças e adolescentes quando o problema envolve tanto o ambiente digital quanto as relações com pessoas próximas? Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Luciana Temer, presidente do Instituto Liberta e professora de Direito Constitucional, sobre prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes. A entrevista foi gravada durante o Studio Summit Mulheres nas Profissões. Na conversa, Luciana explica que a violência nem sempre envolve força física ou um desconhecido. Ela pode acontecer por meio de aproximação e manipulação, inclusive dentro da família. Por isso, ouvir as crianças e ampliar o conhecimento dos adultos são pontos centrais para a prevenção. A entrevistada também aborda como o ambiente digital pode ampliar a escala dos abusos e defende que o enfrentamento precisa alcançar a cultura que permite essas violências. Para ela, a proteção é uma responsabilidade compartilhada entre famílias, poder público e sociedade, incluindo as empresas. Outro destaque é o Guia Saber Liberta, voltado a familiares e cuidadores de crianças de zero a dez anos. Segundo Luciana, o material reúne orientações e atividades para ajudar os adultos a criar um ambiente de proteção com uma linguagem adequada à infância. O episódio ainda discute a relação entre proteger meninas, garantir sua permanência na escola e ampliar suas oportunidades no futuro. Você também vai conferir: criadora do Claude alertou investidores sobre riscos da própria IA, TSE vai usar a Starlink para transmitir resultados das eleições em áreas sem internet e Chip quântico da IBM faz em segundos cálculo que levaria mais de um século. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, João Melo e Raphael Giannotti. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improtae a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Banco do Brasil criou programas para ampliar a presença de mulheres em cargos de liderança. Mas, mesmo com vagas reservadas, a procura inicial foi menor do que a instituição esperava. O que estava acontecendo? Em entrevista ao Podcast Canaltech, gravada no Summit Mulheres nas Profissões, Bianca Furlaneto, executiva de empreendedorismo, micro e pequenas empresas do Banco do Brasil, conta que uma das principais preocupações das profissionais era a possibilidade de precisar se mudar para longe da família e da rede de apoio. A partir dessa descoberta, o banco passou a considerar a região onde elas poderiam assumir uma nova função. Bianca também fala sobre o papel de mulheres que já ocupam posições de liderança e sobre a importância de criar contatos para quem está construindo um negócio. Segundo ela, encontrar fornecedores, compradores e pessoas com experiências diferentes pode abrir caminhos para uma pequena empresa crescer. Na segunda parte da conversa, o assunto chega a uma dúvida comum entre empreendedores: como vender bastante e, ainda assim, ficar no vermelho? Bianca explica por que é importante conhecer os números da empresa, acompanhar o fluxo de caixa e usar os dados disponíveis para se preparar antes que um problema apareça. Ela apresenta ainda iniciativas do banco voltadas ao empreendedorismo feminino, como a plataforma gratuita Mulheres no Topo. Você também vai conferir: 5G do Brasil é o mais rápido do mundo pelo terceiro ano seguido, veja o que acontece quando robôs de IA burlaram bloqueios e Google Assistente está saindo dos celulares Android. Entenda o que entra no lugar Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer E Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Editar um vídeo com qualidade profissional já não significa necessariamente sentar na frente de um computador. Com smartphones mais potentes e ferramentas de inteligência artificial, etapas que antes exigiam equipamentos e conhecimento técnico estão cada vez mais acessíveis pelo celular. É nesse cenário que a Adobe lança o Premiere para Android. O aplicativo permite editar vídeos do começo ao fim pelo smartphone, com recursos de corte, filtros, melhoria de áudio e ferramentas de inteligência artificial. A exportação pode ser feita em até 4K gratuitamente. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Vitor Gomes, gerente sênior de Marketing de Produtos da Adobe, explicou que a mudança acompanha uma nova geração que já produz conteúdo sem depender do computador. A versão mobile também aposta em um modelo gratuito para as principais ferramentas de edição, sem anúncios e sem exigir login para começar a usar. A monetização aparece principalmente em recursos de inteligência artificial e armazenamento. Durante a conversa, Vitor também explicou como o Premiere pretende disputar espaço em um mercado que já conta com ferramentas populares de edição pelo celular, como o CapCut, e falou sobre o papel da IA na rotina de quem trabalha com vídeo. Para ele, o celular também pode ampliar o acesso à produção profissional, especialmente em mercados como o Brasil, onde comprar um computador de alto desempenho ainda não é uma realidade para todos. A entrevista ainda aborda privacidade e uma dúvida cada vez mais presente com o avanço da IA: a Adobe usa os vídeos e outros conteúdos criados pelos usuários para treinar seus modelos? Você também vai conferir: Nvidia cria “freio de mão” para impedir que agentes de IA ultrapassem limites, A antena da Starlink cai para 426 reais e Anúncio suspeito nas redes? Uma nova regra vai permitir consultar o histórico da publicidade paga. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial já consegue escrever textos, criar imagens, programar e executar tarefas sozinha. Mas essa mesma evolução também está mudando uma área que afeta praticamente todo mundo que usa a internet: a cibersegurança. Com agentes de IA cada vez mais capazes de agir de forma autônoma, encontrar vulnerabilidades e executar diferentes etapas de uma tarefa, surge uma nova disputa. De um lado, criminosos podem usar a tecnologia para tornar ataques mais rápidos e sofisticados. Do outro, empresas de segurança também recorrem à IA para identificar e corrigir falhas em menos tempo. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, conversamos com Brian Roddy, VP global de Segurança do Google, sobre como essa transformação está acontecendo e o que muda para empresas e usuários. Durante a conversa, Roddy explica como a IA está sendo usada para encontrar vulnerabilidades, fala sobre tecnologias como CodeMender e Gemini 3.8 Flash Cyber e discute até onde agentes podem atuar de forma autônoma sem tirar os humanos do controle. A entrevista também aborda o papel do Brasil nessa estratégia. O Google inaugurou em São Paulo seu segundo centro de engenharia no país, onde profissionais brasileiros trabalham em tecnologias que podem ser usadas por bilhões de pessoas ao redor do mundo. Você também vai conferir: Nova regra da China pode aumentar a autonomia dos carros elétricos vendidos no Brasil, Google vai testar data center de inteligência artificial no espaço, mudança na CNH libera motoristas para dirigir elétricos e híbridos mais pesados. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um mouse que cabe na mochila, um teclado confortável para usar por horas e uma bateria que não deixa você na mão. Na hora de escolher periféricos para trabalhar, o que realmente faz diferença? Em entrevista ao Podcast Canaltech, Alan, gerente de categoria de soluções para trabalho da Logitech, conversa com o repórter Gabriel Cavalheiro sobre os lançamentos da linha Signature no Brasil e os cuidados por trás do desenvolvimento desses produtos. A conversa passa por conforto, durabilidade, conexão e pelas diferentes necessidades de quem trabalha em casa, no escritório ou em trânsito. Alan também explica como a linha Signature se diferencia de outras opções da marca e comenta os desafios de trazer produtos para o mercado brasileiro. Você também vai conferir: Celulares poderão se conectar à Starlink sem precisar de antena, novo smartwatch da Xiaomi promete até 14 dias longe da tomada e IA da OpenAI encontra brecha sozinha e invade sistema real. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, João Melo e Viviane França, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você digita o número, confere o candidato e aperta “confirma”. Mas o que acontece com o voto a partir daí? E existe alguma maneira de descobrir em quem você votou? No Podcast Canaltech, a repórter Elisa Fontes conversa com Julio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para entender o funcionamento da urna eletrônica sem complicar o assunto. Ele explica como o voto é registrado, por que não fica associado ao nome do eleitor e o que significa dizer que a urna não se conecta à internet. A conversa também passa pelos testes de segurança, pelas mudanças feitas ao longo dos 30 anos da urna eletrônica e pelo uso de inteligência artificial nos testes do sistema. Você também vai conferir: Meta cria “Tamagotchi” com inteligência artificial que cabe no bolso, Spotify deixa usuários ajustarem o próprio algoritmo de recomendações e Xiaomi lança celulares que percebem quando alguém está espiando a tela. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Viviane França e Renato Moura. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Copo Americano está presente na casa de muitos brasileiros há gerações. Como uma marca com tanta história consegue continuar próxima de quem já a conhece e, ao mesmo tempo, conversar com novos consumidores? Essa foi uma das perguntas da entrevista com Katia Ambrosio, Head de Marketing da Nadir, gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões. Ela conta como a empresa combina a memória afetiva de seus produtos com novas parcerias, edições especiais e mudanças na forma de se comunicar. Na conversa, Katia também fala sobre a presença de mulheres em cargos de liderança na Nadir e sobre o que aprendeu ao construir a própria carreira. Para ela, ter clareza sobre onde se quer chegar e encontrar apoio em outras mulheres faz diferença nessa trajetória. Você também vai conferir: Semáforos com radar podem ser obrigados a ter contagem regressiva, smartwatch solar da Amazfit promete até 25 dias longe da tomada e e-Título deve ser baixado e ativado até sábado antes da votação. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um bom currículo ainda é importante, mas pode não ser suficiente para conquistar uma oportunidade ou crescer profissionalmente. Em um mercado de trabalho que muda rapidamente, características como curiosidade, coragem e empatia podem fazer a diferença. No novo episódio do Podcast Canaltech, Dú Magliano, cofundador da 99jobs, explica por que a curiosidade ajuda os profissionais a reconhecer oportunidades, ampliar o repertório e se preparar para um mundo em transformação. Para ele, também é preciso ter coragem para lidar com as recusas que surgem durante a busca por emprego — e até mesmo depois da contratação, quando ideias e projetos nem sempre são aprovados. Magliano ainda fala sobre empatia, diversidade e a importância de abrir oportunidades para mulheres e pessoas negras no mercado de trabalho. A entrevista foi gravada durante o Studio Summit Mulheres nas Profissões, evento voltado ao desenvolvimento profissional e à ampliação da presença feminina em posições de liderança. Você também vai conferir: Amazon bloqueia IA da Meta capaz de fazer compras por usuários, Meta prepara cabo submarino com capacidade recorde para transmitir dados e STF vai decidir se cidades podem proibir a atuação de flanelinhas. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, João Melo e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aplicativos já ajudam a escolher caminhos, pedir comida, chamar um carro e até conhecer outras pessoas. Agora, tecnologias como inteligência artificial e Open Finance também começam a assumir outro papel: ajudar cada pessoa a entender melhor os próprios gastos e tomar decisões mais conscientes sobre o dinheiro. Na prática, essas ferramentas podem funcionar como uma espécie de “GPS da vida financeira”. Ao analisar quanto uma pessoa ganha, gasta ou investe, uma aplicação pode indicar caminhos, alertar sobre escolhas que afastam determinado objetivo e oferecer orientações mais próximas da realidade de cada usuário. Mas até onde a tecnologia pode interferir nas decisões financeiras? Para Nathalia Arcuri, fundadora da Me Poupe!, a ferramenta pode mostrar rotas, riscos e alternativas, mas a decisão final precisa continuar nas mãos de cada pessoa. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Nathalia também fala sobre o uso da tecnologia para democratizar a educação financeira. Segundo ela, o desafio não está apenas no acesso à internet, mas também na forma como as ferramentas funcionam em diferentes celulares e, principalmente, na linguagem utilizada para conversar com quem mais precisa desse conhecimento. A discussão ganha ainda mais importância diante do crescimento das bets no Brasil. Nathalia chama a atenção para o fato de que pessoas com menor poder aquisitivo também utilizam aplicativos e serviços digitais, mas nem sempre encontram nesses ambientes informações capazes de ajudá-las a cuidar melhor do dinheiro. A conversa aborda ainda os limites da inteligência artificial, a combinação entre tecnologia e impacto social e os planos da Me Poupe! para levar educação financeira a escolas públicas e particulares a partir de 2027. Você também vai conferir: Novas regras do Pix podem facilitar a recuperação de dinheiro após golpes, Xiaomi prepara novo celular top de linha com duas telas e Brasil vira teste global para uso de IA nas eleições. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Bruno Bertonzin. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O desenvolvimento acelerado da inteligência artificial voltou a acender um alerta no mercado de tecnologia. Depois que um ex-funcionário da Anthropic afirmou existir uma chance de 10% de a IA provocar uma catástrofe nos próximos dez anos, líderes do setor passaram a discutir com mais força a necessidade de reduzir o ritmo dessa corrida. Mas desacelerar não é uma decisão simples. Enquanto nomes ligados à Anthropic, OpenAI e Google DeepMind defendem mais cautela, Mark Zuckerberg, Donald Trump e outros representantes do setor acreditam que é possível continuar avançando com segurança. A discussão também envolve uma disputa geopolítica. Para os Estados Unidos, diminuir o ritmo pode significar perder espaço para a China em uma tecnologia capaz de transformar a ciência, a indústria, a segurança e até a forma como guerras são conduzidas. Neste episódio do Podcast Canaltech, o repórter Marcelo Fischer conversa com Pedro Burgos, jornalista e consultor de IA, sobre os riscos reais da inteligência artificial, as divergências entre os líderes do setor e os interesses por trás da corrida tecnológica mais importante da atualidade. Você também vai conferir: Starlink prepara nova geração de satélites com capacidade até 10 vezes maior, GoPro lança microfone sem fio no Brasil para disputar mercado com a DJI e Spotify vai começar a pagar criadores brasileiros por videocasts. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você sabe o que acontece com um resíduo depois que ele é descartado? A resposta pode estar em uma enorme quantidade de dados produzidos por empresas, governos e órgãos ambientais, informações que ajudam a revelar quanto lixo geramos, quem é responsável por ele e qual destino recebe. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter João Melo conversa com Aline Fonseca, fundadora e CEO da Waste Data, empresa que utiliza dados e tecnologia para gerar inteligência sobre resíduos. A plataforma reúne informações de bases públicas e de manifestos de transporte de resíduos de mais de 20 estados brasileiros. Com isso, é possível acompanhar onde determinado material foi gerado, quem realizou o transporte, qual empresa recebeu o resíduo e que tipo de tratamento foi adotado. Durante a conversa, Aline explica como esse grande volume de informações é transformado em painéis que facilitam a visualização do fluxo dos resíduos e apoiam decisões de empresas e governos. A tecnologia também pode ajudar a identificar regiões que não possuem estruturas adequadas de tratamento e precisam transportar seus resíduos por grandes distâncias. Esse deslocamento aumenta os custos e pode gerar mais emissões de carbono. Outro ponto discutido no episódio é o papel da inteligência artificial no cruzamento de diferentes bases de dados. A Waste Data trabalha no desenvolvimento do Mapa Circular, projeto que pretende reunir informações sobre atividades econômicas, coleta seletiva e destinação de resíduos nos municípios. A entrevista mostra ainda como esses dados podem chegar à população. Com acesso a informações sobre reciclagem e descarte em cada cidade, os moradores podem compreender melhor os problemas locais e cobrar medidas mais efetivas do poder público. Você também vai conferir: iFood aposta em IA e entregas de 20 minutos para enfrentar rivais chinesas, Siri ganha IA e promete entender de verdade o que você quer e Zona Azul pode ter 15 minutos grátis em todo o Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fisher, Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sistemas de reconhecimento facial que confundem pessoas negras, entregadores bloqueados depois de mudar o cabelo e ferramentas de inteligência artificial que repetem informações racistas sobre saúde. Esses casos mostram que os avanços tecnológicos também podem reforçar desigualdades que já existem na sociedade. Esse problema é conhecido como racismo algorítmico. Ele acontece quando sistemas automatizados reproduzem ou aprofundam a discriminação racial por meio de decisões tomadas com base em dados, modelos e critérios que nem sempre são transparentes. Mas atribuir o problema apenas aos dados usados para treinar uma inteligência artificial pode esconder parte importante da discussão. Afinal, existem escolhas humanas em todas as etapas: desde a coleta das informações até os testes realizados antes de uma ferramenta chegar ao público. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. O repórter João Mello conversou com Tarcízio Silva, pesquisador, cofundador da Associação Desvelar e autor do livro “Racismo Algorítmico: Inteligência Artificial e Discriminação nas Redes Digitais”. Durante a entrevista, Tarcízio explica como o racismo pode aparecer em ferramentas de reconhecimento facial, filtros de imagem e modelos de IA generativa. Ele também alerta para os riscos de sistemas que repetem informações falsas e preconceituosas em áreas sensíveis, como a saúde. A conversa ainda discute por que ter equipes mais diversas não é suficiente quando essas pessoas não participam das decisões e quais mecanismos podem reduzir os riscos, como a curadoria dos dados, os testes contínuos e os relatórios de impacto algorítmico. No fim, o pesquisador explica como usuários podem denunciar situações discriminatórias e por que a mobilização coletiva é essencial diante de empresas que concentram tanto poder. Você também vai conferir: Bill Gates propõe acordo global para evitar o caos com a IA, Apple libera Apple TV e Arcade de graça para assinantes do iCloud+ e Google Tradutor agora traduz conversas por voz mesmo sem internet. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma viagem de ônibus, um atendimento em uma unidade de saúde ou o registro de presença de uma criança na escola. Ações comuns como essas geram dados que podem revelar muito sobre o funcionamento de uma cidade e as necessidades de seus moradores. No Rio de Janeiro, aproximadamente 25 terabytes de dados passam diariamente por uma infraestrutura que reúne informações de diferentes áreas da administração municipal. Mas como transformar todo esse volume em serviços públicos melhores? Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais. O repórter João Mello conversou com Fernanda Scovino, chefe do Escritório de Dados da IplanRio. Ela atua no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para a Prefeitura do Rio e lidera a governança do Data Lake da cidade. O Data Lake funciona como uma infraestrutura integrada que conecta informações que antes ficavam separadas em diferentes secretarias. Entre elas estão dados de bilhetagem dos mais de 3 milhões de passageiros do transporte público, registros de frequência escolar e aproximadamente 150 mil atendimentos realizados diariamente nas unidades básicas de saúde. Quando essas informações começam a conversar, a prefeitura consegue ter uma visão mais ampla das necessidades da população. Um dos exemplos apresentados na entrevista é o programa Pequenas Cariocas, voltado ao acompanhamento de gestantes, puérperas e crianças de até seis anos. Ao reunir dados de saúde, educação e assistência social, o município pode identificar, por exemplo, uma mãe que não realizou exames importantes ou uma criança que precisa de acompanhamento mais próximo. A partir desse alerta, um agente de saúde pode entrar em contato ou ir até a residência da família. A inteligência artificial também começa a fazer parte desse trabalho. Uma das aplicações em desenvolvimento ajuda a analisar documentos e apontar possíveis inconsistências, facilitando etapas de validação e fiscalização realizadas pelos servidores. Mas Fernanda alerta que nem todo problema precisa ser resolvido com IA. Antes de adotar a tecnologia, é necessário entender o processo, organizar os dados e realizar testes em pequena escala. Se o sistema ainda apresentar respostas pouco confiáveis ou se o problema tiver muitas ambiguidades, a melhor decisão pode ser não usar inteligência artificial naquele momento. A conversa também mostra como os dados podem ajudar a prefeitura a escutar melhor os moradores. Por meio de um chatbot no WhatsApp, a população pode enviar mensagens e áudios para acessar serviços ou relatar dificuldades. Se várias pessoas disserem que não conseguem tomar uma vacina porque a unidade de saúde fecha antes de elas voltarem do trabalho, por exemplo, a prefeitura pode identificar o problema e avaliar alternativas, como ampliar o horário ou organizar um mutirão. Você também vai conferir: Criminosos precisam de só 10 segundos para clonar sua voz com IA, seu iPhone pode estar gastando bateria mesmo quando você não está usando os apps e Radares com IA aplicam mais de 2 mil multas em apenas um mês. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a aproximação das eleições, a desinformação volta a ocupar o centro das atenções. Uma imagem fora de contexto, um vídeo manipulado ou uma informação falsa podem circular rapidamente pelas redes sociais e alcançar milhares de pessoas antes mesmo de serem desmentidos. Mas entender esse problema exige olhar além de quem cria ou compartilha uma informação falsa. As próprias plataformas têm um papel importante nessa dinâmica. Os algoritmos ajudam a determinar o que aparece na tela de cada usuário, quais publicações ganham mais visibilidade e quais assuntos permanecem circulando por mais tempo. Em um período eleitoral, esse funcionamento levanta dúvidas sobre o impacto das redes sociais na formação da opinião pública. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Débora Salles, coordenadora-geral do NetLab, sobre os desafios para combater a desinformação nas redes sociais e o que muda quando essa discussão acontece em meio a uma eleição. A entrevista aborda como as plataformas influenciam a circulação de informações, o papel dos algoritmos na distribuição de conteúdo e as dificuldades para conter uma informação falsa depois que ela começa a ganhar alcance. A conversa também passa pela responsabilidade das big techs. Afinal, até onde uma plataforma pode ser considerada apenas o espaço onde determinado conteúdo foi publicado e a partir de que momento ela também precisa responder pela maneira como esse conteúdo é distribuído? Com novas tecnologias tornando cada vez mais fácil criar e manipular conteúdos, identificar o que é verdadeiro também se torna uma tarefa mais complicada para quem está do outro lado da tela. Em um cenário em que informação, tecnologia e política estão cada vez mais conectadas, saber como as redes sociais moldam aquilo que vemos pode ser tão importante quanto identificar uma notícia falsa. Como se proteger da desinformação? Qual é a responsabilidade das plataformas? E o que muda quando tudo isso acontece durante uma eleição? Você também vai conferir: Golpe usa app do Mercado Livre para roubar dados, data center que terá TikTok como cliente pode ser barrado no Ceará e Europa investe bilhões para desafiar Starlink de Elon Musk. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O El Niño voltou e pode atingir intensidade muito forte entre a primavera e o verão de 2026. Com a possibilidade de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, muita gente já começa a pensar em uma solução para enfrentar os dias e as noites de calor. Mas será que vale a pena comprar um ar-condicionado antes do verão? E como escolher um aparelho que seja adequado para o ambiente sem provocar um susto na conta de luz? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Daniel Fraianeli, gerente de Produtos da TCL SEMP para a área de ar-condicionado comercial, e Álvaro Ruoso, gerente de Produtos da empresa para a área de ar-condicionado residencial. Os executivos explicam por que antecipar a compra pode facilitar a busca por preços, aparelhos e instaladores. No auge do calor, o aumento da procura pode elevar os valores e tornar mais difícil encontrar um profissional disponível para realizar a instalação. A conversa também mostra que escolher o aparelho mais barato nem sempre significa economizar. Um ar-condicionado com capacidade abaixo da necessária pode trabalhar por mais tempo e consumir mais energia. Por outro lado, um equipamento potente demais para o ambiente também pode prejudicar o conforto. Durante o episódio, os convidados explicam como calcular a capacidade adequada, por que observar a eficiência energética e quais cuidados tomar com a infraestrutura e a instalação. A inteligência artificial também entrou nessa discussão. Sensores e sistemas automatizados já permitem que alguns aparelhos ajustem o funcionamento de acordo com a temperatura, os hábitos dos usuários e até a localização do celular. Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Huawei voltou a ampliar seu portfólio no Brasil, principalmente com relógios, fones de ouvido e outros dispositivos. Mas uma dúvida continua entre os fãs da marca: quando novos celulares serão lançados no país? Esse é um dos principais temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado na Alemanha durante o lançamento global do Huawei Watch GT 7 Pro. O repórter Bruno Bertonzin conversou com Carlos Morales, diretor de relações públicas da Huawei Devices para as Américas. O executivo afirmou que trazer mais smartphones ao Brasil está nos planos da empresa, embora ainda não existam modelos ou datas de lançamento confirmados. Entre os aparelhos apresentados pela Huawei está a linha Nova 16S. Morales disse acreditar que o celular chegará ao mercado brasileiro, assim como outros produtos anunciados pela companhia, mas ressaltou que ainda não pode confirmar esses lançamentos. A entrevista também aborda um dos principais desafios enfrentados pela Huawei fora da China: a ausência dos serviços móveis do Google. Segundo o executivo, a empresa continua investindo na AppGallery, em parcerias com desenvolvedores locais e na integração entre hardware, software e outros dispositivos do seu ecossistema. Outros recursos aguardados pelos consumidores brasileiros também entraram na conversa. A Huawei trabalha para oferecer eSIM em seus relógios no país, mas ainda precisa superar desafios técnicos e logísticos antes do lançamento. Na área da saúde, Morales explicou como a empresa usa inteligência artificial para interpretar os dados coletados pelos dispositivos vestíveis. Ele também falou sobre criptografia, privacidade e a importância de não confundir os alertas apresentados pelos relógios com diagnósticos médicos. A conversa passa ainda pelos centros de pesquisa e desenvolvimento mantidos pela Huawei na Europa. Nesses espaços, a empresa realiza testes com atletas olímpicos e paralímpicos e pesquisa como movimentos, temperatura, diferentes tons de pele e até tatuagens podem interferir na precisão dos sensores. Quando novos celulares da Huawei chegarão ao Brasil? Como a empresa pretende contornar a ausência dos serviços do Google? E até onde podemos confiar nas informações de saúde apresentadas por um smartwatch? Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Apple finalmente entrou no mercado de celulares dobráveis. Depois de anos acompanhando a evolução desse segmento, a empresa apresentou o iPhone Duo e abriu uma nova fase na disputa com Samsung, Motorola, Xiaomi, Huawei e Google. Mas a espera valeu a pena? O primeiro dobrável da Apple realmente oferece algo diferente dos aparelhos que já estão no mercado? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. Marcelo Fischer conversa com Bruno Bertonzin, redator de produtos do Canaltech, sobre os principais lançamentos da Apple e as mudanças na estratégia da empresa. Além do iPhone Duo, a companhia apresentou os novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max. A geração traz câmera com abertura variável, novo processador e melhorias de eficiência energética, mas mantém a tradição de mudanças mais discretas entre um ano e outro. Outra novidade está no calendário. A Apple deixou o iPhone 18 convencional para o começo do próximo ano, quando o aparelho deve dividir espaço com uma nova versão de entrada. Na avaliação de Bruno, essa decisão pode ajudar a empresa a manter seus celulares em evidência no período em que concorrentes como Samsung e Xiaomi apresentam seus principais lançamentos. O grande assunto da conversa, porém, é o iPhone Duo. Bruno explica por que a Apple demorou tanto para lançar um dobrável e compara o aparelho com os modelos mais recentes da Samsung. Entre os destaques estão o suporte à Apple Pencil, as animações criadas para a transição entre as telas e recursos que aproveitam o celular parcialmente dobrado. Por outro lado, espessura, peso, design e preço ainda podem favorecer os concorrentes. A chegada da Apple também pode acelerar a evolução de todo o segmento. Com uma nova gigante na disputa, outras fabricantes ganham mais pressão para recuperar recursos, aprimorar seus aparelhos e tornar os celulares dobráveis mais atraentes. Você também vai conferir: Robôs da OpenAI criam rede para se comunicar sem autorização, WhatsApp ganha novo visual com efeito de vidro no iPhone e roubos de carros elétricos mais que dobram em São Paulo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Inteligência artificial, plataformas digitais e análise de dados já fazem parte das discussões sobre o futuro da educação. Mas como levar essas tecnologias para a escola pública sem ignorar desafios como acesso à internet, infraestrutura e falta de tempo dos professores? Esse é um dos temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. O repórter João Melo acompanhou o evento e conversou com Bianca Dantas Silva, gerente de inovação da Fundação 1Bi, organização que desenvolve tecnologias sociais gratuitas em parceria com professores de escolas públicas. Entre os projetos está o AprendiZAP, plataforma que reúne conteúdos pedagógicos, atividades, avaliações e formação continuada para educadores. A iniciativa também conta com Mari, uma assistente de inteligência artificial treinada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e metodologias da plataforma. A proposta é usar a IA para apoiar tarefas reais do cotidiano dos professores, como adaptar materiais às necessidades dos estudantes ou preparar uma mensagem para os familiares. Mas inovação, nesse caso, não significa depender apenas da internet. A Fundação também trabalha com conteúdos que podem ser impressos, baixados ou usados offline para atender escolas com diferentes condições de infraestrutura. Na conversa, Bianca explica ainda como os dados podem ajudar a acompanhar a aprendizagem, quais cuidados são necessários no uso da inteligência artificial e por que a tecnologia precisa ser pensada como ferramenta de apoio ao professor. Você também vai conferir: Meta falha em barrar anúncios de abuso infantil criado por IA, Casio lança relógio “indestrutível” para condições extremas e filme revive a turbulenta demissão de Sam Altman da OpenAI. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Jaqueline Sousa. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A presença feminina ainda é pequena em setores historicamente ocupados por homens e a Transpetro é um exemplo desse desafio. Hoje, as mulheres representam apenas 15% do quadro de funcionários da companhia, enquanto os homens são 85%. Para tentar mudar esse cenário, a empresa estabeleceu metas progressivas para ampliar a participação feminina em cargos de liderança até 2030. As ações incluem programas voltados ao desenvolvimento de lideranças femininas e mudanças nos processos internos de recrutamento e seleção. Em entrevista ao Podcast Canaltech durante o Summit Mulheres nas Profissões, Juliana Orta, gerente executiva de Recursos Humanos da Transpetro, explicou que o desafio começa antes mesmo da contratação. Por ser uma empresa estatal, a admissão de funcionários acontece por meio de processos seletivos públicos. Isso limita a possibilidade de a companhia escolher diretamente quem será contratado. A estratégia, segundo a executiva, é estimular mais mulheres a disputar essas vagas. Entre as iniciativas estão visitas a universidades e centros técnicos para apresentar oportunidades profissionais e incentivar candidatas a participarem dos processos seletivos. A companhia também mantém convênios para apoiar a formação de mulheres na engenharia. Outra mudança está prevista para um novo processo seletivo público da Transpetro, que contará com um mecanismo de paridade de gênero. A proposta é aumentar o equilíbrio entre homens e mulheres entre os profissionais selecionados. Dentro da companhia, a estratégia também passa pelas posições de liderança. A Transpetro possui metas definidas pelo conselho de administração e acompanhadas anualmente para aumentar a representatividade feminina até 2030. Tecnologia e inteligência artificial também começam a fazer parte dessa transformação. Embora a IA não seja utilizada na admissão por processo seletivo público, a Transpetro já recorre à tecnologia e à automação em etapas de processos internos para posições de liderança. Segundo Juliana, porém, o uso ainda acontece com cautela e acompanhado de avaliações humanas. Para a executiva, transformar um ambiente historicamente masculino exige principalmente consistência. Mudanças culturais levam tempo, e a expectativa é que a representatividade avance até que metas específicas de gênero deixem de ser necessárias. Você também vai conferir: ONU alerta para riscos de IAs poderosas demais, golpe do sósia usa semelhança facial para roubar identidades e GPT-6 Astra chega mais poderoso e com alerta de segurança Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Empresas acumularam enormes quantidades de dados nos últimos anos. Mas, quando o assunto é inteligência artificial, ter mais informação nem sempre significa conseguir resultados melhores. Para Sasha Crotty, executiva da Autodesk responsável pela estratégia de dados para arquitetura, engenharia e construção, um dos principais desafios agora é melhorar a qualidade das informações e torná-las acessíveis para diferentes profissionais e sistemas. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Crotty explica que dados organizados podem permitir que a IA encontre riscos que seriam difíceis de identificar manualmente. Em uma obra, por exemplo, a tecnologia pode analisar o atraso na entrega de um material, calcular o impacto nas etapas seguintes e ajudar a reorganizar o cronograma. E o Brasil pode estar em uma posição interessante nessa transformação. A partir das conversas que teve com empresas no país, Crotty avalia que o mercado brasileiro está entre os líderes em alguns aspectos relacionados à estruturação, organização e consistência dos dados. A evolução também levanta questões sobre privacidade, propriedade dos dados e o papel das pessoas nas decisões tomadas com ajuda da IA. Para Crotty, os seres humanos continuam responsáveis por definir os limites e objetivos da tecnologia. Ela compara a IA a uma colega de trabalho, mas ressalta que, às vezes, ela se parece mais com uma estagiária que ainda precisa aprender a ser profissional. No futuro, essa relação pode se tornar ainda mais próxima. Em vez de apenas receber comandos, agentes de IA poderão acompanhar projetos continuamente, apresentar alternativas e mostrar o impacto de uma decisão em fatores como custo e sustentabilidade. Você também vai conferir: Elon Musk prevê 1 bilhão de robôs no mundo até 2036, TikTok vai permitir áudios nos comentários dos vídeos e Senado aprova incentivo para atrair data centers de IA ao Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante muito tempo, falar de startups e tecnologia no Brasil significava olhar principalmente para os grandes centros econômicos. Mas esse mapa começa a ficar mais diverso, com novos ecossistemas de inovação ganhando espaço em diferentes regiões do país. Santa Catarina é um dos exemplos mais consolidados desse movimento. O estado levou cerca de quatro décadas para construir um ecossistema que hoje é referência nacional e tenta levar esse desenvolvimento para além de Florianópolis. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Fábio Wagner Pinto, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina, explica que essa trajetória foi construída a partir da colaboração entre empresas, universidades, entidades e poder público. A estratégia agora passa também por aproveitar as características econômicas de cada região. No oeste catarinense, por exemplo, a força do agronegócio abre espaço para soluções voltadas ao setor. No norte, aparecem áreas como as indústrias metalmecânica e moveleira. Para Fábio, políticas públicas podem ajudar a desenvolver novos polos de inovação, desde que estejam conectadas às vocações locais. Outro desafio é aproximar a pesquisa acadêmica dos problemas enfrentados pelas empresas, aumentando as chances de transformar conhecimento em produtos e negócios. Quando o olhar se amplia para o restante do Brasil, outros sinais de descentralização começam a aparecer. Rodrigo Soares, presidente do Sebrae Nacional, afirma que a plataforma da entidade já reúne 26 mil startups. Segundo ele, o Nordeste passou da terceira para a segunda posição entre as regiões com maior número de startups dentro da atuação do Sebrae. No Norte, o executivo destaca 400 startups aceleradas pelo programa Inova Amazônia. Para Soares, esses movimentos mostram que empreendedores de diferentes partes do país começam a encontrar mais oportunidades para desenvolver seus negócios sem depender exclusivamente dos polos tradicionais. O cenário também acontece em um momento de amadurecimento do mercado brasileiro de startups. Depois de um período marcado por grandes rodadas de investimento e crescimento acelerado, empresas passaram a enfrentar um ambiente de capital mais seletivo e maior cobrança por sustentabilidade dos negócios. Para o presidente do Sebrae, um dos desafios é ajudar essas empresas a atravessar o chamado “vale da morte”, período em que uma startup ainda precisa provar seu modelo de negócio e conquistar condições para continuar crescendo. As duas entrevistas foram gravadas durante o Startup Summit 2026, em Florianópolis, evento que reuniu startups, investidores, grandes empresas e delegações internacionais. Você também vai conferir: Óculos da Meta vão impedir gravações escondidas, WhatsApp vai te lembrar daquela mensagem que você esqueceu de enviar e Empresas brasileiras avançam na IA, mas ainda têm dificuldade para medir o retorno. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura, Marcelo Fischer e Bruno de Blasi. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante muito tempo, escolher um notebook potente significava aceitar alguns compromissos: máquinas mais pesadas, baterias que duravam menos e desempenho reduzido quando o computador era desconectado da tomada. A ASUS quer mudar essa lógica com o Zenbook A16, novo notebook premium da marca que chega ao Brasil combinando uma tela de 16 polegadas com peso de apenas 1,2 kg. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Murilo Tunholli, da ASUS Brasil, explica que uma das principais apostas do modelo está no Snapdragon X2 Elite Extreme, da Qualcomm. O processador usa arquitetura ARM, que busca combinar desempenho com maior eficiência energética. Segundo o executivo, a proposta é fazer com que o notebook mantenha uma experiência semelhante mesmo quando está longe da tomada. A comparação feita durante a entrevista é com o celular. Ninguém espera que um smartphone fique mais potente quando é conectado ao carregador. A ideia é aproximar o comportamento do notebook dessa experiência. A bateria também ganha destaque. A ASUS estima até 21 horas de reprodução de vídeo offline. Em situações mais próximas do cotidiano, a empresa fala em até 18 horas de streaming e mais de 15 horas de navegação na internet. Outro desafio foi chegar a esses números sem transformar o A16 em um notebook pesado. A fabricante optou por uma bateria de 70 Wh e reorganizou componentes internos para preservar o peso de 1,2 kg. O desempenho gráfico também faz parte da estratégia. A GPU integrada Adreno é voltada principalmente para produtividade e aplicações de criação, mas a ASUS afirma que o avanço dos gráficos integrados começa a diminuir a necessidade de uma placa de vídeo dedicada em determinadas atividades. No Brasil, o Zenbook A16 chega inicialmente vendido exclusivamente pela loja online da ASUS por R$ 22.999. A empresa pretende acompanhar a recepção do produto antes de decidir sobre uma eventual expansão para outros canais. A estratégia já foi adotada com o Zenbook A14, que começou como produto importado e, após a aceitação no mercado brasileiro, passou a ter fabricação local e presença em mais varejistas. Durante a conversa, Murilo também explica como tecnologias apresentadas primeiro nos modelos premium podem chegar posteriormente a outros produtos do catálogo da ASUS. Você também vai conferir: Netflix supera auge da TV paga com plano que exibe anúncios, estudo revela quanto dura a bateria de um carro elétrico e 6G poderá funcionar como radar e detectar até quem está offline. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Danielle Cassita e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Alexa chegou ao Brasil em 2019 conhecida principalmente como uma caixa de som inteligente capaz de tocar músicas, responder perguntas e executar comandos simples. Sete anos depois, a Amazon tenta levar a assistente para uma nova fase. Com a Alexa Plus, a proposta é transformar aquela lógica de comandos mais rígidos em uma conversa mais natural. A nova versão usa inteligência artificial generativa para entender melhor o contexto, manter o assunto entre uma pergunta e outra e personalizar respostas a partir das informações compartilhadas pelo usuário. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Talita Taliberti, country manager de Alexa no Brasil, explica que essa evolução exigiu uma reformulação da arquitetura por trás da assistente. Segundo a executiva, a Alexa Plus trabalha com mais de 70 modelos de linguagem diferentes. A escolha do modelo depende do tipo de tarefa realizada. Um pedido para criar uma história, por exemplo, exige uma abordagem diferente de um comando para acender uma lâmpada. Essa diferença também é importante para reduzir erros. Em tarefas criativas, uma resposta ruim pode ser corrigida pelo usuário. Já em uma casa conectada, a precisão se torna mais crítica: ao interpretar que uma sala está escura, a assistente precisa entender que deve acender as luzes e não executar outra ação por engano. A mudança também aponta para uma Alexa capaz de fazer mais coisas no mundo real. A Amazon já demonstrou, por exemplo, uma integração em desenvolvimento que permitirá pedir um Uber diretamente por voz. Essa transformação acontece enquanto a casa conectada ganha espaço no Brasil. De acordo com dados apresentados pela Amazon durante a entrevista, 2025 terminou com 29 milhões de dispositivos de casa conectada ativos e integrados à Alexa no país, crescimento de 32% em relação ao ano anterior. Talita também destaca o impacto da automação para pessoas com deficiência ou limitações físicas, já que comandos por voz podem proporcionar mais autonomia em tarefas cotidianas. Ao mesmo tempo, uma assistente que aprende preferências, guarda informações e está presente dentro de casa levanta uma questão inevitável: privacidade. A executiva explica quais controles estão disponíveis para o usuário, incluindo o bloqueio físico de microfone e câmera, além da possibilidade de administrar e apagar históricos de voz. Para o futuro, a Amazon enxerga uma Alexa cada vez mais proativa. Em vez de esperar sempre por um comando, a ideia é que a assistente consiga entender hábitos e antecipar algumas necessidades sem ultrapassar os limites definidos pelo próprio usuário. Você também vai conferir: OpenAI cria “botão de emergência” para desligar IAs fora de controle, PF consegue recuperar mensagens apagadas do WhatsApp e Novo retrovisor consegue identificar distrações do motorista. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, André Magalhães e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Elas respondem perguntas, escrevem textos, ajudam a programar e estão começando a ser incorporadas a diferentes serviços. Mas existe uma questão que vai além do que aparece na tela: quem controla a tecnologia por trás dessas ferramentas? Hoje, os modelos mais avançados de inteligência artificial são desenvolvidos principalmente por grandes empresas estrangeiras. Para Felipe Iszlaji, sócio-fundador e CEO da Clarisse.ai, depender exclusivamente dessas tecnologias pode deixar países e empresas vulneráveis a mudanças de preço, restrições de acesso e decisões tomadas fora do Brasil. Em entrevista ao Podcast Canaltech, o executivo defende que a inteligência artificial generativa deve ser encarada cada vez mais como uma infraestrutura tecnológica, assim como aconteceu com outras tecnologias essenciais. Isso não significa, porém, que o Brasil precise gastar bilhões de dólares tentando construir do zero um concorrente para os modelos mais avançados do mundo. Segundo Iszlaji, uma alternativa é aproveitar modelos abertos e adaptá-los com dados brasileiros. A estratégia permitiria desenvolver sistemas menores, mais baratos e especializados em áreas importantes para empresas e para o setor público. A língua também entra nessa discussão. Embora os principais modelos disponíveis hoje consigam conversar em português, o executivo argumenta que ainda existem diferenças na forma como essas ferramentas compreendem e produzem conteúdo relacionado à cultura e à linguagem brasileira. Durante a conversa, ele cita construções comuns em textos gerados por IA que parecem naturais em inglês, mas pouco espontâneas em português. Para setores como mídia, editoras e produção de conteúdo, essa diferença pode ter impacto direto no trabalho. O episódio também discute os cuidados necessários no uso individual dessas ferramentas. Iszlaji alerta para o risco de tratar sistemas de inteligência artificial como se fossem pessoas e de recorrer a eles para todas as decisões do cotidiano. A recomendação é usar a tecnologia de maneira crítica, buscando aplicações que realmente economizem tempo ou gerem valor, sem terceirizar completamente o próprio raciocínio. Você também vai conferir: Xiaomi lança celular com bateria gigante por cerca de R$ 1.900, Magalu fecha parceria para vender produtos no Mercado Livre e Google lança aulão gratuito para ajudar estudantes no Enem. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.