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Pensamentos e opiniões contra a corrente. No Guten Morgen, o podcast do portal Senso Incomum, comentamos assuntos correntes na sociedade,

Pensamentos e opiniões contra a corrente. No Guten Morgen, o podcast do portal Senso Incomum, comentamos assuntos correntes na sociedade,

127: Por que tudo virou ofensa?

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Episódios

127: Por que tudo virou ofensa? 25 Nov 2024

Guten Morgen, Brasilien! Hoje em dia tudo virou ofensa. Violência. Discurso de ódio. Fake news. Milícia digital. E o governo está bastante preocupado com isso. Será que é porque o governo quer o nosso bem? Os políticos estão preocupados com a verdade? O Estado resolveu incluir entre suas atribuições burocráticas também uma preocupação com nossos sentimentos? Flavio Morgenstern explica o truque no seu podcast preferido. Tudo o que estamos testemunhando é apenas uma narrativa tosca para aumentar o sentido das palavras de maneira artificial. Tudo vira ofensa. Tudo é violência. Tudo é extrema direita. Tudo é ataque. Tudo é antidemocrático. Tudo é algo "perigoso". E como combatemos coisas perigosas? Exatamente: aumentando e concentrando ainda mais o poder dos já poderosos. Criando um Estado policial. Abrindo as portas da ditadura. Destruindo as parcas liberdades da democracia liberal e criando um Leviatã moderno milhares de vezes pior. Flavio Morgenstern explica a manobra lingüística aplicada pelos nossos tiranetes e também como as pessoas estão ficando cada vez mais estúpidas enquanto se sentem cada vez mais ofendidas - e INVENTANDO ofensas para garantir que terão mais poder de calar discordantes e inimigos. O grande problema: censura não tem mira, é uma granada numa sala fechada... Não se esqueça de nos dar um nosso PIX para continuarmos ofendendo por aí! Chave: flaviomorgen@sensoincomum.org

126: O perigo dos defensores da democracia 06 Jun 2024

Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Livro Suprema desordem: Juristocracia e Estado de Exceção no Brasil: https://livraria.sensoincomum.org/sup... Senso Incomum: https://sensoincomum.org/ Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Guten Morgen, Brasilien! Hoje todos querem defender a democracia e o Estadodemocráticodedireito das horas fanáticas de perigosíssimos golpistas de extrema direita... mas será que isso é mesmo algo tão inocente e delicioso para a demogracinha assim? Flavio Morgenstern analisa o problema no seu podcast preferido! Não se esqueça de nos manter cafeinados com o seu democrático PIX! Chave: flavomorgen@sensoincomum.org

125: Contra a centralização 04 Jun 2024

Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Livro Suprema desordem: Juristocracia e Estado de Exceção no Brasil: https://livraria.sensoincomum.org/sup... Senso Incomum: https://sensoincomum.org/ Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Guten Morgen, Brasilien! Se há um tema que deve ser tratado hoje em dia é a centralização - de poder, de decisões, de controle. Toda a tal "democracia" do século XXI adora repetir tanto esse termo, mas na mesma toada, concentra todo o poder, os votos, as regras - tudo nas mãos dos mais poderosos dos poderosos. É o que Flavio Morgenstern tenta explicar nesse episódio do seu podcast preferido. Não se esqueça de que nosso trabalho depende de você - mais especificamente, da sua carteira! Nos dê um PIX para continuarmos esse trabalho: flaviomorgen@sensoincomum.org

123: A farsa da ordem liberal 15 May 2024

Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Livro "Inquérito do fim do mundo": https://livraria.sensoincomum.org/inq... Senso Incomum: https://sensoincomum.org/ Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Guten Morgen, Brasilien! Depois de comentar os males do uso do termo "fake news", Flavio Morgenstern mira nesse episódio do seu podcast preferido outro termo muito usado e defendido pela direita: o liberalismo. Afinal, a direita pode se considerar liberal? Aparentemente, alguns liberais se consideram de direita (ou alguns direitistas se consideram liberais) porque a direita brasileira, crescendo a partir da leitura de economistas (além, é claro, do professor Olavo de Carvalho), passou a defender o Estado mínimo absoluto. Boa parte disso foi uma resposta à narrativa de esquerda, de que só com intervenção na economia cuida-se dos pobres. Foi a grande época do slogan "Menos Marx e mais Mises", por exemplo. Mas será que o liberalismo pode produzir uma sociedade minimamente defensável? O tecido social preconizado por liberais, mesmo os clássicos, como Adam Smith, Locke ou John Stuart Mill, pode ser conjugado com uma sociedade tradicional, baseada na família, na moral, em toda a intelectualidade ocidental? E vamos lembrar de Ayn Rand e seu "Vale do Galt", no livro "A revolta de Atlas". É um romance com uma espécie de utopia liberal. Será que ela é tão desejável assim? O que queremos é realmente reduzir toda a complexidade da natureza humana unicamente ao seu caráter financeiro e econômico? Até a moral deve disputar espaço economicamente, num livre mercado de idéias possíveis? A hipertrofia da relação econômica em detrimento de outras relações vai gerar dois efeitos geralmente ignorados por liberais: a imposição do pensamento da elite econômica/financeira sobre toda a sociedade (dentro e fora da política) e a concentração do processo decisório em uma nova elite oligárquica, com os mesmos defeitos da elite política anterior, ou novos. E ainda temos mais um problema: uma relação econômica, ou comercial, busca satisfazer a busca por prazer e conforto. Uma sociedade totalmente voltada para o prazer não pode, em poucos anos, descambar para uma sociedade voltada para a perversão? Tudo isso, afinal, não é exatamente o que tem ocorrido com Ocidente, marcando sua decadência mesmo antes da chegada dos bárbaros comunistas? Flavio Morgenstern dá um breve panorama dos problemas da ordem liberal neste Guten Morgen com boa dose de polêmica. De brinde: quem inventou o termo "fake news": Donald Trump ou aqueles que querem calá-lo? Flavio Morgenstern também conta essa história, mostrando a reportagem da revista Wired que fez com que o termo pegasse de vez e se tornasse motivo para controle da internet mundo afora. Não se esqueça de nos enviar um PIX para nos manter cafeinados e cheios de livros!

122: Influencers são gente? 15 May 2024

Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Livros de Anthony Esolen: https://livraria.sensoincomum.org/index.php?route=product/search&search=anthony%20esolen Senso Incomum: https://sensoincomum.org/ Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Guten Morgen, Brasilien! No seu podcast preferido, Flavio Morgenstern responde a uma das perguntas que mais encafifam a humanidade nos dias que correm: afinal, influencers são gente? Bom, a resposta é óbvia. Mas vamos aproveitar a desculpa para falar sobre Antigo Testamento e a teoria do desejo mimético de René Girard aplicada às redes sociais. Por que só desejamos o que os outros desejam? Como se dá essa dinâmica de desejo mimético e triangular, na qual uma pessoa ou coisa parece desejável para outras pessoas, então nós também, marias-vão-com-as-outras que somos, passamos a desejar o que outros estão desejando, apenas porque os outros estão desejando? É exatamente o que explica o sucesso de "influencers" nas redes sociais: eles não são seguidos por serem os mais inteligentes, os mais legais, os mais engraçados, os mais interessantes, os mais Flavio Morgenstern's: eles são seguidos apenas por serem os mais seguidos. Se alguém tem 1 milhão de seguidores, quem você pensa que é para não seguir também? E lá se vão nossas conversas de boteco até nossas grandes pindoramas existenciais: não discutimos mais idéias, e sim o que influencers dizem sobre tais idéias. Por que nos deixamos contaminar por tais pessoas, que quase nunca têm as melhores idéias? Por que nossos assuntos de conversas agora são sempre intermediados? Essas são perguntas que Flavio Morgenstern tenta responder em mais um episódio do Guten Morgen, o seu podcast preferido. Não se esqueça de que precisamos do seu PIX para manter o nosso canal no ar! Além do QR Code, você pode nos manter cafeinados pela chave PIX flaviomorgen@sensoincomum.org. Guten Morgen, Brasilien!

121: Por que nossos inimigos parecem o Scar do Rei Leão? 10 Apr 2024

Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Livros de Anthony Esolen: https://livraria.sensoincomum.org/ind... Senso Incomum: https://sensoincomum.org/ Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Guten Morgen, Brasilien! Neste episódio do seu podcast preferido, Flavio Morgenstern responderá a dúvida metafísica que mais incomoda o planeta: por que TODOS os inimigos da liberdade no mundo se parecem tanto com o Scar, vilão do filme "O Rei Leão"? Não é apenas a malevolência, a vaidade, o umbigocentrismo, a ambição desmedida pelo poder: é a afetação. A efeminização. A dissimulação. A linguagem dúbia. A artificialidade. Até o jeito de falar é cheio de trejeitos. Além de analisar "O Rei Leão" até as filigranas, Flavio Morgenstern vai fazer um adendo ao conceito de anarco-tirania, apresentado em nosso último episódio. Trata-se da "crueldade efeminada", como descrita por Anthony Esolen. A tirania, e também a anarco-tirania, possuíam um componente masculino, de força e imposição de respeito. Hoje, a tirania é afetadinha, de joguinhos de palavras, sem coragem. São 3 suas principais características: o ódio ao natural, a ambigüidade (nas palavras e ações) e o culto da vitimização. Acompanhe Flavio Morgenstern em seu podcast preferido para essa análise, de Scar enfiando suas unhas de manicure em Mufasa até... você sabe quem. E não se esqueça de que dependemos de seu PIX para continuar no ar!

120: Anarco-tirania 05 Apr 2024

Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Senso Incomum: https://sensoincomum.org/ Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Guten Morgen, Brasilien! Hoje, Flavio Morgenstern introduz um conceito que parece ajudar bastante a explicar o Brasil atual. Trata-se do conceito de “anarco-tirania”, cunhado pelo mordaz crítico cultural americano Sam Francis. Falar em anarco-tirania parece contraditório. A anarquia parece estar ligada à falta de lei e ordem. A imagem é das hordas saqueando lojas e gangues dominando territórios. Já a tirania parece o reino em que um déspota domina com sua vontade maquiavélica acima da lei, transformando seu próprio arbítrio em ordem absoluta. Mas e quando o Estado é completamente incapaz, ou mesmo não tem desejo, de controlar a desordem do crime de sangue, porém é violentamente eficaz em punir, perseguir, controlar, censurar e destruir a vida… dos inocentes. Não parece uma descrição perfeita do Brasil atual? É muito mais fácil ao ser preso ser criminoso de sangue do que ser uma pessoa lutando contra a corrupção e gritando contra… a tirania. Flavio Morgenstern explica o termo, e por que devemos adotá-lo para o Brasil. Não se esqueça de nos enviar um PIX para nos manter cafeinados!

119: A crise de identidade das nações 26 Mar 2024

Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Senso Incomum: https://sensoincomum.org/ Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Guten Morgen, Brasilien! Agora que o Guten Morgen, feito para você ficar mais inteligente e perder amigos, voltou, pedimos seu PIX para poder continuar com o projeto! Utilize a chave PIX flaviomorgen@sensoincomum.org Neste episódio do seu podcast preferido, Flavio Morgenstern explica que boa parte da crise internacional que vivemos hoje tem sua origem em uma espécie de crise de identidade que se abateu sobre os países do Ocidente, principalmente a partir da década de 1980. Afinal, como definir "o que" é um país hoje? Pela sua formação étnica? Sistema de governo? Alinhamento automático com o bloco globalista, ou por formas remendadas de nacionalismo? Por uma democracia tardia? Como definir quem faz parte de um país com forte imigração, como os Estados Unidos da América ou a Inglaterra, e quem não? E no caso de países recentes e pouco definidos, como Israel e a Palestina, ao contrário de países de grandes territórios consolidados há séculos e cultura definidora comum, como o Brasil? Na verdade, ninguém tem uma resposta perfeita a tais questões. Mas sem querer (apenas) reclamar, Flavio Morgenstern cita o conceito de "homonóia", citado nas Epístolas de São Paulo e desenvolvido pelo filósofo Eric Voegelin, uma das principais influências do professor Olavo de Carvalho, para definir o que pode formar uma coesão social harmônica. Assim podemos tentar salvar o que resta do Ocidente - exceto é claro Vila Madalena e adjacências. Contamos com seu PIX para manter seu podcast preferido no ar. Guten Morgen, Brasilien!

118: A nossa crise cultural 06 Mar 2024

Senso Incomum: sensoincomum.org Telegram: t.me/sensoinc Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Livraria Senso Incomum: livraria.sensoincomum.org Chave PIX: flaviomorgen@sensoincomum.org Guten Morgen, Brasilien! O seu podcast preferido, feito para você ficar mais inteligente e perder amigos, está de volta depois de DOIS ANOS! Flavio Morgenstern retorna em grande estilo e, claro, sua ajuda do seus PIX (qual o plural de PIX?) para salvar o Ocidente - exceto Vila Madalena e adjacências! Para reestrear em grande estilo, o Guten Morgen comenta a nossa crise cultural. Não aquela da suposta "guerra cultural" das redes sociais, mas a crise profunda da alta cultura. Flavio Morgenstern explica: começou na Grécia Antiga. a obra de Platão já pode ser entendida como uma crítica cultural. Mas desde o Renascimento, temos duas culturas: uma de elite, das cortes, e outra popular. Se isso mereceria uma defesa da "cultura de elite" em algum momento, Flavio Morgenstern explica: a cultura criada pela elite hoje fala em nome do povo. Todo o seu discurso é ser popular - democrática, diríamos hoje. Enquanto a cultura do povo é desprezada pela elite. É de baixo orçamento, feia e fica pedindo PIX. Como nós. Agora de casa nova, acompanhe Flavio Morgenstern no Guten Morgen, o podcast do Senso Incomum!

117: Clássicos Para O Mundo Moderno 14 Jul 2022

Senso Incomum: sensoincomum.org Telegram: https://t.me/sensoinc Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Fitas Bolachas e Catataus https://www.youtube.com/watch?v=iIJ5S... Garra Cinzenta https://superprumofc.com. Telegram Filipe Trielli: https://t.me/filipetrielli Twitter Filipe Trielli: https://twitter.com/filipetrielli Doe diretamente para nós e ajude a salvar o ocidente: https://bit.ly/3pJfJ7B Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh Assine a revista do Senso Incomum: Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inq... Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categ... Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produt... Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/2017/0... Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil

116: Nossa Crise Brasileira 14 Jul 2022

Senso Incomum: sensoincomum.org Telegram: https://t.me/sensoinc Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Telegram Filipe Trielli: https://t.me/filipetrielli Twitter Filipe Trielli: https://twitter.com/filipetrielli Doe diretamente para nós e ajude a salvar o ocidente: https://bit.ly/3pJfJ7B Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh Assine a revista do Senso Incomum: Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categ... Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produt... Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produt... Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! O Brasil está em crise e isso não é a coisa mais genial do planeta Terra. A questão é sermos minimamente propositivos. Ou… como dá para ser nestes tempos. Para isso serve seu podcast preferido. Na verdade, sofremos uma crise também por culpa dos intelectuais e, sobretudo, dos políticos. Mas não adianta ficar jogando pedras. Em um modelo saudável de comunidade, os políticos ouviriam os intelectuais, e fariam uso da palavra, do poder e da burocracia para transformar o que os intelectuais pensam em políticas, em ações, em movimentações sociais. E os jornalistas reportariam, criticariam, vigiariam e denunciariam. Nossa direita nascente chegou toda atrapalhada. Tendo de conversar com algumas figuras de gosto extremamente discutível. Perdida no meio de um monte de arrivistas que só sabiam fazer teatrinho em canais de mídia (ou em filmes pornôs). E que faz ativismo 25 horas por dia, não ouvindo os intelectuais e, pior de tudo, achando que os intelectuais devam seguir as massas ou os políticos (e não o contrário). Assim, temos jornalistas agindo como políticos. Temos políticos que ficam subindo hashtags e agindo como jornalistas. Os ativistas tratam tudo como propaganda eleitoral, mesmo nos 4 anos de distância entre elas. E os intelectuais… bom, ou devem se calar, ou acabam sendo encarados como marqueteiros gratuitos. É para achar o papel de cada um e propor um novo modelo de pensamento em comum, sem pagar tributo a qualquer ideologia e a nenhum sacrifício da individualidade, que propomos algo no seu podcast preferido! A produção é de Filipe Trielli e Daniel Galli na Panela Produtora, com produção visual de Maycon Douglas. Guten Morgen, Brasilien!

115: Mens sana in corpore sano - com Kim Zucattelli 03 Sep 2021

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Formação Senso Incomum: formacaosensoincomum.com.br/ Guten Morgen Go: go.sensoincomum.org Seja membro do Brasil Paralelo: go.brasilparalelo.com.br/campaign/sen…ejamembro-fm Seja patrono do site e nos mantenha cafeinados: Patreon: www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: livraria.sensoincomum.org ----- Guten Morgen, Brasilien! Em mais uma investida inovadora do Senso Incomum, o seu podcast preferido trouxe ninguém menos do que a grande Kim Zucatelli para conversar conosco sobre fitness, nutrição, Alemanha, ayurveda, faxina, impostos por religião, tradução da Bíblia e como limpar cuspes! Kim Zucatelli veio comentar da sua experiência de sair do país e enfrentar o choque cultural e o quebra-cabeça da língua alemã. De como estudava odontologia, mas percebeu que a burocracia alemã consegue às vezes ser pior do que a brasileira. E de como começou a sua nova carreira, com a semana detox e ajudando as pessoas a terem uma limpeza mental e corporal para emagrecerem e terem uma vida mais adequada, de acordo com as potencialidades dos seus corpos. Como queremos cuidar não apenas dos estudos e do intelecto de nossos queridos leitores e espectadores, mas também de acabar com a obesidade mórbida total e completa de nosso amável público, Kim Zucatelli era uma das entrevistas mais esperadas pelo nosso gordo público! Afinal, estamos em um novo momento, em que cuidamos da cultura e também do fato de nossos leitores estarem tão gordos que, quando trocam o celular de bolso, muda o DDD. Aproveitando o histórico de nossa ex-faxineira de consultórios odontológicos, também falamos sobre a vida na Alemanha, a política em um país tão importante e misterioso para o Brasil em época de peste chinesa. Inclusive o curioso fato de que na Alemanha paga-se imposto de maneira diferente conforme a sua religião. O que gerou certos problemas para nossa Kim Zucatelli… Não perca o Guten Morgen, o seu podcast preferido, agora também filmado! Assista em seu feed de podcasts preferido ou no YouTube – e não se esqueça de se inscrever, ativar o sininho, dar a sua curtida e o seu jóinha! A produção é de Filipe Trielli e Daniel Galli na Panela Produtora, com produção visual dos nossos escravos goianos. Guten Morgen, Brasilien!

114: Filosofia em tempos de crise – com Natália Sulman 14 Jul 2021

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Formação Senso Incomum: https://formacaosensoincomum.com.br/ Guten Morgen Go: https://go.sensoincomum.org Seja membro do Brasil Paralelo: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/senso-incomum-sejamembro-fm Seja patrono do site e nos mantenha cafeinados: Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Guten Morgen, Brasilien! Você pediu, você implorou, você encheu o saco, você chorou em posição fetal embaixo da pia – você só não nos pagou um cascaio, o que teria resolvido o problema desde o começo – mas seu podcast preferido voltou depois de longas férias: e agora com a melhor das novidades: filmado! E nada melhor para este retorno do que estarmos com nossa mais nova colunista, Natália Sulman, e para falar de um tema eterno: filosofia! E, claro, falar de como, por que e o que estudar de filosofia em tempos de crise, que é exatamente o que você quer ouvir no seu podcast! A professora Natália Sulman, formada na Universidade Federal de Pernambuco, que tem uma das melhores páginas do Instagram sobre filosofia (@nataliasulman), junta-se ao time do Senso Incomum para as discussões mais elevadas do que a política rasteira do dia-a-dia. Como tudo o que importa na vida, voltaremos para a Grécia Antiga, lembrando que a estrutura da filosofia é sempre circular, voltando-se as mesmas perguntas formuladas por Sócrates naquela distante Atenas. Mas também passaremos do nível das introduções para discutir mais a fundo problemas filosóficos verdadeiros com filósofos cascas-grossas: há algo de útil na filosofia estética de Hegel? Haverá algum problema em sacar um livro de Kant a esmo da estante sem preparo? O que Platão quer dizer com “prazeres impuros”, se não possui o mesmo conceito de pecado do cristianismo? E – tema ainda mais espinhoso – por que queria expulsar os poetas da cidade? Por que Schopenhauer era tão mal humorado? Spengler tinha algo de correto, ou foi mesmo um proto-nazista? E como fica a filosofia de alguns críticos da modernidade industrial, mas que tampouco recaíram na esquerda mais bocó, como Heidegger e Guénon? E, claro, como Platão também é um artista… A professora Natália Sulman vai analisar do humor dos gregos até a decadência do Ocidente, passando por Kierkegaard, Baumgarten e Olavo de Carvalho, enquanto você dirige, faz seus exercícios ou lava a louça… mas lembrando que agora também estamos no YouTube, então você finalmente pode assistir com os olhos seu podcast preferido! Ou então, continuar ouvindo em seu player de podcast preferido. A produção é de Filipe Trielli e Daniel Galli na Panela Produtora. Guten Morgen, Brasilien!

113: Estudos clássicos na vida moderna – com Clístenes Fernandes 09 Mar 2021

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Patreon: www.patreon.com/sensoincomum Seja membro do Brasil Paralelo e aprenda o que não te ensinaram na faculdade: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/senso-incomum-sejamembro-fm Livraria Senso Incomum: livraria.sensoincomum.org Livraria Senso Incomum: http://livraria.sensoincomum.org Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: institutoborborema.com/produto/curso…ric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: institutoborborema.com/2017/05/08/cu…m-e-politica/ Guten Morgen, Brasilien! Depois do enorme sucesso da primeira passagem do Magister Clístenes Hafner Fernandes pelo seu podcast preferido, nosso grande professor de latim volta ao Guten Morgen para comentar sobre o que realmente importa: estudos clássicos, incluindo muita Grécia Antiga, na era moderna de gente discutindo Big Brother no Twitter! Nosso Magister Clístenes Fernandes, professor de latim na Schola Classica, vem conversar sobre a própria idéia do que seja educação: ex ducare, conduzir para fora, elevar o espírito – portanto, algo nada a ver com o que é conhecido como ensino formal hoje. O que se ensina nas escolas e faculdades são técnicas e alguns conhecimentos jogados e hiperespecializados: não são, propriamente, educação. Hoje temos médicos não-educados, engenheiros não-educados e, o que é mais chocante, professores de filosofia não-educados. Neste cenário absurdo da modernidade, vale a pena voltarmos a entender o que é, propriamente, educação – e termos dicas de um professor clássico para como ficarmos mais inteligentes e perder amigos com eficiência e compostura. Assim, nosso passeio vai desde a Grécia Antiga, como sói, passando pela Idade Média, até entender, por exemplo, por que os povos latinos, mesmo de países extremamente civilizados como a França, consideram que qualquer dono de sebo na Alemanha é extremamente culto. Por que isto se dá e por que precisamos aprender a maravilhosa língua latina para estarmos em diálogo com a grande cultura ocidental? A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora. Não se esqueça de se inscrever na Schola Classica e também no Brasil Paralelo! Guten Morgen, Brasilien! —————- Assine o Brasil Paralelo e aprenda o que não te ensinaram na faculdade: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/senso-incomum-sejamembro-fm

112: Salvando o Ocidente a partir da Paraíba 19 Feb 2021

Guten Morgen, Brasilien! Seu podcast preferido vai salvar hoje o Ocidente a partir de seu epicentro, do núcleo geográfico e intelectual ao redor do qual toda a produção ocidental gira: Campina Grande, na Paraíba! E, diretamente do Instituto Borborema, chamamos o grande Pedro Augusto para nos salvar! Enquanto Pedro Augusto nos salva para podermos descansar, mantendo seu podcast preferido o mais genial da galáxia, você ouvirá como o Ocidente da cultura de cancelamento, de Michel Foucault e Felipe Neto pode ter alguma esperança! Claro, para isso voltaremos ao Antigo Testamento, à filosofia grega antiga e desembarcaremos diretamente na Paraíba para entendermos de onde viemos, que tipo de cinzas somos e para onde vamos - e se lá tem uma buchada de bode digna de separar leitores do Pedro Doria de homens! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora. Guten Morgen, Brasilien!

111: Big Tech is watching you 02 Feb 2021

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: bit.ly/3d8Wleh Patreon: www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: livraria.sensoincomum.org/inquerito-do…fim-do-mundo Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: institutoborborema.com/produto/curso…ric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: institutoborborema.com/2017/05/08/cu…m-e-politica/ Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! O eixo de poder mundial mudou radicalmente, culminando, em 2020, não apenas com o ataque da peste chinesa, mas também com a “curiosa” eleição de Joe Biden, mesmo sem ganhar condados, e com as Big Techs, as gigantes de tecnologia, censurando os perfis de Donald Trump, tanto no Twitter quanto no Facebook, ao mesmo tempo. Quem é a pessoa mais poderosa do mundo, hoje? Para entender como lidar com as Big Techs, precisamos voltar, naturalmente, para a Grécia Antiga, onde as discussões públicas e livres na ágora começaram. Foi com estas discussões que aquilo a que chamamos hoje de filosofia, lógica, ciência (além, claro, da tal “democracia”, que não tem nada a ver com o que vocês repetem por aí). E é exatamente isso que está indo pro cacete com a regulamentação da praça pública moderna pós-2020: a rede social. Ora, tal como Niall Ferguson escreveu em A Praça e a Torre: Redes, hierarquias e a luta pelo poder global, o Facebook, o Twitter e o reino das Big Techs é a ágora moderna – o lugar da discussão livre. Ou, ao menos, era: foram o Facebook e o Twitter que elegeram Trump. Óbvio que os donos da bola não deixariam que isso acontecesse de novo. E para se controlar o que é dito na ágora, basta se controlar a ágora. Hoje, os tais “termos de uso”, com definições vagas, imprecisas e que dão um poder discricionário e violentíssimo aos donos da bola, como “discurso de ódio”, valem mais do que a Constituição. Ou seja: a arbitrariedade absoluta, os desejos pessoais dos ricos, as definições indefinidas de progressistas que tratam ofensa como moeda de troca valem mais do que categorias precisas. A censura vira “controle de fake news” ou “não permitimos discurso de ódio”. De repente, todos na ágora estão “democraticamente” falando a mesma coisa. Concluindo o mesmo. Votando no mesmo. Acreditando no mesmo. Cientificamente. Em nome da democracia. É este cenário maravilhoso, que lembra tanto o Ministério da Verdade de 1984, de George Orwell, que é o nosso futuro. Como já havíamos dito, a peste chinesa mataria muito. A resposta dos governos e dos poderosos (porque, ao contrário do livro de Orwell, a censura hoje vem de entidades privadas) mataria muito mais. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger. Você pode ouvir no player abaixo, ou pelo seu aplicativo preferido: Spotify, Deezer, YouTube e afins. Guten Morgen, Brasilien!

110: Grécia Antiga e Antigo Testamento - com Clístenes Hafner 27 Nov 2020

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh GUTEN MORGEN GO - Primeira Guerra Mundial: https://go.sensoincomum.org Assine a revista do Senso Incomum: Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/2017/05/08/curso-infowar-linguagem-e-politica/ Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! Vocês pediram, vocês imploraram, vocês encheram o saco: um episódio especial só sobre os nossos dois temas preferidos está no ar! E para falar de Grécia Antiga e Antigo Testamento no seu podcast preferido, trouxemos nada menos do que o Magister Clístenes Hafner Fernandes, professor de latim na Schola Classica, do Instituto Hugo de São Vitor! Nessa conversa com o Magister Clístenes, abandonaremos a política cotidiana e vamos ao que realmente importa ler na vida: os maiores clássicos da humanidade. Sobretudo do Antigo e Novo Testamento e da Grécia Antiga: sabemos que quase tudo o que veio depois é plágio. Aqui você vai aprender a se introduzir ao mundo dos homens adultos e cultos de verdade: o mundo da Ilíada e da Odisséia de Homero, do Antigo e do Novo Testamento da Bíblia, com ainda incursões pelos poemas de Hesíodo (como A Teogonia e Os Trabalhos e os Dias), a tragédia grega trabalhando seus mitos para uma Atenas já urbana e desenvolvida, além da Eneida de Virgílio – auge da produção intelectual e poética latina –, a Divina Comédia de Dante e outros clássicos. Nosso Magister Clístenes vai inclusive tirar a maior dúvida de nossos ouvintes: como começar a ler estes grandes clássicos? Afinal, ninguém larga O Antagonista em um dia e está conseguindo decifrar os hexâmetros datílicos homéricos no dia seguinte. Parece até grego. E pior: é grego mesmo! Um episódio só sobre nossos temas preferidos – todo mundo já sabe que usamos qualquer coisa como desculpa para falar de Grécia Antiga e Antigo Testamento – era o que você mais esperava – e nós sabemos disso! A produção é de David Mazzuca Neto e Filipe Trielli na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger. Guten Morgen, Brasilien!

109: Pós-capitalismo – The great reset 20 Nov 2020

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh GUTEN MORGEN GO - Primeira Guerra Mundial: https://go.sensoincomum.org Assine a revista do Senso Incomum: Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/2017/05/08/curso-infowar-linguagem-e-politica/ Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! Enquanto as pessoas no rés-do-chão debatem esquerda e direita, com termos imprecisos ou falsificados, tomados de assalto da alta ciência política e escangalhados no baixo reino do jornalismo e das contendas panacas de redes sociais, lá nas altíssimas esferas, entre as pessoas que mandam no mundo, o capitalismo sofre o que está sendo chamado de the great reset. Antes que as agências de censura travestidas de auto-intitulado “fact-checking” venham chamar isso de “teoria da conspiração” com sua falta de cultura, entendamos: a revista Time, uma das revistas mais influentes do mundo, fez uma edição especial chamada justamente de The Great Reset, advogando por uma reforma do capitalismo depois de 2020, o ano da peste chinesa. E não é uma escolha de editores, ou uma teoria qualquer que será ignorada duas semanas depois, ou uma mudança de pouca monta, como um imposto ou uma lei de inclusão de mulheres em cargos de CEO: pelo contrário, são as pessoas mais ricas e poderosas do mundo, como Klaus Schwab, líder do Fórum Econômico Mundial, os CEOs do Walmart e do Mercado Libre, Tony Blair, a família real britânica, os donos da Sompo Holdings, a chefe do FMI e outras figuras desta jaez falando abertamente em mudar o capitalismo depois da peste chinesa. E o alvo, é claro, é cultural e de controle, sobretudo da internet. Para liberais que ainda acreditam que a luta é entre mercado e Estado (sem nunca perceber que o mesmo agente está dos dois lados desde que o mundo é mundo), o prognóstico é de que o propalado great reset está propondo justamente um controle de deixar os comunistas com inveja da vida pública, mas feito por megacorporações privadas. Também comentamos quem analisou o capitalismo da única forma aceitável para quem quer uma discussão séria: de maneira filosófica. Falamos de G. K. Chesterton e sua teoria do distributismo, que nada tem a ver com teorias “distributivistas” de socialistas e da social-democracia. Afinal, o mundo e os sistemas políticos e econômicos não serão nem um pouco parecidos com o que foram a partir de 2020 – e simplesmente ninguém está discutindo isso. Não deixe de ler seu livro Um Esboço de Sanidade – Pequeno Manual do Distributismo, na Livraria do Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/um-esboco-da-sanidade A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger. Guten Morgen, Brasilien!

108: O espectro Trump 13 Nov 2020

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh GUTEN MORGEN GO - Primeira Guerra Mundial: https://go.sensoincomum.org Assine a revista do Senso Incomum: Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/2017/05/08/curso-infowar-linguagem-e-politica/ Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! Um espectro ronda a América – e o mundo: o espectro de Donald Trump! A mídia passou a última semana inteira comemorando (literalfando famente) a “vitória” de Joe Biden, dada pela… própria mídia. De repente, o assunto mudou, o tom abaixou, a festa da vitória pareceu os 40 segundos de comemoração do título de Felipe Massa. Donald Trump está no páreo. Mais do que isto, está com belíssimas chances, e com uma tranqüilidade invejavelmente assustadora. Mas, muito mais do que isto, o que significa a presidência Trump – e um segundo mandato do orange man – no mundo da cultura de cancelamento, das políticas identitárias, dos auto-declarados “Antifa”, de agências de suposto “fact-checking” contra hipotéticas “fake news” e das celebridades podres de ricas, algumas com sérios problemas com pedofilia? Curiosamente, quem deu uma chave de leitura bem curiosa para se enxergar este começo de século XXI foi um alemão chamado Karl Marx. Foi o criador do moderno comunismo que afirmou que o capitalismo traria consigo a sua própria ruína, porque “os pobres ficariam cada vez mais pobres, e os ricos cada vez mais ricos”. Que os pobres apenas não faziam a revolução e instaurariam a ditadura do proletariado porque estavam inertes, sem “consciência de classe”, porque estavam enganados pela “ideologia do capital”. No tempo de vida de Marx, bem ao contrário de sua logorréia, os pobres ficaram cada vez mais ricos, sem que os ricos perdessem dinheiro (riqueza se cria, não apenas se transfere). Marx, portanto, acreditava que o século XX seria o século do comunismo. Pelo contrário, enquanto todos os estudantes de abstrações e teorias de imaginário falavam tanto em revolução, na vida real, no mundo concreto e pontiagudo, a América foi o grande país do globo, sobretudo a partir do último ano da Primeira Guerra Mundial. Como fica o pensamento da esquerda hoje, pós-queda do Muro de Berlim, pós-Lula, pós-Trump? Exatamente com o que todos os seus contatos de WhatsApp têm contra Donald Trump: a idéia de que… mesmo ricos, mesmo livres, mesmo mais poderosos, estamos sendo enganados pela mesma estrutura descrita por Marx, agora travestida de “racismo estrutural”, “colonialismo”, “sociedade patriarcal”, “interseccionalidade”, “homofobia”, “obscurantismo religioso” ou a caçula da família das desculpas estúpidas, “fake news”.

106: Quem checa os checadores? 20 Oct 2020

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh GUTEN MORGEN GO - Primeira Guerra Mundial: https://go.sensoincomum.org Assine a revista do Senso Incomum: Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/2017/05/08/curso-infowar-linguagem-e-politica/ Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! Enquanto as pessoas sem cultura (ou seja, que não ouvem o Guten Morgen, o seu podcast preferido) discutem ninharias nas redes sociais achando que são coisas importantes, nós, os cobras, sabemos que a notícia mais chocante sem mortes do século foi a censura disfarçada de suposto "fact-checking" (ou falta de) da reportagem do New York Post sobre os negócios escusos do filho de Joe Biden, Hunter Biden, alegando poder ser uma tal de "fake news", o termo que todos os bocós aprenderam a repetir obedientemente para se sentirem inteligentes, filosóficos e científicos. Agências de suposto e auto-intitulado "fact-checking" são exatamente o Big Brother do 1984 de George Orwell: burocratas com interesses políticos (e partidários) querendo dizer o que é verdade por nós. Ou seja, controle totalitário. Ou seja, censura. Ou seja, o que todo tirano e genocida no mundo quis: uma agência de fact-checking para escolher "checar" só o que os outros dizem, e proibir ou menosprezar a sua circulação. Agências mentirosas como Lupa, Aos Fatos, UOL Verifica, Estadão Verifica, Boatos e outras espalham fake news a rodo, como já demonstramos neste Senso Incomum e vamos continuar checando. Mas elas retiram seu garbo de dois fatores completamente totalitários: o poder de controlar as informações que circulam e a repetição robótica e bovina pela população dos termos que eles escolhem tratar como grandiosos – como "fascista" não colou, lá vem fake news pra cá e fact-checking pra lá, fazendo os trouxas acreditarem que viraram reis-filósofos por aprenderem a obedecer gente poderosa querendo controlar o mundo. Isso não significa a defesa de fake news, tal como criticar o Big Brother is watching you de Orwell não significa a defesa da mentira: significa a crença de que a liberdade e o pensamento racional, filosófico, técnico e científico é sempre melhor do que a crença ideológica no controle e na censura, ainda que travestida de nomes chiquezinhos nos quais o rebanho acredita e repete goebbelsianamente. Em outras palavras: a reportagem foi censurada antes de passar por uma suposta agência de auto-intitulado fact-checking. Nem mesmo a desculpa mais estúpida já inventada para a censura foi usada: tratou-se de censura no modelo mais brega, autoritário e desabrido de todos, tentando esconder uma reportagem antes de passar por uma agência de suposto fact-checking, por saber que era uma reportagem que prejudicaria Joe Biden.

105: O inquérito do ███ - com Cláudia Piovezan e Ludmila Lins Grilo 15 Oct 2020

Senso Incomum: http://sensoincomum.org/ Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Curso "Ciência, política e ideologia em Eric Voegelin", com Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ GUTEN MORGEN GO - Primeira Guerra Mundial: https://go.sensoincomum.org Assine a revista do Senso Incomum: Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Guten Morgen, Brasilien! Como a nossa democracia é plena e garante completamente a nossa liberdade, o que nenhum outro modelo permite, e como as instituições estão funcionando para garantir que nunca teremos nenhuma preocupação com perseguições políticas, podemos falar com tranquilidade do inquérito do ███, e para isso chamamos as doutoras Cláudia Piovezan, promotora de Justiça de Londrina, organizadora do livro Inquérito do fim do mundo: O apagar das luzes do direito brasileiro, e a juíza Ludmila Lins Grilo, também autora do livro e já se tornando habitué do Guten Morgen, o seu podcast preferido! Nessa conversa comentamos sobre o livro Inquérito do fim do mundo, mas não apenas sobre ele. As doutoras Cláudia e Ludmila comentam como o inquérito realizado pelo ███ e presidido por █████████ ██ ██████ garante a plena liberdade do Brasil, afinal é exatamente esta a função do ███! E como nossas instituições e quem as preside são o maior bem que temos em vida – diríamos, em toda a Eternidade! – o inquérito 4.781, que já mandou quebrar sigilos, fez buscas e apreensões e mandou até prender pessoas com críticas aos ocupantes do ███ é a melhor coisa do mundo! O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é brasil-paralelo-cursos.png Aprenda mais e irrite seus amigos inscrevendo-se no Brasil Paralelo Graças ao inquérito, que caça fake news, que nem são definidas, e nem sequer estão em Código Penal algum, mas o ███, que cuida tão bem de nós, já fez até mesmo o trabalho de definir por nós o que é crime e o que enseja busca e apreensão e prisão, garantindo a nossa liberdade e viva a democracia! Além disso, o ███ cuida de acabar com o "discurso de ódio", que também não está definido em lugar nenhum, mas é tratado como qualquer conteúdo crítico ao ███, que é democrático e não odeia nada nem ninguém. Como discordar do inquérito e do ███ é anti-democrático, para garantir a liberdade democrática o inquérito vai acabar com a liberdade de quem não é democrático, o que só o próprio ███ pode definir por nós. Afinal, la démocratie est le ███. E todos os jornalistas concordam, então, não poderíamos estar mais seguros. Se tem alguém que sabe o que é democracia e não gosta de tirano é jornalista. Jornalista nunca praticaria censura, por exemplo. São a melhor fonte do Direito. O inquérito do ███ foi fundado com base no artigo 43 do Regimento Interno do ███, que garante que qualquer crime cometido dentro e nas dependências do ███ será investigado pelo próprio ███. O Regimento Interno foi feito bem antes da Constituição de 88, mas o ███ é que entende do que é democrático numa democracia democraticamente consolidada. Além disso, o ministro ███████ definiu que, numa era digital, o ███ está em todo lugar, então democraticamente as críticas, o "discurso de ódio" ao ███ está proibido para garantir nossas liberdades! E tome busca e apreensão e prisão comemoradas por jornalistas! Viva o Estadodemocráticodedireito!

104: Como resgatar a liberdade no Brasil 07 Oct 2020

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103: Por que ler os clássicos na crise - com Diogo Fontana 03 Sep 2020

Seja membro do Brasil Paralelo: https://site.brasilparalelo.com.br/seja-membro/?src=91492b9dc0fe420a952402bd4816bec1& Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org/ Curso Jordan Peterson - Entre a Ordem e o Caos: http://olivertalk.com/curso-jordan-peterson/?ref=J32519121W Faça seu currículo com a CVpraVC: https://sensoincomum.cvpravc.com.br/ Loja Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Guten Morgen, Brasilien! Em meio à maior crise política, econômica, de valores e de própria definição do Ocidente, uma pergunta inquieta as pessoas cultas, inteligentes, sábias, bonitas, marombadas e de peito peludo em cima de suas Harleys: qual grande clássico da literatura devemos ler hoje? E nada melhor do que convidar um editor de literatura barra pesada, o grande Diogo Fontana, da editora Danúbio, para responder esta questão! Ok, pessoas diminutas, com QI deficiente e que bebem cerveja aguada estão preocupadas com o Bolsonaro. Com a última nota do Antagonista ou a última coluna da Folha. Mas nós, pessoas lindas, simpáticas, admiradas e doutas sabemos que nem o mais conturbado dos presentes tem muito valor diante da imensidão da Eternidade. E foi na tribulação dos piores períodos da história que a melhor das literaturas surgiu. Ninguém se lembra hoje quem são os Antagonistas e colunistas da Folha da época. Mas lembramos de Dante pensando na Eternidade no meio das guerras familiares e corrupção sodômica de Florença. Também lembramos de Dostoievsky no mar de revoluções dos últimos anos do tsarismo, sem sequer conhecer os jornalistas e as pessoas que ficavam no Twitter da época comentando tretinhas como se fosse a coisa mais importante do Universo. Sabemos quem são Shakespeare e Cervantes, mas não sabemos quais eram as fofocas do período elisabetano ou do início da modernidade espanhola. E afinal, pelo que é que nós, pessoas másculas, invejadas, geniais e exagerando no grau sexy lutamos? Não é pelos valores eternos, e não pela última modinha no Twitter? Pela alta cultura, e não por meia dúzia de -ismos e -fobias de comedores de soja, espectadores do Felipe Neto, leitores de Djalmira e ouvintes de Anitta? Diogo Fontana aproveita essa turbulenta crise justamente para falar dos clássicos - e por que devemos falar mais de clássicos e menos de pessoas desimportantes, que nunca serão clássicos - e mesmo nunca lerão os clássicos, que devem ser o grande tema das nossas conversas. Ligue o som, eleve a linguagem, aprecie um bom vinho, puxe bastante ferro - e seja clássico e esteja em diálogo com os clássicos, ao contrário daquele povo esquisito e malcheiroso que lê revista piauí, fala gírias de retardado, fuma maconha e não ouve o Guten Morgen. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produta, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

102: Por uma CPI do MBL 21 Aug 2020

Livro Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Patreon: http://patreon.com/sensoincomum Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Filie-se ao Brasil Parelelo: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/91492b9d-c0fe-420a-9524-02bd4816bec1 Guten Morgen, Brasilien! Após longas férias, o seu podcast preferido está de volta, chutando bundas e pronto para te tornar uma pessoa mais inteligente e te fazer perder mais amigos! E desta vez, aprofundará a perda de amigos que caíram no isentismo (o centrão gourmet) e que, em tempos recentes, se mostraram uma ameaça à liberdade no Brasil ainda pior do que os arroubos do PT. E vamos propor de cara a única coisa que enxergamos que pode melhorar o país: uma CPI do MBL. Membros do MBL, o Movimento Brasil Livre, foram alvos de busca e apreensão recentemente, mostrando que o Ministério Público estava de olho e bastante desconfiando de um movimento que, supostamente, não tem fins lucrativos, mas recebe doações intermitentes de Alessander Mônaco por superchat de maneira estranha, e tem movimentações financeiras não-declaradas, na melhor das hipóteses, suspeitas. Alessander Mônaco recebia quase R$ 90 mil mensais de sua empresa, mas fez concurso para uma vaga que rendia apenas R$ 6 mil, e doava praticamente o salário inteiro para o MBL. Ainda por cima: trabalhava destruindo arquivos de Estado... Mas mais do que qualquer erro com a infernal burocracia brasileira, parece haver um modus operandi no MBL, que se assemelha perigosamente com o método de lavagem de dinheiro de muitos criminosos financeiros. O MBL, afinal, se recusa a abrir suas contas e foge dessa questão como o diabo da cruz. Por que o MBL tem tanto medo de revelar suas movimentações e doações? Também vimos o MBL fazer evento com João Doria. Com ministro de Michel Temer. Com jornalistas e amigos de jornalistas que subiram a carreira com a gestão de João Doria. E com o próprio Michel Temer! Isso sem falar na figura emblemática do MBL: Carlos Afonso, o "Luciano Ayan". Foi nosso herói Afonso que produziu relatórios que, como ele se jacta, foram usados na CPMI das Fake News para perseguir adversários, ensejando buscas e apreensões e até prisões de pessoas que cometeram o crime de serem amigas umas das outras e não gostarem do Afonso. Preso na mesma operação que prendeu Alessander Mônaco, "Luciano Ayan", além de movimentar quase um milhão sem declarar, é o criador da teoria da conspiração de que existiria um "gabinete do ódio", ou "milícias virtuais" ou uma "seita política" ou coisas do tipo, que foram tratadas como a maior verdade factual do planeta, sendo acreditada e espalhada por jornalistas como José Fucs e Felipe Moura Brasil. É por isso que existe inquérito no STF (compre o livro Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo). É por isso que existe CPMI das Fake News, para perseguir opiniões políticas. É por isso que criam mecanismos de controle em redes sociais. E, conforme revelamos com exclusividade (https://sensoincomum.org/2020/08/14/mp-pede-investigacao-de-luciano-ayan-por-possivel-posse-de-pornografia-infantil/). Afonso "Luciano Ayan" fez relatórios para a CPMI das Fake News que foram usados pelo ex-ator pornográfico Alexandre Frota, que recomendou filmes pornográficos e espalhou fake news sobre Olavo ed Carvalho na própria CPMI. Quer mais motivo para outra CPI ou CPMI para investigar o MBL e, sobretudo, os seus tentáculos e influência? A produção é de Felipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier.

101: UFC Brasília – Moro vs Bolsonaro 04 May 2020

Absolutamente nada até hoje dividiu tão fortemente a direita quanto o pedido de demissão de Sérgio Moro, acusando Bolsonaro de crimes. Ouça o que passou batido no seu podcast preferido! Guten Morgen, Brasilien! Enquanto os grandes eventos esportivos não retornam as atividades normais para realmente dividir o país, ao menos as últimas semanas mostraram que o Brasil tem a quarentena com mais emoções do planeta Terra, graças ao UFC Brasília: Sérgio Moro x Jair Bolsonaro! O ex-juiz e agora ex-ministro Moro, um gigantesco símbolo da luta anti-corrupção no país, foi colocado no governo Bolsonaro como ministro da Justiça exatamente para delinear as políticas contra a corrupção e o crime organizado, que permitiram que o governo Bolsonaro fosse o que mais diminuiu a criminalidade já no primeiro ano de mandato. No entanto, apesar de muito forte como símbolo, Sérgio Moro é uma figura até hoje quase que completamente desconhecida do público geral. Sabemos os seus gostos? O seu jeito? Suas idéias além da lei? Quais seus autores preferidos? Se prefere Metallica ou Beatles? O agora ex-ministro, como é consabido, caiu atirando ao pedir demissão: acusou Bolsonaro de pelo menos dois crimes, em uma entrevista coletiva convocada com hora marcada para entregar nitroglicerina pura à mídia – que, não é segredo para ninguém, não gosta muito de Bolsonaro. Tudo por conta da sugestão de Bolsonaro de substituir Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal, o que até o STF considerou "proibido", sem mostrar em que ponto da Constituição o presidente não pode indicar quem quer que seja (conforme a Constituição é explícita), e muito menos em que ponto da Constituição o STF pode nos brindar com sua piedosa opinião sobre tal assunto. Como uma espécie de botão do morto, Sérgio Moro ainda entregou bem para o Jornal Nacional da Globo prints de uma conversa com Bolsonaro, dando a entender, em uma gigantesca forçada de interpretação, que Bolsonaro estaria querendo negociar com seu ministro um nome em comum para a Polícia Federal para proteger aliados (o primeiro parágrafo da nota refuta Moro), além de uma conversa com a deputada Carla Zambelli, também dando a entender, mas sem prova alguma, que Zambelli estaria "negociando" um nome comum para a Polícia Federal em troca de indicação de Moro ao STF (?!), o que não cabe a uma deputada – e, afinal, indicação para a chefia da Polícia sempre foi atribuição do presidente, sem precisar dar satisfação a seus ministros. Bolsonaro logo convocou um pronunciamento com todos os seus ministros para refutar Sérgio Moro. Conclusões apressadas pulularam nas redes, mas, sobretudo, no Legislativo e no STF, proclamando por um impeachment, que agora se tornou a tônica de um país, literalmente, parado. Pouco ainda sabemos para conclusões tão peremptórias, mas muito mais do que se imagina foi revelado nas entrelinhas de cada um destes tristes dias de nossa nação. A análise que fazemos... bem, você ouvirá no seu podcast preferido, clicando abaixo, pelo canal do Senso Incomum no YouTube ou no seu agregador de podcasts preferido! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! O Guten Morgen Go – Primeira Guerra Mundial já está no ar!! Conheça o conflito que moldou o mundo problemático em que vivemos em go.sensoincomum.org Faça seu currículo com a CVpraVC e obtenha bônus exclusivos: https://sensoincomum.cvpravc.com.br Conheça a Livraria Senso Incomum e fique inteligente como nós: https://livraria.sensoincomum.org Vista-se com estilo e perca amigos com a loja do Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/

100: China Do ópio ao vírus 07 Apr 2020

Guten Morgen, Brasilien! Sentiram nossa falta? Nós também sentimos nossa falta! E também a sua, é claro! Mas foi por uma causa maior - ao menos com potencial maior de destruição: o coronavírus, o micróbio do (...) que fez o planeta ficar monotemático, da Polinésia à Islândia. Mas um país se destaca em nossas preocupações: a ditadura comunista com mais população no planeta, o país de Xi Jiping, a toda-poderosa China! E será para falar do gigante asiático que faremos o nosso tão esperado, tão desejado, tão pedido e tão implorado episódio 100 do Guten Morgen, o seu podcast preferido! A China, sua história, sua política e sua atuação na geopolítica mundial são pouco conhecidas no Brasil. Mas, mesmo com as limitações de um resumo forçado, comentaremos a influência do confucionismo na formação da mentalidade chinesa e seu sistema de poder. Lembraremos de uma das marcas da cultura chinesa (tal como é o verde para o Brasil): a rota da seda, a principal rota comercial do mundo da Antigüidade - ou melhor, desde a Antigüidade até hoje, pois Xi Jiping tem como grande sonho restaurar a rota da seda e o monopólio chinês sobre o comércio internacional. Foi a rota da seda que Marco Polo teria feito em suas viagens. Aliás, Marco Polo é quem marca a relação moderna do Ocidente com a China. E lembra-se de que ele é italiano? Pois é, a Itália. Também lembraremos que não é a primeira vez na história em que um vírus chinês dominou o Ocidente conhecido: buscando escapar do monopólio imposto pelos chineses na rota, navegadores genoveses foram para a China por outro caminho, e de lá voltaram com seda, especiarias e muitas outras coisas desejadas por europeus - e também uma certa peste bulbônica nos ratos dos porões de seus navios... Um micróbio que sai da China e coloca o Ocidente de joelhos, começando pela Itália. Soa familiar? Se a peste negra foi o ápice de uma espécie de incipiente guerra biológica entre a China e o Ocidente, algo bem pior ocorreu bem depois, já no século XIX: as duas Guerras do Ópio, que, além de criarem o estado de Hong Kong, marcam o início de um conflito comercial e econômico no auge do colonialismo, que marcaria para sempre a cultura chinesa: tanto o seu problema com ópio (até os dias de hoje) quanto um revanchismo com o Ocidente que envolve... bem, adivinhe? Isso sem falar no avanço da centralização, no desprezo pelo indivíduo em prol do coletivo e na mentalidade de superioridade da China para dominar o mundo com a revolução comunista chinesa, capitaneada por Mao Tsé-tung - ou Mao Zedong, como prefira chamá-lo... A mentalidade de Xi Jiping é simples de ser entendida: o potencial do nacionalismo chinês e seu centralismo burocrático desde os primórdios do confucionismo, aliado a uma postura de dominação cultural pelo monopólio comercial da rota da seda - que, hoje, poderia incluir, entre outros países, um certo Brasil que está se vendendo para a China nas mãos de liberais sem nenhum propósito moral... É neste clima tétrico e de enfrentamento de um gigante chinês que marcamos nosso episódio 100 - e lembrando a todos que o Guten Morgen Go - Primeira Guerra Mundial já está no ar - e sim, a China se modifica, deixa de ser um grande palco a ser disputado por potências coloniais e cria o seu "nacionalismo chinês" com Chiang Kai-shek exatamente no período mais importante e menos estudado da história mundial... As vagas são limitadas, então não deixe de se inscrever em go.sensoincomum.org O Guten Morgen Go – Primeira Guerra Mundial já está no ar!! Conheça o conflito que moldou o mundo problemático em que vivemos em go.sensoincomum.org Faça seu currículo com a CVpraVC e obtenha bônus exclusivos: https://sensoincomum.cvpravc.com.br Conheça a Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Vista-se com estilo e perca amigos com a Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/

99: Da absurda incultura dos jornalistas 18 Feb 2020

Guten Morgen, Brasilien! Para animar uma semana de Carnaval, nada melhor do que unir dois temas queridos pelo público de nosso podcast: literatura e humor com a extensa e abissal incultura de nossos jornalistas! Para isso, chamamos novamente nosso sub-editor Carlos de Freitas para comentar uma maravilhosa frase de Hugo von Hofmannsthal: Nada acontece na política de um país que não esteja primeiro em sua literatura. Com esse dito genial de Hofmannsthal, aprendemos duas coisas básicas: que a imaginação moral e referencial do brasileiro é seriamente deficitária, muito mais do que a de países muito mais atrasados economicamente e assolados por péssima política do que o Brasil. E também que a cultura de nossos analistas políticos, que deveriam ser os guias culturais - jornalistas tomam a função de serem os arautos das coisas importantes para o povo - é uma lástima infernal. Ou seja: não temos referências, nem mesmo do que é belo, moral, verdadeiro, porque a classe falante não tem leitura. Apenas segue palavras cegas e abobadas, como "feminismo", "ataque" ou "fake news", sem nunca formar o mais básico silogismo. Sem juntar lé com cré. E formando gerações absolutamente incapazes de desvendar o que é verdade e o que é mentira em fatos óbvios da vida. Com base nisso, Carlos de Freitas e Flavio Morgenstern comentam, é claro, literatura grega antiga, porque ninguém é de ferro. E literatura alemã. E literatura austríaca. E a Primeira Guerra Mundial. E os conflitos lingüísticos na mitologia. E a CPMI das Fake News. E os textos de jornalistas cheios de erros de português se achando o máximo por citarem conceitos toscos de Michel Foucault. E, enfim, alta cultura com nosso admirável bom humor. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! --------------- Conheça a Livraria do Senso Incomum com títulos selecionados:

98: Auschwitz 75 anos depois 31 Jan 2020

Guten Morgen, Brasilien! Nesta semana completou-se 75 anos da libertação de Auschwitz, o mais horrendo e conhecido campo de concentração onde eram assassinados judeus em massa durante a Segunda Guerra Mundial. Também foi um momento em que a esquerda deixou o disfarce e os eufemismos e elogiou abertamente o Exército Vermelho da União Soviética de Stalin, congratulando o mais violento Exército a atormentar civis do século XX por ter "libertado" o mundo dos nazistas. Mas será que a história é mesmo tão maniqueísta e combina tanto com este reducionismo? Pelo contrário: qualquer estudioso de campos de concentração é claro em afirmar que o Gulag, o complexo de campos de concentração soviéticos, não é apenas anterior aos campos nazistas: os soviéticos ensinaram os alemães a obter uma economia industrializada com trabalho escravo de seus inimigos. Afinal, soviéticos, do socialismo internacional, e nazistas, os nacional-socialistas, tinham muito menos diferenças de pensamento do que tinham dos liberais e conservadores do Ocidente. Pra piorar, foi por culpa dos soviéticos – e não exatamente dos alemães – que a Polônia estava tão fragilizada na Segunda Guerra. Mas, afinal, por que Auschwitz? Ou melhor, por que a Polônia? Por que os nazistas mataram comparativamente mais judeus no país ocupado do que na própria Alemanha? Neste episódio do seu podcast preferindo, vamos analisar qual era o plano do "nacionalismo alemão", e o que ele tinha de diferente do nacionalismo alemão do romantismo. Também mostraremos como Adolf Hitler moldou sua mentalidade a partir da Primeira Guerra Mundial, e como os alemães, o povo que mais recebeu judeus na virada do século, passaram a enxergar a matança indiscriminada como uma "solução final para o problema judaico" (Endlösung der Judenfrage). E já avisamos: as respostas serão mais complexas do que parecem... Não se esqueça de que hoje é o ÚLTIMO DIA para assinar o Guten Morgen Go sobre a Primeira Guerra Mundial – e lembre-se de que é quase impossível entender de fato o nazismo sem entender as complexas questões modernas que a Alemanha se impôs e impôs ao mundo a partir da Grande Guerra... Corra para go.sensoincomum.org A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

97: Por que a literatura brasileira não reflete a realidade? 23 Jan 2020

Guten Morgen, Brasilien! Fazendo uma pausa com temas políticos chatos e com duração de uma semana, chamamos nosso querido colunista Carlos de Freitas para comentar uma frase de Olavo de Carvalho, logo no início do COF: a afirmação de que a literatura brasileira é a única literatura no mundo que não reflete a realidade do país. Ou seja, países muito mais pobres e atrasados materialmente do que o Brasil, seja na América Central ou África, possuem literaturas mais avançadas e trabalhadas. E, sobretudo, que de uma forma ou de outra, mesmo simbolicamente, refletem algo da realidade de seus países, enquanto a nossa literatura quase inteira fala unica e exclusivamente sobre como era ruim a ditadura militar. Ou seja: as angústias atuais do povo brasileiro, seja a insegurança e a pobreza, ou mesmo temas muito mais afastados da política, como o estranhamento urbano em relação à natureza, o conflito moral interno, a honra, o desentendimento familiar, a perda do sentido do sagrado e o diálogo com Deus – tudo isso está alheio em uma literatura de tipos quadrados, estereótipos e tipos abertamente fracassados, sempre inferiores a seu meio e culpando as circunstâncias por sua miséria. Por que isto ocorre? O Brasil, afinal, já é um país que começa a se tornar materialmente rico, enquanto nossa cultura e imaginação só se deterioram e se empobrecem – para não falar de nosso domínio sobre a língua portuguesa. Nesse podcast, falaremos sobre literatura, sobre cultura e os grandes temas que movem a humanidade desde antes de inventarem a escrita – o heroísmo, a amizade, as aventuras, as intrigas – até chegarmos aos temas da modernidade, no que ela produziu de bom. De Homero a Coleridge, da Bíblia a Houellebecq. E tudo comentando sobre grandes livros, é claro – porque você deve aproveitar este ano para ler mais o que importa, e o único jeito para isso é lendo menos o que não importa. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! ------------- Conheça a importância da Primeira Guerra Mundial assinando o Guten Morgen Go - go.sensoincomum.org

96: Filipe Martins e a geopolítica brasileira 16 Jan 2020

Guten Morgen, Brasilien! Enquanto o mundo se prepara para a Terceira Guerra Mundial (vide nosso último episódio, sobre Trump x o Irã), o Brasil ganhou um destaque radicalmente diferente do mundo, sobretudo pela geopolítica do governo Bolsonaro. E tudo isso graças ao trabalho de Filipe G. Martins, que abandonou o cargo de editor-assistente deste Senso Incomum para assumir a Assessoria de Assuntos Internacionais da Presidência da República. Ou seja: o Brasil deixou definitivamente de ser um "anão diplomático". E, muito mais importante, o mundo olha para Jair Bolsonaro como um dos líderes mais importantes, para o bem ou para o mal – mas não mais com a condescendência que se olhava para um pobre país exótico e periférico, com um presidente analfabeto e uma presidente francamente pirada como foi no passado recente. Filipe Martins volta ao seu podcast preferido para comentar como enxerga questões fundamentais, como o novo alinhamento do Brasil em relação ao Oriente Médio, como a nova relação do país com Israel, inclusive iniciando o processo de mudança da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. Além de tudo, Filipe Martins também explica para leigos como funciona na prática o tal globalismo, que pegou todos os jornalistas de surpresa. Fala sobre a filosofia de Olavo de Carvalho. A indicação de Nestor Foster para embaixador nos Estados Unidos. E também comenta como é ser acusado de ser o chefe de um suposto "gabinete do ódio" – sendo que todos sabem que nós é que damos ordens nele... Tudo isso com a cultura, humor e profundidade que você está acostumado, sobretudo quando o Filipe Martins é nosso convidado! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! Conheça a importância da Primeira Guerra Mundial assinando o Guten Morgen Go - go.sensoincomum.org!

95: O Irã pode iniciar a Terceira Guerra Mundial? 09 Jan 2020

Guten Morgen, Brasilien! Donald Trump acalmou os ânimos ocidentais, mas e os ânimos iranianos, como estão após a morte do maior terrorista de 2019, Qasem Soleimani? Conforme gênios da análise geopolítica como Felipe Neto, Vera Magalhães, Detremura, Arnaldo Jabor et caterva, o mundo vai buraco e vamos todos morrer porque Trump iniciou uma guerra nuclear apenas para disfarçar que está quase sofrendo impeachment. Será que o Irã é capaz de realmente causar a Terceira Guerra Mundial? Se o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand na Bósnia desencadeou uma onda de invasões e declarações de guerra por conta de um complexo sistema de alianças internacionais, não ocorreria o mesmo agora, que o Irã está alinhado a um sistema que envolve Rússia, China e Síria (só para nomear os figurões), enquanto a América tem como aliados Israel, Arábia Saudita e, veja só, o Brasil? Os prognósticos agora apontam para a paz ou para uma escalada de violência e de conflito? Para responder a esta questão, precisamos voltar à Grécia Antiga e ao Antigo Testamento – ou melhor, entender que o Irã é exatamente um curioso cruzamento de regime totalitário, teocrático, mas também racista, xenófobo e que tem algumas peculiaridades em relação a seus vizinhos – vários deles árabes. A postura do Irã permaneceu idêntica desde 1979, mas a postura americana em relação ao país foi bem diversa – e os últimos três presidentes americanos lidaram com o Irã de maneiras completamente diferentes: George W. Bush, Barack Obama e Donald Trump. Entender estas diferenças é crucial para entender o histórico recente de conflitos com o Irã, e qual o significado da morte de Qasem Soleimani para o Irã e para o futuro da região, ou mesmo o que raios Donald Trump quer ao autorizar o ataque ao terrorista número 1 do planeta. Ah, e Terceira Guerra Mundial? Bem, para isso você precisará antes entender a Primeira Guerra Mundial... já fez seu cadastro no Guten Morgen Go? Aproveite que o preço promocional de pré-venda é apenas nesta semana! https://go.sensoincomum.org

94: A direita em 2020 07 Dec 2019

Guten Morgen, Brasilien! Indo direto ao ponto, como ficará a direita em 2020, depois deste ano completamente maluco que foi 2019? Já ganhou? A direita dominou tudo? O PT e a esquerda já eram? Não têm a menor chance? Somos todos olavetes? Ou, pelo contrário, a esquerda ganha força total com Lula solto? A narrativa agora está à prova, e Bolsonaro, após um governo com muitos percalços, perde apoio, ganha isentões e ainda por cima terá como adversário uma máquina de ganhar eleições? Aliás, há eleições em 2020. Com a fratura no partido do presidente, o PSL, e a chance de ele ter de disputar eleições por outra plataforma - sem recém-criado Aliança Pelo Brasil, que ainda precisa colher assinaturas e enfrentar uma batalha jurídica no TSE - como ficarão as eleições municipais, em um país em que tais eleições importam muito mais para criar uma base de apoio para as eleições presidenciais? E como ficam figuras como Olavo de Carvalho, o próprio presidente Jair Bolsonaro, Sérgio Moro e tantos outros personagens de nossa ópera bufa e bufante? Neste episódio, pragmático e direto, vamos analisar quais os planos da direita - e o que a direita precisa fazer e ainda não fez - para 2020, ou melhor, para sua sobrevivência doravante. Dividimos estrategicamente em quatro áreas principais de atuação: o Direito, a mídia, a Academia e, só por último, a política. Afinal, a direita fez o diagnóstico mais correto: a política depende da cultura, é um reflexo da cultura, é uma conseqüência da cultura. Entretanto, mesmo com esse diagnóstico, a cultura ainda é 120% esquerdista, e a direita mal patinou na área com cerca de 3 documentários e... praticamente mais nada. Siga nosso guideline, reflita em novas contribuições possíveis e vamos ver como fica a direita em 2020! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! Ouça pelo Player, pelo Spotify ou procure por "Guten Morgen" ou "Senso Incomum" no seu agregador de podcasts preferido! -------------- Siga-nos no YouTube: www.youtube.com/sensoincomumoficial E Instagram: www.instagram.com/senso.incomum/ Saiba o que está por trás da CPMI das Fake News, o tema mais urgente do ano, em nossa nossa revista: sensoincomum.org/2019/10/09/revis…rubar-bolsonaro/ O Senso Incomum agora tem uma livraria! Confira livros com até 55% de desconto exclusivo para nossos ouvintes aqui: livraria.sensoincomum.org Faça o melhor currículo para arrumar um emprego e uma promoção com a CVpraVC: www.sensoincomum.cvpravc.com.br Compre sua camiseta, caneca e quadro do Senso Incomum em nossa loja na Vista Direita: www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Conheça a loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br www.instagram.com/marbellainfantil/ Faça os cursos sobre linguagem e sobre Eric Voegelin (e muitos outros) no Instituto Borborema: institutoborborema.com/produto/curso…m-e-politica/ institutoborborema.com/produto/curso…ric-voegelin/ Faça gestão de resíduos da sua empresa com a Trashin: trashin.com.br/sensoincomum/

93: Por que o jornalismo está uma merda 22 Nov 2019

Guten Morgen, Brasilien! Sem mais delongas, o jornalismo está uma merda. É um consenso entre esquerda e direita. E precisamos de uma análise um pouco mais técnica – e sem coprofilia – sobre as causas e conseqüências do jornalismo estar essa merda. Além de exemplos exemplares exemplificando o caso – Aristóteles sempre diz que mais vale o exemplo do que a regra – também teremos alguma teoria. Sobretudo aquela teoria que você não aprende em faculdades de Jornalismo. De Letras. Ou de qualquer área baseada em comunicação, a não ser que seja um obsessivo da área. Os cacoetes jornalísticos atuais se baseiam em macetes retóricos, que os jornalistas usam e abusam sem nem saber o que raios estão fazendo. É a poderosa arte de enganar se enganando: os profissionais da área, que consomem também apenas notícias, se acham mesmo os mais inteligentes, os mais cultos, os mais bem informados, os mais astutos e os mais preparados para não cair em armadilhas, quando todo o seu trabalho é apenas brincar com sentimentos populares. Ou você acha mesmo que a solução é gritar por "imparcialidade", coisa que nem existe? Que algum jornalista te engana por ser um gênio do crime, provavelmente com QI de 180 pra cima? Que o jornalismo inteiro está uma merda porque cada egresso de faculdade sai com informações de cor e salteado sobre como enganar os trouxas que consomem notícias em grandes conglomerados capitalistas, da Folha ao New York Times, da Globo à CNN, e não por que jornalistas entendem tanto do planeta quanto um jiló entende de colecistectomia? Neste podcast aprendemos a, digamos, "técnica" que o semiólogo Roman Jackobson desenvolveu para analisar as funções da linguagem, e por que o jornalismo ficou uma merda não se focando na informação, mas apelando para uma obsessão monomaníaca com a função de transformar seus leitores em militantes fanáticos e robotizados através do apelo emocional puro. E mais: Patrícia Lélis, porteiro do Bolsonaro, retórica latina, o "suposto" e o astrólogo "auto-intitulado" filósofo Olavo de Carvalho, Maria do Rosário, além é claro do peru de Eduardo Bolsonaro no seu podcast preferido! A produção é de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! -------------- Siga-nos no YouTube: www.youtube.com/sensoincomumoficial E Instagram: www.instagram.com/senso.incomum/ Saiba o que está por trás da CPMI das Fake News, o tema mais urgente do ano, em nossa nossa revista: sensoincomum.org/2019/10/09/revis…rubar-bolsonaro/ O Senso Incomum agora tem uma livraria! Confira livros com até 55% de desconto exclusivo para nossos ouvintes aqui: livraria.sensoincomum.org Faça o melhor currículo para arrumar um emprego e uma promoção com a CVpraVC: www.sensoincomum.cvpravc.com.br Compre sua camiseta, caneca e quadro do Senso Incomum em nossa loja na Vista Direita: www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Conheça a loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br www.instagram.com/marbellainfantil/ Faça os cursos sobre linguagem e sobre Eric Voegelin (e muitos outros) no Instituto Borborema: institutoborborema.com/produto/curso…m-e-politica/ institutoborborema.com/produto/curso…ric-voegelin/ Faça gestão de resíduos da sua empresa com a Trashin: trashin.com.br/sensoincomum/

92: Lula solto. E agora? 14 Nov 2019

Guten Morgen, Brasilien! Lula foi solto. Bolívia depôs Evo Moralez, narcoditador que "ganhou" eleições que a Bolívia inteira sabe que foram fraudas (e o Exército não quis mais bater no povo). No Chile, uma nova Constituição, com protestos queimando igrejas como se fosse o Burzum. Com o Foro de São Paulo retomando fôlego pós-Bolsonaro, como ficará a esquerda no Brasil? Para responder a essa pergunta, chamamos o nosso dream team: Evandro Pontes, nosso Tio Careca e suas previsões acertadíssimas. Carlos de Freitas, nosso colunista mais sangue no zóio. E Filipe Trielli, nosso produtor e criador do Guten Morgen, o seu podcast preferido! Como fica a esquerda eleitoralmente falando? Lula virá com força? A temporada na cadeia produzirá efeitos positivos sobre sua imagem de perseguido injustamente pela elite, ou a lei valerá mais do que sua imagem? E a narrativa? Esta, dominada pelo lado intelectual da esquerda, sofreu um baque nunca esperado recentemente, com a ascensão de grandes pensadores que não dominavam os mesmos salões de sempre da grande e velha mídia. Quais são os grandes intelectuais de esquerda atuais que podem fazer frente a uma geração de intelectuais conservadores com referências que eles nunca leram na faculdade? E quais os resultados práticos das novas mudanças na esquerda internacional, sobretudo seu plano continental para a América Latina, avançada em variegados graus rumos ao socialismo, mantendo o Brasil como o país mais capitalista para financiar ditaduras falidas? Será que a esquerda vai se reinventar, com algum Luciano Huck da vida? Ou tentar de novo um Haddad? Além do mais, como fica a direita na disputa? Como, afinal, dominar a cultura que é gramscista até os ossos? Ouça no seu podcast preferido, com produção de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora, e produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Você pode ouvir pelo player abaixo, ou pelo Spotify, YouTube ou no seu agregador de podcasts preferido. Guten Morgen, Brasilien! -------------- Siga-nos no YouTube: https://www.youtube.com/sensoincomumoficial E Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum/ Saiba o que está por trás da CPMI das Fake News, o tema mais urgente do ano, em nossa nossa revista: http://sensoincomum.org/2019/10/09/revista-06-plano-centrao-isentolandia-derrubar-bolsonaro/ O Senso Incomum agora tem uma livraria! Confira livros com até 55% de desconto exclusivo para nossos ouvintes aqui: https://livraria.sensoincomum.org Faça o melhor currículo para arrumar um emprego e uma promoção com a CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Compre sua camiseta, caneca e quadro do Senso Incomum em nossa loja na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Conheça a loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): https://marbellainfantil.com.br https://www.instagram.com/marbellainfantil/ Faça os cursos sobre linguagem e sobre Eric Voegelin (e muitos outros) no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-infowar-linguagem-e-politica/ https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Faça gestão de resíduos da sua empresa com a Trashin: https://trashin.com.br/sensoincomum/

91: Caroline de Toni e a CPMI da Censura 07 Nov 2019

Guten Morgen, Brasilien! Para falar daquele monstrengo leviatânico que prometia devorar a todos nós, e no fim das contas só serviu para fazer nosso amigo Allan dos Santos se divertir e divertir o país, a CPMI das Fake News, também chamada CPMI da Censura, chamamos ninguém menos do que a deputada mais combativa, mais assertiva e mais infantaria do Congresso para lidar com essa estrovenga: nossa querida e simpaticíssima Caroline de Toni! A deputada do PSL de Santa Catarina vai falar sobre o seu trabalho no Congresso, como foi um choque sair de Chapecó como advogada e enfrentar o Legislativo em Brasília. A deputada também vai falar muito sobre a influência de Olavo de Carvalho em seu trabalho – e como o filósofo radicado na Virginia foi importante para fundamentar a base de seu pensamento e dar uma visão mais ampla para o seu trabalho do que apenas o que aprendeu na faculdade. Caroline de Toni é relatora do projeto de prisão em segunda instância, que estava no pacote anti-crime de Sérgio Moro. E, sobretudo, nossa Carol de Toni vai contar como está lutando pela liberdade de expressão na internet, na era do globalismo – na qual conglomerados transnacionais importam modelos de governança e "regulamentação" de qualquer atividade humana sem passar pelo crivo do voto popular. Mais do que tudo: Caroline de Toni é a principal guerreira pela liberdade na CPMI das Fake News, a infame CPMI da Censura. De Toni conta para nós quais os objetivos, o que está por trás de discursos floreados de deputados, como é a correria e as discussões que não vemos pela TV e as tensões e desequilíbrios de poder que estão em jogo na CPMI da Censura e em outras. Tudo com muitas citações clássicas, heavy metal, Guten Morgen, livros e aquela produção que você conhece do Filipe Trielli na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! -------------- Siga-nos no YouTube: https://www.youtube.com/sensoincomumoficial E Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum/ Saiba o que está por trás da CPMI das Fake News, o tema mais urgente do ano, em nossa nossa revista: http://sensoincomum.org/2019/10/09/revista-06-plano-centrao-isentolandia-derrubar-bolsonaro/ O Senso Incomum agora tem uma livraria! Confira livros com até 55% de desconto exclusivo para nossos ouvintes aqui: https://livraria.sensoincomum.org Faça o melhor currículo para arrumar um emprego e uma promoção com a CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Compre sua camiseta, caneca e quadro do Senso Incomum em nossa loja na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Conheça a loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): https://marbellainfantil.com.br https://www.instagram.com/marbellainfantil/ Faça os cursos sobre linguagem e sobre Eric Voegelin (e muitos outros) no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-infowar-linguagem-e-politica/ https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Faça gestão de resíduos da sua empresa com a Trashin: https://trashin.com.br/sensoincomum/

90: MAVs, Fake News, CPI e Antigo Egito 01 Nov 2019

Guten Morgen, Brasilien! O Brasil, ou melhor, a internet no Brasil, está parada, assombrada, encurralada, assustadíssima com milhões de MAVs: robôs assassinos que soltam raios laser de seus olhos, frias máquinas de matar, que, quando não estão causando o apocalipse do Exterminador do Futuro, ainda por cima produzem memes com pouquinhas, bacon e sanduíches de machos em atores pornô – ou, oh, horror!, hienas!! Além de tudo, essa milícia de ciborgues indestrutíveis feitos de metal líquido ainda produzem uma máquina de fake news a comando direto do gabinete do ódio! Por exemplo, que Olavo de Carvalho prometeu lamber um órgão de Caetano Veloso. Ou que Bolsonaro teria usado disparos em massa do Zap durante sua campanha. Ou que Bolsonaro teria defendido Hitler. Ou que o Bolsa Família iria acabar. Ou que Bolsonaro bateria em seus filhos se namorassem uma negra. Ah, não, espera. Isso foram os robôs do PT. Confundiu aqui. E por fim, que tudo isso precisa ser esclarecido como só anjos podem resolver: através de uma CPI! Com políticos impolutos, as pessoas mais preocupadas com o esclarecimento da verdade no mundo! Com deputados ilibados, que se sacrificam em nome da verdade e do bem, preocupados única e exclusivamente com o bem geral da nação, dispostos a abdicar de suas próprias ideologias e nunca aproveitar para caçar inimigos, todos juntos em uma CPI! Afinal, quem mais pode esclarecer a verdade no Brasil do que um deputado?! Para entender o que está por trás de tudo isto, teremos de voltar, naturalmente, ao Antigo Testamento e estudar o livro de Êxodo, onde tudo começou: tanto os MAVs, quanto as fake news, quanto as CPIs. Tudo, é claro, sob a luz da filosofia de Eric Voegelin. A gente sempre dá um jeito de citar o Antigo Testamento para falar de qualquer coisa... E mais: astrologia, Felipe Moura Brasil, o chilique da Globo sobre Marielle Franco, Odisséia, Olavo de Carvalho, o porteiro do Bolsonaro, roupinhas de bebês e muito mais no seu podcast preferido! Ouça no player abaixo, no Spotify, no Soundcloud ou no seu player de podcasts preferido. Não esqueça de nos seguir! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! -------------- Siga-nos no YouTube: https://www.youtube.com/sensoincomumoficial E Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum/ Saiba o que está por trás da CPMI das Fake News, o tema mais urgente do ano, em nossa nossa revista: http://sensoincomum.org/2019/10/09/revista-06-plano-centrao-isentolandia-derrubar-bolsonaro/ O Senso Incomum agora tem uma livraria! Confira livros com até 55% de desconto exclusivo para nossos ouvintes aqui: https://livraria.sensoincomum.org Faça o melhor currículo para arrumar um emprego e uma promoção com a CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Compre sua camiseta, caneca e quadro do Senso Incomum em nossa loja na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Conheça a loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): https://marbellainfantil.com.br https://www.instagram.com/marbellainfantil/ Faça os cursos sobre linguagem e sobre Eric Voegelin (e muitos outros) no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-infowar-linguagem-e-politica/ https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Faça gestão de resíduos da sua empresa com a Trashin: https://trashin.com.br/sensoincomum/

89: Foro de São Paulo e os protestos incendiários 24 Oct 2019

Guten Morgen, Brasilien! Chile, Equador com protestos violentos, mancha de óleo no litoral do Nordeste, ecoterrorismo, mortos, Humberto Costa e Guilherme Boulos dizendo que o Brasil precisa aprender com o exemplo. Como entender isso? Com Nicolás Maduro comemorando o que combinaram... no Foro de São Paulo. O Foro de São Paulo é tratado ora como uma teoria da conspiração criada pela extrema-direita e por Olavo de Carvalho para vender livro para uma seita que usa chapéu de alumínio, ora como uma mera reunião de velhinhos que não apitam nada, que apenas se juntam para jogar conversa fora. Assim, uma espécie de milícia de velhinhos... Mas enquanto tratam o Foro de São Paulo como o Foro de Schrödiger, inexistente ou inócuo, as reuniões do Foro de São Paulo continuam ocorrendo, José Dirceu descreve seus objetivos para Antônio Abujamra e, claro, Nicolás Maduro comemora que os objetivos do Foro estão sendo implantados com êxito no continente, exatamente quando protestos pela implantação do comunismo se espalham. Tudo, repetindo, é apenas uma teoria da conspiração do Olavo de Carvalho e sua seita de fanáticos radicais alt-right. Repita e repita até acreditar. Toda a dinâmica é a mesmíssima dos protestos de junho de 2013 no Brasil: começa-se falando em algo genérico, como aumento da passagem em 20 centavos ou o preço do bilhete de metrô, e logo há mortos, prédios públicos são sitiados, cidades inteiras ardem em chamas e o caos se instaura para aparecer um novo líder. Não mais trabalhadores em greve, e sim estudantes, que não serão imediatamente punidos se ficarem nas ruas. Tudo isso num momento em que a CPMI das Fake News quer derrubar Bolsonaro, e que o presidente, sempre acusado de "autoritário" mesmo sendo o presidente com menos autoridade da história brasileira, ficará acuado, e será acusado de ter dado um novo AI-5 tão logo reaja a protestos. E olha que os protestos "contra políticas neoliberais" (você sabe o que é isso? pois vai descobrir nesse episódio) vieram depois de aprovada a Reforma da Previdência no Brasil... Todos os grandes analistas políticos da América Latina apontam que os protestos apenas começaram no Chile: num mundo globalizado, tudo está interligado, e logo irão para Paraguai e Argentina, para culminar no Brasil, que virá por último. E adivinhe quem está mancomunado com a esquerda brasileira? O crime organizado, bem diferentemente de junho de 2013... A situação é tensa e precisamos fazer de tudo para evitar o morticínio. Além de determinarem o fim da liberdade de expressão, da inviolabilidade de correspondência e da possibilidade de criticar políticos no Brasil. O curioso é ver como logo isentões e liberais estão dando todo o apoio para o poder estatal absoluto criar uma nova Venezuela no Brasil, enquanto o Foro de São Paulo continua aliado inclusive da Rússia para expandir o poder que perdeu, sobretudo com Bolsonaro. Descubra tudo no seu podcast preferido! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

88: Confessamos tudo sobre as milícias virtuais 16 Oct 2019

Guten Morgen, Brasilien! Nós, Filipe Trielli e Flavio Morgenstern, resolvemos acabar com o mistério e confessar tudo: como funcionam as milícias virtuais que serão investigadas pela CPMI das fake news, a partir do gabinete do ódio que recebe ordens diretamente de Filipe Martins e Carlos Bolsonaro para fazer ataques violentos em bando com pensamento de seita alt-right radical e de extrema-direita espalhando fake news a mando do guru para defender o mito! Sim, contamos como fomos contratados, recrutados e treinados para virarmos máquinas espumando ódio nos porões da casa do Steve Bannon. Explicamos como criamos fake news terríveis que fizeram Bolsonaro ganhar as eleições falando em mamadeira em formato de piroca. Revelamos quem é quem na indústria do ódio machista. Confessamos como é o pagamento com rios de dinheiro público. Destrinchamos o método de contratar assessores de deputados para que eles passem o dia inteiro tretando nas redes sociais e espalhando violentíssimos e sanguinários ataques em bando contra todos os que não são de extremíssima-direita e passadores de pano para as cagadas do Bolsonaro, como seu filho Fraquejada e seu assessor Queiroz! Tudo isso porque o salário atrasou. Pô, Filipe Martins! Cadê nossa grana para te defender?! Vamos revelar o que Felipe Moura Brasil foi completamente incapaz de revelar na Crusoé sobre o pagamento que nós, milicianos, sites chapa-branca, espalhadores de fake news, temos para implantar o bolsonarismo art-right da seita do Olavo de Carvalho que a CPMI das fake news quer mandar para o pau-de-arara nos porões do escritório do Luciano Ayan. Ah, aquele cara que o Google inteiro conhece simplesmente como o maior espalhador de fake news do Brasil desde o orkut, quando se apresentava como um médico que morava na Alemanha! Esse episódio também vai revelar por que Rodrigo Constantino, essa pessoa tão carismática - um verdadeiro "trovão da razão" - é tão rechaçado pelas pessoas normais - porque elas só podem receber dinheiro para criticar o maior fanboy do Rodrigo Maia do planeta, só pode! Que outra explicação teria?! Ah! Tudo isso é apenas a introdução da narrativa que tentará ser vendida na CPMI das fake news para CENSURAR A INTERNET depois de derrubar o governo Bolsonaro. Você precisa saber o que está acontecendo lendo a nossa revista exclusiva para patronos: http://sensoincomum.org/2019/10/09/revista-06-plano-centrao-isentolandia-derrubar-bolsonaro/ Não se esqueça de seguir o canal no YouTube: https://www.youtube.com/sensoincomumoficial De conhecer nossa livraria: https://livraria.sensoincomum.org De nos seguir no Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum/ Sabe como é, precisamos mendigar isso, porque às vezes o salário da milícia atrasa, e temos contas para pagar... A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

87: Ambientalismo é a nova religião 30 Sep 2019

Guten Morgen, Brasilien! Agora que Greta Thunberg se tornou o maior meme de toda a história universal dos memes, num mundo com aquecimento de memes global, o ambientalismo definitivamente caiu em desgraça, ou melhor, ficou sem graça, sendo visto finalmente como o que é: uma nova modinha monga, igual ao emo, pior do que A Banda Mais Bonita da Cidade, que dá para levar menos a sério do que as críticas sociais do Charlie Brown Jr. Greta, a menina com síndrome de Aspenger nem faz idéia do que está fazendo, de quem manda em sua agenda, de qual dinâmica de poder está em disputa em seu discurso sobre "sonhos". How dare you?! Mas a pequena sueca empoderada e podre de rica que certamente ganhará o Nobel da Paz por ter sonhos (que sonhos?) roubados (por quem?) e que observará políticos (vai descer a porrada neles?) tem um discurso cirurgicamente escrito por outras pessoas, que sabem com precisão milimétrica o que querem atingir. Alguém sabe quais são as medidas da ONU recentes sobre meio ambiente? O que foi decido e acordado da Rio 92 até hoje, e o que querem com isso? Quais são os documentos sobre clima, ambiente e ecologia, e o que preconizam além das questões climáticas, que não são nada além da superfície das questões políticas envolvidas? O ambientalismo, com todo o seu discurso apocalíptico, com seu código de conduta, com sua adoração à natureza (e sua sacralização, num panteísmo moderno com nomes edulcoradamente "científicos", como "aquecimento global" ou "consenso científico"), é hoje uma das maiores religiões do mundo - e ainda capaz de se infiltrar em outras religiões. Qual a mudança radical - e global - de comportamento que está sendo não apenas pressuposta, mas imposta? Por que o discurso de Greta, por mera coincidência, coincide quase à perfeição com um documento da UNESCO? O que são acordos como a Carta da Terra, que prevê um ecumenismo global (sic) como sucedâneo religioso para todo o planeta, e os que julgam que "globalismo" é uma mera "teoria da conspiração" nem fazem idéia de que é um documento da ONU, implantado a passos apressados? Descubra por que a pequena Greta Thunberg é algo muito mais perigoso do que um meme de gente molóide com discurso sonífero e repetitivo no seu podcast preferido! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! O Senso Incomum agora tem uma livraria! Confira livros com até 55% de desconto exclusivo para nossos ouvintes aqui: https://livraria.sensoincomum.org

86: O perigo da Lava Toga (e Terra plana...) com Evandro Pontes 24 Sep 2019

Guten Morgen, Brasilien! Enquanto o mundo pega fogo (não raro, literalmente), burocratas e deputados no Brasil se alegram com a possibilidade de instalar a tal CPI da Lava Toga com amplo apoio popular. Hummm... Não há algo de suspeito quando deputados querem muito algo? Aliás, por que é que deputados iriam gostar de algo como uma CPI supostamente feita para combater abusos jurídicos – sobretudo do STF? Há de se levantar os sobrolhos em sinal de suspicácia em relação a qualquer coisa que faça muitos deputados concordarem com facilidade, sem precisar de uma população segurando tochas ao redor do edifício. Se essa tal CPI da Lava Toga é realmente tão boa, por que raios os deputados concordariam com ela?! Não apenas isto: isentões que nada entendem de Direito a tratam como uma panacéia, crendo que qualquer crítica à CPI é um conluio para salvar Flávio Bolsonaro (dane-se ele), e que a Lava Toga vai resolver todos os problemas que faltam ao Brasil. Para esclarecer esse problema (que é absurdamente mais complexo do que parece), chamamos mais uma vez Evandro Pontes (que já está quase morando aqui no Guten Morgen) para explicar questões subjacentes: o que, de fato, é o Poder Legislativo? (não, "fazer leis" não é o que deputados mais fazem) Como é o processo de "criar salsichas", e como as leis são definidas? Como é a rotina de um deputado? O que é uma CPI? O que uma "CPI da Lava Toga" poderia ter de efeitos? (sim, são todos ou inócuos, ou nocivos) O que acontece com o Parlamento enquanto deputados estão em CPI? Todos participam? O processo de fazeção de leis é interrompido? Para aprovar uma lei, basta uma folha de sulfite A4 com o texto da lei e todos concordarem? Oh, meu amigo... se você faz faculdade de Direito, e sobretudo, se você quer de fato entender alguma notícia envolvendo o Legislativo nesse país, este episódio com nosso Tio Careca, Evandro Pontes com suas previsões e análises, você precisa ouvir este episódio, que certamente vai mudar toda a sua visão sobre as notícias que anda lendo todo dia, o dia todo! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! O Senso Incomum agora tem uma livraria! Confira livros com até 55% de desconto exclusivo para nossos ouvintes aqui: https://livraria.sensoincomum.org

85: Por que comemorar a Independência do Brasil 06 Sep 2019

Guten Morgen, Brasilien! Em mais uma aula de história – o tema preferido de 11 em cada 10 ouvintes do Guten Morgen – chamamos novamente o Tio Careca, o grande Evandro Pontes, para comentar um dos temas mais obscuros e que, na verdade, nada sabemos sobre nossa história: afinal, por que devemos comemorar a Independência do Brasil de Portugal, celebrada no 7 de setembro? Afinal, não temos passaporte europeu, não ganhamos em euro, nossos times não jogam na Champions League... então, que motivos temos para comemorar a Independência do Brasil? A grande verdade é que nada sabemos sobre essa data. Dá até impressão de que a Independência foi decretada apenas por preguiça de mandar cartas para Portugal. Falando em cartas, D. Pedro I havia recebido cartas que o deixaram p da vida, e aí que deu-se o famoso e difamado grito do Ipiranga. O que essas cartas diziam, que o deixaram tão emputecido? Diga-se ademais: a figura de D. Pedro I é a mais destruída pela historiografia brasileira moderninha. Retratado como alguém burro, incapaz, atrapalhado, mimado e grosseiro, D. Pedro I talvez tenha sido não apenas alguém inteligente, sagaz, exímio jogador de xadrez e que se sacrificou (literalmente) por uma causa maior, mas talvez possa ser considerado simplesmente nosso maior herói nacional. Por que não sabemos disso? Por que nada sabemos sobre a Imperatriz Leopoldina ou sobre D. João VI, capaz de passar a perna em ninguém menos do que Napoleão Bonaparte, que não conseguiu dominar Portugal durante as guerras napoleônicas e deixou o baixinho a ver navios (literalmente) em seu ímpeto de espalhar a Revolução Francesa e o Código Napoleônico por toda a Europa continental, antes de enfrentar seu maior inimigo, a conservadora e liberal monarquia britânica com sua armada imperial pelos mares? O próprio Grito do Ipiranga é difamado pela historiografia moderna: D. Pedro I estaria com uma disenteria brutal, não teria dado grito algum e estaria montado em um jegue. Será que isso é verdade? Em uma verdadeira aula de história e Direito Constitucional, Evandro Pontes contará por que a Independência do Brasil foi tão importante, por que D. Pedro I foi um homem a ser admirado e ter monumentos dedicados a si por todo o país, o que estava sendo disputado no começo do século XIX e por que deveríamos nos orgulhar de ter um imperador capaz de criar, na época, a melhor faculdade de Direito do mundo em Olinda. Aliás, você também entenderá por que devemos tanto celebrar uma instituição hoje considerada folclórica e ultrapassada: a própria monarquia, de nossos heróis como Leopoldina, D. Pedro I e II, princesa Isabel, D. João VI... A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

84: Amazônia em chamas - com Evandro Pontes 29 Aug 2019

Guten Morgen, Brasilien! O mundo inteiro parou para ver a Amazônia pegando fogo no cabaré, reduzida a chamas, com Bolsonaro ele próprio indo vender a floresta aos americanos e destruindo árvore por árvore com seu lança-chamas fascista nos maiores incêndios criminosos já criados em toda a história. Mas... com apenas aquele pequeno detalhe: apesar de uma leve subida nos gráficos em 2019, hoje desmatamos menos da metade do que se desmatava no governo Lula. E você se lembra bem quem era a ministra do Meio Ambiente do Lula, que continuou no PT até depois da eclosão do mensalão, né? Uma certa Marina Silva... Simplesmente todas as celebridades (não é exagero: todas) que postaram fotos preocupadas com a Amazônia, como Gisele Bündchen, Leonardo DiCaprio, Madonna, Cristiano Ronaldo, Lewis Hamilton e tantos outros usaram fotos de outros anos (ou melhor: de outros séculos...) da Amazônia. Ou até do Rio Grande do Sul. Fernanda Lima até usou uma foto de um macaco na Índia. Além de tudo, temos de lembrar de notícias que a esquerda não quer que tenhamos lido. Por exemplo, que toda a tal "chuva negra" em São Paulo provavelmente começou na Bolívia – governada pelo socialista Evil Moralez –, e que uma fumaça que desviou vôos de Rondônia para Manaus foi provocada... num assentamento ilegal do MST, quando houve uma exigência de reintegração de posse. Para apagar esse fogo no rabo de nossa nova comunidade científica de celebridades do porte de Anitta, chamamos nosso bombeiro mais incendiário, o grande advogado Evandro Pontes, que está se destacando como um dos maiores nomes da direita no Brasil e também figura carimbada aqui no seu podcast preferido! Prepare sua máscara de gás e vamos botar fogo no cabaré! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto da Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

83: Caos Jurídico, com Ludmila Lins Grilo 22 Aug 2019

Guten Morgen, Brasilien! As tramóias não apenas do STF, mas de todas as instâncias, inclusive das não-instâncias jurídicas do Brasil, como a OAB e demais órgãos, geram um verdadeiro caos jurídico e conceitual na cabeça do brasileiro que tenta entender o que, afinal, está acontecendo no país. Para isso, chamamos ninguém menos do que nossa colunista, a juíza Ludmila Lins Grilo, para poder iluminar nossas cabeças técnicas ou leigas! Afinal, o que acontece com o Direito, sobretudo Penal, brasileiro? Por que parece quase impossível conseguir prender um criminoso - seja um corrupto ou alguém que dá tiros nas costas de jovens e pais de família nas ruas em troca de um celular? O que são os instrumentos jurídicos de nomes pomposos que tanto fazem com que o Poder Judiciário se distancie ainda mais dos anseios da população em criar um país conforme seus valores e costumes? O que, por exemplo, é uma audiência de custódia, o termo que está na boca de 11 em cada 10 advogados de perigosos criminosos, e que, na prática, tem servido apenas para que bandidos violentos não vão para a cadeia, mesmo presos em flagrante? E qual o problema do tal ativismo judicial, que tanto é falado, mas quase nunca definido? Estamos em risco de uma "juristocracia", sem nem entender o que ela é? A juíza Ludmila Lins Grilo, com todo o seu conhecimento e prática, esclarece esses pontos para nós, comuns mortais. Tudo isso no seu podcast preferido! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasililen!

82: Justiçamentos de esquerda na ditadura 08 Aug 2019

Guten Morgen, Brasilien! Já que resolveram ressuscitar os mortos e torturados nos últimos dias comentando a fala um tanto desastrosa de Bolsonaro sobre o pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, resolvemos chamar nosso grande especialista Evandro Pontes para comentar algo que simplesmente "fugiu" aos nossos livros de história: os justiçamentos de esquerda na ditadura militar brasileira. Apesar de a ditadura ter se tornado o grande "mito fundador" do Brasil contemporâneo, com alguns considerando que foi algo pior do que o Terceiro Reich, enquanto outros negam que foi uma ditadura, algo é factual: a ditadura surgiu em resposta ao terrorismo de esquerda. E os comunistas, na época, faziam justiçamentos: ou seja, matavam aqueles que saíam de suas fileiras. Muito do que é computado como "mortes da ditadura", portanto, são na verdade mortes de esquerdistas matando esquerdistas, comunistas matando comunistas, como, por sinal, é de praxe em sistemas comunistas. Isto não quer dizer, para os reducionistas de plantão, que não houve abusos, torturas e mortes durante o regime militar brasileiro. Mas sim que este próprio regime é uma resposta, e ninguém estuda a que: o terrorismo de esquerda, que usava e abusava das lições de Lenin, Trotsky e Stalin sobre terrorismo para implantar uma ditadura do proletariado, não importando o quanto digam hoje que "lutavam contra a ditadura", ou mesmo que "lutavam pela democracia" (sic). Evandro Pontes, nosso tio careca, vai contar para você inclusive os desdobramentos das mudanças da luta armada de esquerda – até quando ela abandonou qualquer tentativa de implantar a ditadura do proletariado com meia dúzia de jovens socialistas pentelhos pegando em armas e mal sabendo atirar, e se uniu à criminalidade comum em presídios para criar o que, futuramente, serão entidades como o PCC e o Comando Vermelho – que não é "vermelho" à toa... A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, obviamente na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasililen!

81: "Democracia em Vertigem" é ridículo - com Josias Teófilo e Panela 29 Jul 2019

Guten Morgen, Brasilien! A sobrevida da esquerda pós-impeachment, prisão de Lula e eleição de Bolsonaro depende de uma nova narrativa para jovens que pouco conhecem a história (e não ligam para corrupção ou criminalidade) e compram discursos fáceis. Nada melhor que um filme para isso: e a diretora Petra Costa, herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, investigada na Lava-Jato, o faz com o filme "Democracia em Vertigem", uma viagem na maionese, literalmente, para inglês ver. Afinal, o público-alvo principal da película é o mercado externo, que tampouco conhece o que de fato se passou no Brasil nos últimos anos. "Democracia em Vertigem" é um filme de tônica simples: se o PT ganha eleições, ainda que financiando ditaduras e concentrando todo o poder nas suas mãos, é democracia. Se o PT perde, ainda que em eleições livres e sob imensa rejeição popular, é ditadura. O melhor ainda é que "Democracia em Vertigem" possui um adicional: a narrativa da luta de classes do PT original, modelo 89, sem riscos na fuselagem. E pode existir melhor documentação da apatetação da esquerda em relação à vida real do que Petra Costa, herdeira da Andrade Gutierrez, falando que "o povo" e "os trabalhadores" sofreram um duro golpe da elite e dos poderosos, enquanto Lula tirava milhões da miséria. Por que ela não abdicou da herança e deu tudo pra caridade?! Claro, tudo sem mostrar alguma imagem da Paulista intransitável com os milhões nas ruas pelo impeachment, sem falar em outras cidades. Aí, apenas ângulos fechados, como se fosse uma meia-dúzia de pessoas que desejasse o impeachment, além daquela litania mofada sobre Cunha, Temer (o "conservador"!) e "volta do autoritarismo". Para discutir o filiminho tão ruim de Petra Costa, chamamos um cineasta de verdade: Josias Teófilo, autor do grande "O Jardim das Aflições" (que já comentamos aqui no Guten Morgen). Além do time da Panela Produtora: Carlos de Freitas, Luciano Oliveira e Luigi Marnoto, nosso cozinheiro intelectual. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, obviamente na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasililen!

80: A farsa das "milícias virtuais" 12 Jul 2019

Guten Morgen, Brasilien! A nova modinha entre os inteligentões com narrativas prontas para tudo é afirmar que existem "milícias virtuais", comandadas diretamente por Carlos Bolsonaro lá dentro do Palácio do Planalto, com fakes, pavões, vaporwave, supremacismo branco, alt-right brasileira (sic), "milicianos", Vovó Mafalda, robespirralhos e, ooohhh, pessoas que dão RT umas nas outras, tudo controlado pelo grande cérebro do filho do presidente, que adquiriu a capacidade da onipresença virtual (além do maior caso de múltipla personalidade já diagnosticado). Neste podcast, feito cirurgicamente para você ficar mais inteligente e perder amigos, você verá o que é, de fato, uma milícia virtual: algo não tão distante de... ehrr, de quem acusa tudo o que discorda de pertencer a uma seita. Para isso, analisaremos o maior caso de construção de narrativa em redes virtuais feito no Brasil: todo o movimento teorizado, estudado e estrategicamente delimitado que foi criado para as jornadas de Junho de 2013 (e que renderam infindáveis livros de intelectuais tentando explicar o que raios estava acontecendo, pois nem quem criou aquilo conseguia entender o monstro fora da sala de experimentos). Fora do Eixo, Mídia Ninja e tantos sites, portais e coletivos surgiram dali. Não foi nada "espontâneo" como alardeado: além de Pablo Ortellado, professor de Políticas Públicas da USP e hoje aboletado na Folha de S. Paulo, foram teóricos do movimento Ivana Bentes (aquela que apareceu na capa da Cult mostrando o dedo), Fábio Malini (autor de "Comunismo das redes"), coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) e um dos maiores divulgadores de análises estapafúrdias sobre redes sociais, além de Henrique Antoun (uma rápida pesquisada no Google sobre cada um mostra o currículo). São teóricos de uma verdadeira milícia virtual, uma "seita política", uma horda sem consciências individuais que atua sob um comando central para repetir bordões e frases de efeito. Aquilo exposto em meu livro, Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs, as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. Ou seja: para quem estuda (repetindo: para quem estuda) o fenômeno das redes, da agitação política, da propaganda e desinformação, dos movimentos de massa e sua transmutação para as ferramentas virtuais, sabe que esse papo de "milícias virtuais" bolsonaristas é papo de completos ignorantes do tema. Mas além de nos divertirmos comparando nossa inteligência e estudo com a burrice de quem enxerga "milícias virtuais" em cada ajuntamento de duas pessoas que não apenas discordam, mas caem na gargalhada dos erros de jornalistas e analistas que erraram tudo nos últimos anos, que tal descobrir que o comportamento deles é que é idêntico ao de uma milícia virtual? A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual (em vaporwave!) de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

79: Glenn Greenwald - Direito e espionagem, com Evandro Pontes 02 Jul 2019

Guten Morgen, Brasilien! Glenn Greenwald, o espião trapalhão, entrou para os Trending Topics com o belo epíteto de "jornalista de Taubaté", depois de adulterar nomes e datas, mostrando que ao invés de apenas vazar informações roubadas "com interesse público", está manipulando e tentando causar uma impressão através de técnicas de desinformação. Mas se as conseqüências para a Lava Jato dos siricuticos do nosso "Verdevaldo" são nulas – ou melhor, risíveis –, há outras tramóias envolvendo o Direito no Brasil para a espionagem do amiguinho de Edward Snowden, de hackers russos protegidos diretamente pelo Kremlin do ditador Vladimir Putin e de terroristas islâmicos e seus financiadores. Para isso, chamamos um gigante para conversar conosco no seu podcast preferido: Evandro Pontes, um dos maiores nomes do Direito e da análise estratégica no Brasil, professor do Insper, que vai mostrar que, apesar do faniquito de Glenn Greenwald ser apenas fumaça para militantes fanáticos, que só assustam pessoas acostumadas a ligar para carteiradas e que nada entendem da dinâmica de poder judicial (mas repetem todo dia sobre o Estadodemocráticodedireito), há coisas seríssimas a serem pensadas. Afinal, por mera coincidência, o voto de Gilmar Mendes para soltar Lula citou a desinformação, digo, "reportagem" do Intercept. E isso gera uma jurisprudência perigosíssima sobre nossa privacidade. E por outra mera coincidência, nesse país em que a mera coincidência é a regra, julgaram no dia seguinte que juiz que investiga comete "abuso de autoridade". Parece que a única pessoa que pode investigar quem der em sua telha, sem nenhum abuso de autoridade nesse país, é uma criatura chamada Glenn Greenwald... Apesar do ridículo da militância, do recuo de Greenwald em suas acusações (chegou a falar em um conluio entre Terça Livre e MBL, uma idéia que só pode despontar na cabeça de quem não sabe nada sobre o país, e depois deu pra trás e apagou envergonhado), o esculhambo de Verdevaldo tem método – e o pior, conseqüências sérias para o país, que pode virar um bacanal sem lei graças a algo que nem virou lei. Evandro Pontes, que nossos ouvintes implorarão depois dessa para virar nosso colunista e colaborador freqüente, explica todas essas questões em detalhes. E creia: Glenn Greenwald e seu sitezinho Intercept (nomen est omen) são risíveis. Mas o que realmente importa não está sendo discutindo: se é crime grampear alguém privadamente ou não. E mais: Primeira Guerra Mundial, vazamentos, Direito Penal, MontesquiÉU, broker, Constituição Napoleônica, Lenin e Trotsky, Checoslováquia, Beethoven e muito mais no Guten Morgen, o seu podcast preferido! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

78: Política, cultura e teatro no Brasil, com Roberto Alvim 18 Jun 2019

Guten Morgen, Brasilien! Já que sempre queremos falar de alta (e média e baixa...) cultura, convidamos ninguém menos do que o grande diretor de teatro Roberto Alvim, hoje (e bem hoje) na mira da grande mídia por, além de ser o maior diretor de teatro do Brasil, ter sua carreira completamente destruída pelo terrível, imperdoável e inafiançável crime de... admitir que votou em Bolsonaro. Mesmo sendo um diretor de longa carreira, prestigiado, elogiado, premiado e tendo trabalhado com a nata dos melhores atores do país, Roberto Alvim teve sua vida profissional destroçada do dia para a noite quando "saiu do armário" e admitiu não ter mais a típica, mofada e pedestre visão de esquerda que é hegemônica e inquestionada no meio artístico brasileiro. Suas peças foram canceladas no Sesc. Atores que trabalharam com Roberto Alvim por mais de uma década não mais falavam com ele. Seus alunos sofreram pressão para cancelar suas matrículas. Por fim, o Club Noir, o teatro que tocava com sua mulher, a excelente atriz Juliana Galdino, a melhor atriz da atual geração, dando aulas e oferecendo peças de repertório clássico a baixo custo, teve de fechar as portas. E o repertório é clássico mesmo: Roberto Alvim é um dos raros diretores em atividade no Brasil que levava ao palco os clássicos da Grécia antiga (!), como Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes, além de Racine, Shakespeare, Ibsen, Molière e os grandes nomes da modernidade. Para esta conversa mais do que especial, tão agradada por nossos ouvintes que tanto queriam ter o gosto de literatura (e teatro, e drama, e tragédia e comédia) e alta cultura no Guten Morgen, nos aproveitamos da polêmica recente com o nome de Roberto Alvim na grande mídia para falar de política, mas sobretudo teatro e cultura no Brasil. Afinal, como é possível adquirir alguma cultura clássica e inteligência nesse país? E é possível trabalhar com grandes idéias, ou dependeremos de verbas do Estado e deixaremos todo o terreno da cultura, inclusive da alta cultura, nas mãos da esquerda? Nosso sub-editor Carlos de Freitas também se juntou à conversa, que acabou sendo uma das mais divertidas (e instrutivas) do Guten Morgen. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com imagens de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

77: Por que Paulo Freire não funciona 07 Jun 2019

Guten Morgen, Brasilien! A bazófia na educação não pára neste governo, e fora o Escola Sem Partido, o grande nome em questão é o pedagogo Paulo Freire, com seu método de alfabetização hoje extremamente questionado. Afinal, o que é o tal sócio-construtivismo, o método Paulo Freire, para começar? O "patrono da educação brasileira" tem como resultado o mais pífio desempenho nos rankings internacionais – e como essa turma adora "estudos" e o que dizem os "acadêmicos" e "especialistas"... Mesmo assim, Paulo Freire é considerado uma referência – ou melhor, uma autoridade – em educação e alfabetização, e todos aqueles que duvidam de seu método são considerados obscurantistas, preconceituosos e, claro, nazistas. Os índices de alfabetização do Brasil nunca estiveram tão baixos. Muitos culpam a pobreza ou a desigualdade social, embora nosso país esteja mais rico do que jamais foi. Países extremamente pobres, que passaram por guerras, ditaduras ou mesmo comunismo, não tiveram um decréscimo tão grande na educação e capacidade de entender e produzir um texto como o Brasil. Enquanto até Peru, Antilhas e Nigéria possuem Nobel de Literatura, no Brasil produzir uma frase com sujeito, verbo e predicado é para o nível universitário. Cada vez que Paulo Freire dá errado, a solução proposta é sempre aumentar as doses de Paulo Freire. Afinal, apesar de ser o único "pedagogo" (com muitas aspas) conhecido pelos professora brasileiros, sempre se diz que se estamos formando adolescentes incapazes de dizer "nós vamos" e saber a diferença entre "ouve" e "houve" porque... faltou Paulo Freire. E quando Paulo Freire for finalmente conhecido e implementado no Brasil, todos nós teremos a educação de um aristocrata inglês do século XVIII. Além de desvendar o que raios é o método Paulo Freire, você vai conhecer alternativas muito mais viáveis, como o método fônico de alfabetização implementado pelo professor Carlos Nadalim no MEC, neste episódio do seu podcast preferido. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

76: Especial - Dia 26 nas ruas 24 May 2019

Guten Morgen, Brasilien! Novamente faremos um podcast de emergência, atropelando o ritmo das gravações, já que teremos uma manifestação de suma importância para não escangalhar o país de vez no próximo dia 26 (domingo). Olavetes, generais, centrão, articulação política, Reforma da Previdência, pacote anti-crimes do Moro, COAF, Lobão, Janaína Paschoal, Kim, MBL, divisão entre Poderes e diversas outras questões estão envolvidas. Para isso, chamamos nosso produtor Filipe Trielli para comentar o que tá acontecendo, sobretudo as análises que partem das redes sociais (logo, estão erradas). Dizem que a manifestação foi para dar um golpe de Estado como o Jânio tentou, que veio diretamente do Palácio do Planalto (ou melhor, dos assessores olavetes e cheios de teorias da conspiração de Bolsonaro), ou que é uma manifestação como a pedida por Collor para apoiar o seu governo (e que virou justamente o contrário: ao invés de verde e amarelo, o Brasil saiu vestido de preto, e o impeachment do ex-presidente macumbeiro virou questão de poucos meses). Assim, Jair Bolsonaro estaria ouvindo seus assessores conspiracionistas Deus vult (como nosso querido Filipe Martins, que tanto apareceu e nos ensinou em nossos Guten Morgen's passados) para acabar com a divisão entre poderes, fechar o Congresso, enforcar todo mundo do STF e governar sozinho. O problema é simples: ninguém pediu isso de fato como pauta das manifestações, não importando o quanto colunistas mentirosos da Folha e gente ainda mais idiota da isentosfera tente fazer acreditar. Devemos ir para as ruas dia 26? Ora, essas manifestações não são necessariamente "pró-Bolsonaro", como tentam pechá-las com o típico reducionismo de gente idiota tentando parecer inteligente. Pode-se descrevê-las melhor como manifestações anti-Maia, anti-centrão, anti-negociata. Simplesmente queremos que o Congresso (olha só, divisão de Poderes!) represente o povo, e não simplesmente lembre-se do que a população pensa e quer a cada 4 anos. Se hoje até os caminhoneiros já defendem a reforma da Previdência, o que é que Rodrigo Maia precisa para ser, digamos, convencido? A produção (e participação) é de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!