Do Zero ao Topo
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A história dos empreendedores e empresários por trás das maiores empresas do país e do mundo. Cada episódio mergulha na história de homens e mulheres que enfrentaram os desafios, as incertezas e passaram por momentos decisivos ao longo dos anos para chegar ao topo.
A história dos empreendedores e empresários por trás das maiores empresas do país e do mundo. Cada episódio mergulha na história de homens e mulheres que enfrentaram os desafios, as incertezas e passaram por momentos decisivos ao longo dos anos para chegar ao topo.
Formiga criou a gigante dos certificados digitais #304
Episódios
Heitor Pires tinha um problema: as empresas que ele atendia como contador, na cidade de Formiga (MG), precisavam viajar centenas de quilômetros até encontrar uma certificadora digital. Apesar de eletrônica, a certificação era bem trabalhosa. Para resolver um problema que era dele, mas também de centenas de cidades mineiras, Heitor criou a Certifica Minas. O negócio deu tão certo que mudou seu nome para Certifica, de alcance nacional. Ao incorporar outras empresas e serviços, agora se chama Syngular. Depois de dez anos, a Syngular é líder do mercado brasileiro de certificação digital, com mais de 30% de participação. Em 2026, já emitiu mais de 4 milhões e meio de certificados. Isso dá mais de 25 mil por dia, mais de mil por hora e, em média, um a cada três segundos. No podcast Do Zero ao Topo, apresentado por Mariana Amaro, Heitor Pires conta sua história e as histórias da Syngular. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Você provavelmente nunca viu um comercial dessa empresa na TV, mas existe uma chance gigantesca de que você use a tecnologia dela todas as semanas. Um em cada quatro brasileiros já teve uma transação processada por ela, seja ao parcelar uma compra no AliExpress, ao manter a forma em uma academia da Well Hub, ou comprando um novo smartphone na Vivo. Criada no final de 2018 para transformar qualquer empresa comum em banco, a QI Tech construiu uma infraestrutura financeira invisível por onde passam mais de R$ 490 bilhões em pagamentos por Pix, R$ 100 bilhões em créditos emitidos e R$ 180 bilhões sob administração. Ela foi a primeira sociedade de crédito direto autorizada pelo Banco Central do Brasil, a primeira fintech a obter licença de distribuidora de valores e se tornou um unicórnio financeiro na América Latina, avaliado em cerca de US$ 2 bilhões. Até chegar lá, no entanto, a QI Tech passou dias difíceis - como nos primeiros dias, quando a Receita Federal não conseguia enquadrar uma empresa inovadora como essa. “Falei: cara, agora ferrou”, conta Pedro Mac Dowell, fundador e CEO, a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. “Foi em calafrios. Várias noites sem saber se ia dar certo, já depois de um ano e meio lutando pra montar o sistema, botar de pé e começar a operar”. No podcast Do Zero ao Topo, apresentado por Mariana Amaro, Pedro Mac Dowell conta sua história e as histórias da QI Tech. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Eles estão na sua mesa de trabalho, dentro da geladeira, fora do carro, debaixo dos seus pés, e talvez na janela do seu prédio. São os adesivos. E existe uma boa chance de terem sido feitos pela Adere, a maior fabricante brasileira do setor. A empresa faz, por ano, 120 mil quilômetros de fitas colantes. É o suficiente para dar a volta ao mundo. Três vezes. O plano é fazer muito mais. A empresa, que foi fundada em 1967, em Campinas, tem plano de dobrar o faturamento até 2030 para chegar a 1 bilhão de reais. Para isso, está investindo mais de 100 milhões de reais e ainda tem muito o que mudar. “A gente tem mais de 50% do mercado de fita crepe, mas no geral de fitas adesivas temos 12%. Então você imagina o que dá para crescer”, diz Luiz Gustavo Dias, CEO da Adere, a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. Cola aqui e vem conhecer mais sobre as histórias e os planos da Adere. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Tem história que começa num escritório. A de Leandro Souza começou bem no clima carioca: churrasquinho na brasa, espeto na mão e uma ideia na cabeça. Em 2011, ele decidiu transformar o tradicional espetinho de rua em uma experiência de restaurante. Criou o Espetto Carioca. A ideia deu tão certo que o negócio cresceu e virou um grupo, que agora está internacionalizando suas operações. O Grupo Impettus, que reúne agora mais de 100 unidades de diferentes marcas de gastronomia, bares e alimentação como Espetto Carioca, Mané, Buteco Seu Rufino e Momento Bendito. Além de marcas ligadas à produção de alimentos como a OMG que produz sobremesas e um frigorífico. Só no ano passado, faturou cerca de R$ 200 milhões. Antes de achar sua grande ideia, Leandro rodou o mundo. Filho de empregada doméstica e porteiro de prédio, desde os 13 anos ele trabalhou com o que deu: entregador de jornal, office boy, estagiário em empresa de comunicação. Aos 19, foi para os Estados Unidos sem saber falar hot dog. Foi entregador, manobrista, segurança, quis virar piloto de avião. Até que voltou ao Brasil. E encontrou a grande ideia na beira da calçada.
O especial número 300 do Zero ao Topo mostra como uma ideia de US$ 1 bilhão pode surgir em qualquer lugar. Para Uri Levine, apareceu quando ele estava no trânsito, tentando voltar para casa, com os filhos reclamando no banco de trás. O congestionamento inspirou Levine a criar o Waze, aplicativo de navegação colaborativa comprado pelo Google por mais de US$ 1 bilhão. Depois, ele participou da construção de outro unicórnio: o Moovit, vendido à Intel por outro US$ 1 bilhão. Desde então, Levine fundou, investiu e participou de empresas que tentam resolver problemas em áreas tão diferentes quanto previdência, viagens, agricultura, saúde e mobilidade. A ideia por trás delas é quase sempre a mesma, e virou título do seu primeiro livro: “Apaixone-se pelo problema, não pela solução”. Agora, aos 61 anos, ele também se dedica a ensinar outros empreendedores. É professor de empreendedorismo em uma universidade da Espanha, lançou um fundo para investir em empresas e acaba de escolher o Brasil como o primeiro mercado da sua Uri Levine Startup Academy. Com a inteligência artificial reduzindo drasticamente o custo de conseguir tecnologia, uma pergunta se torna ainda mais interessante. Se ficou mais fácil criar uma startup, ficou mais fácil criar uma boa empresa? _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters
A G10 é a maior transportadora rodoviária de grãos do mundo. Seus mais de 2.200 caminhões percorrem, a cada ano, 120 milhões de quilômetros - algo como 3 mil voltas ao mundo. No ano passado, esse movimento rendeu mais de R$ 4 bilhões em faturamento. Esse império foi construído de grão em grão. Quem conta essa história é Claudio Adamuccio, diretor-presidente da G10 e diretor administrativo da Transpanorama (a maior das empresas que compõem o grupo). “Meu pai era uma pessoa evangélica e tinha três caminhões pequenos. Um belo dia, eu com 19 anos e meu irmão Valdecir com 16, ele disse: ‘Gostaria de lançar um desafio. Eu passo para vocês esses três caminhões e vocês têm o compromisso de cuidar da família, porque quero me dedicar à Igreja’. Falei: aceito o desafio. E fomos para a estrada". Em 1986, nasceu a Transpanorama. Inicialmente, com outros negócios além do transporte de carga. “Compramos uma serraria, exportamos madeira para a Itália e fornecemos os resíduos como carvão para siderurgia", disse Claudio, na conversa com Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. A empresa ganhou foco graças ao acaso. “A gente tinha conta no banco Bamerindus e, em 1997, ele foi vendido para o HSBC. Um belo dia, eles me disseram que não queriam ter empresas com atividades ligadas a carvão ou a madeira. Eu olhei aquilo e pensei: como alguém recusa cliente?”, diz Claudio. Em vez de mudar de banco, afirma, ele mudou de atividade – e de atitude. “Entendi que, sim, você deve fazer escolhas de acordo com o teu propósito, com o legado que você quer deixar. Foi quando eu quis mudar de madeireiro e carvoeiro para ser transportador. Eu vejo no transporte algo muito bonito, você transportar as riquezas do teu país”. Pouco tempo depois, no ano 2000, a Transpanorama formou um grupo com empresas concorrentes, a fim de trabalhar e negociar em conjunto. Assim nasceu a G10. Acompanhe o episódio e conheça mais sobre os desafios e os sucessos da G10. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
A Stefanini se tornou uma gigante brasileira de tecnologia, com faturamento acima de R$ 8 bilhões. Mas continua uma empresa familiar – como era em 1987, quando Marco Stefanini abriu o negócio em um cômodo da casa. Na época ele era um jovem de 26 anos, pai de dois filhos pequenos. Nessa semana Guilherme Stafanini, o filho mais velho, assumiu como CEO da empresa na América do Norte e na Ásia-Pacífico – duas regiões centrais na estratégia de crescimento global da empresa. Enquanto isso Rodrigo, o filho mais novo, acumula os cargos de CEO de Brasil, América Latina e Espanha. O avanço dos filhos é um capítulo na sucessão da empresa. Mas por enquanto Marco, aos 64 anos, continua como CEO global. No primeiro episódio de Do Zero ao Topo, em 2019, Marco contou a história da empresa para a repórter Letícia Toledo.
A Skyone começou nas nuvens e chegou muito mais longe. Em 2013, a empresa nasceu numa pequena sala de coworking para oferecer soluções de cloud, quando muita gente nem sabia o que era aquilo. Hoje a marca tem mais de 20 mil clientes, como Cobasi, Mambo, Malwee e Fortbras Autopeças. Atua em mais de 30 países e deve faturar R$ 600 milhões em 2026. Ricardo Brandão, cofundador e CEO, conta que o começo foi difícil. Aos 32 anos, ele tinha um filho e sua mulher estava grávida de outro bebê. Os investidores não entendiam o negócio, porque não havia referências prontas no exterior. “A gente teve que ir por um caminho próprio, desenvolver o produto, ter clientes, e depois as coisas foram se encaixando”, diz Brandão a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. Com muita conversa dentro da família e entre os sócios, com um modelo de governança estabelecido desde o primeiro mês, a Skyone multiplicou seu faturamento por 10 desde 2018. Atraiu o interesse de investidores como a Advent e, em 2026, fez o maior negócio de sua história: a compra da ADD IT, especializada em nuvens privadas. Hoje, a Skyone oferece serviços de nuvem, dados, inteligência artificial e cibersegurança. Acompanhe o episódio e conheça mais sobre os desafios e os sucessos da Skyone. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
A perfumaria Granado começou em setembro uma série de ativações em Paris. A marca brasileira está fazendo uma collab com a boutique de sorvetes Fruttini Haute Glacerie, com sobremesas inspiradas em fragrâncias brasileiras. A iniciativa busca fortalecer a presença internacional da Granado. Fundada no Rio de Janeiro em 1870, a marca abriu lojas próprias em Paris, Londres e Lisboa. Na Europa, o perfume Figo Confit (75 ml) é vendido por 150 euros – mais que o dobro do valor (R$ 365) cobrado no Brasil. No episódio 253, de 2025, Mariana Amaro conversou com Sissi Freeman, diretora de marketing e vendas da Granado.
Sérgio Costa avistou a Divina Terra e se encantou com o que viu: uma loja de alimentos naturais pertinho de casa, em São Leopoldo (RS), com tudo aquilo que ele, um ex-atleta, costumava procurar no mercado municipal: castanhas, suplementos, comida saudável. Da conversa com o fundador, Marcos Costacurta, surgiu a ideia de ficarem sócios. O dinheiro era pouco. “Olhei no banco e falei: Marcos, só tenho isso aqui”, conta Sérgio em entrevista a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. “Lembro que ele me ligou e falou assim: proposta não é ofensa, mas a tua é praticamente uma”. Mas o alinhamento entre os dois era grande, então seguiram juntos e transformaram a marca em franquia. Hoje, aos 15 anos, a marca tem 80 lojas e fatura R$ 130 milhões. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
A Dreamers tinha um sonho: organizar o maior festival de rock do mundo. No Brasil - país que, em 1985, estava fora do circuito dos shows internacionais. O Rock in Rio deu certo e, em 2026, está em sua 11a edição. À frente da Dreamers - empresa organizadora deste e de outros eventos, como The Town - está a família Medina. O fundador Roberto passou a liderança para segunda geração. Em 2024, Mariana Amaro conversou com Rodolfo Medina, CEO do grupo Dreamers e filho de Roberto. Reveja o episódio 179 de Do Zero ao Topo.
O ponto de partida foi um ônibus, comprado por Carlos Chieppe – um colono que, anos antes, transportava café em lombo de burro no interior do Espírito Santo. Oitenta anos depois, o Grupo Águia Branca é um gigante de mais de R$ 20 bilhões e 20 mil funcionários, com atuação no transporte de passageiros, logística e comércio de veículos. Hoje quem dirige o negócio é Kaumer Chieppe, neto de Carlos. Num grupo de gestão familiar, o executivo passou diferentes papéis antes de assumir o volante. Até o fim do ano, chega a vez de ele deixar a direção. “Sou feliz pela minha carreira, acho que cheguei aonde queria chegar”, diz Kaumer em entrevista a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. “Ao mesmo tempo, me sinto com energia. Vou ter prazem em conquistar outras coisas, nem que seja um topo menorzinho”. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Nos últimos dias, o mercado da moda brasileira viveu um rompimento. A Azzas 2154, empresa que resultou da junção entre as operações da Arezzo e do Grupo Soma, anunciou que vai se separar. Serão 3 blocos: algumas das empresas vão ficar com Alexandre Birman, do Grupo Arezzo, e outras com Roberto Jatahy, do Grupo Soma. Mas uma empresa vai prum bloco especial, a Farm. Essa varejista de moda, que começou com um estandezinho no Rio de Janeiro, acabou ganhando protagonismo nessa história toda e levou até o apelido de "Jóia da Coroa". Hoje o sucesso da Farm é incontestável, mas você sabia que a empresa quase quebrou, e mais de uma vez? Essa história pregressa da Farm já passou aqui pelo nosso podcast, quando a repórter Mari Amaro conversou com Marcelo Bastos, um dos co-fundadores do negócio junto com a Kátia Barros. www.youtube.com/@dozeroaotopo instagram.com/dozeroaotopo_oficial
Um casamento que tinha tudo pra dar certo. Dois dos maiores grupos de moda do Brasil, com presença internacional, se uniram pra buscar sinergias e eficiências, e crescer mais do que nunca. A Arezzo e o Grupo Soma tinham muito em comum, mas também tinham muitas diferenças. Agora, depois de mais de um ano de disputas no alto comando do Azzas 2154, o grupo que surgiu da junção entre Arezzo e Soma, finalmente foi anunciada a separação da empresa. Mas toda essa história de fusão e separação começa com histórias independentes, da criação dessas gigantes. E lá em 2019, o Do Zero ao Topo já contou essa história. Este espisódio é pra relembrar como a Arezzo começou, numa entrevista feita pela repórter Letícia Toledo, num dos primeiros episódios do programa. www.youtube.com/@dozeroaotopo instagram.com/dozeroaotopo_oficial
Marcos Fenício sofreu um acidente de moto, aos 17 anos, que mudou sua vida. “Tive que amputar minha perna, e isso me fez buscar um sentido para a vida. Eu não vim ao mundo de férias. Tenho que ser uma ferramenta de mudança", disse Fenício, em entrevista a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. Marcos parou de comer carne e, e para complementar a alimentação, conheceu a granola. “Naquele tempo, era uma alimentação do pessoal macrobiótico. Não eram tão saborosas como hoje”, afirma. “Minha mãe olhou aquilo ali e falou, ‘peraí’. Ela abaianou o negócio”. A mãe de Marcos, dona Sônia, virou marca: Tia Sônia. E sua receita caseira ganhou o mundo. Hoje, a empresa produz cerca de 300 toneladas de granola por mês. Seus 80 produtos estão em supermercados do Brasil inteiro, numa loja-conceito da marca em São Paulo e nos Estados Unidos. Com dinheiro próprio - “um empréstimo de R$ 40 que está rendendo até hoje”, diz Fenício -, gestão familiar, e uma ajuda involuntária da novela Malhação, Tia Sônia tem 30 anos de existência. É líder do mercado na região Nordeste e a segunda maior do Brasil. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Durante anos, contratar serviços de limpeza no Brasil era sinônimo de informalidade e insegurança. Mas Felipe Buranello e os sócios enxergaram uma oportunidade onde poucos olhavam e transformaram a Maria Brasileira em uma das maiores redes do país. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, o empreendedor conta como a empresa superou a falta de recursos, atravessou a pandemia e alcançou mais de 500 franquias e um faturamento projetado de R$231 milhões em 2026. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Sete anos depois de sua primeira participação no Do Zero ao Topo, Arri Coser recebe nossa equipe no NB Steak da Avenida Juscelino Kubitschek, em São Paulo, para mostrar como o grupo atravessou a pandemia e quais são os próximos passos da empresa. Em conversa com Mariana Amaro, o empresário fala sobre os anos mais difíceis da história da empresa, a estratégia que permitiu superar a crise sem se endividar, o lançamento do Menu Essencial e as mudanças no comportamento do consumidor. Hoje, o grupo vende cerca de 1 tonelada de carne, por dia, e aposta em um novo ciclo de crescimento. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
A Cory Alimentos, empresa das balas chita e Icekiss, chegou a falir, teve fábricas lacradas e perdeu espaço nas prateleiras. Quase 60 anos depois, voltou a crescer e hoje produz 120 toneladas de balas, por dia, e exporta para 45 países. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Felipe Nascimento, diretor executivo da Cory e neto do fundador, conta como a empresa sobreviveu, por que abandonou uma carreira internacional para assumir o negócio da família e quais foram as estratégias que fizeram a companhia atingir mais de 300 milhões de faturamento no ano passado. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Dois cariocas começaram montando uma bicicleta elétrica dentro da garagem de casa. Depois perderam praticamente tudo em um incêndio e tiveram que recomeçar. Hoje comandam uma rede de quase 50 lojas, uma fábrica em Manaus e hoje faturam quase R$300 milhões. Nesse episódio especial do Do Zero ao Topo, realizado no Expert 2026, Mariana Amaro conversa com os irmãos Bruno e Rodrigo Affonso, fundadores da Lev Nessa entrevista, eles contam como transformaram uma ideia trazida da China em uma das principais empresas de mobilidade elétrica do Brasil, os erros, as decisões e as estratégias que aceleraram o crescimento da Lev. _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/ _________________________ A Sumirê, uma das maiores redes de beleza do país com mais de 75 lojas, nasceu como uma lojinha construída por diferentes famílias japonesas no interior de São Paulo. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Renata Takae Minami, CEO da rede, conta como a empresa passou por uma profunda profissionalização para se transformar em um dos grandes negócios do varejo brasileiro de beleza, como foi unir diferentes núcleos familiares em uma mesma estrutura empresarial e revela os planos da companhia, que projeta faturamento de R$ 600 milhões em 2026.
Exclusivo: 5% de desconto no ingresso da Expert XP com o cupom ZEROAOTOPO Garanta o seu ingresso: https://www.expertxp.com.br/ingressos/ _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters _________________________ Uma pequena loja de móveis no interior do Paraná deu origem a um grupo com mais de 240 lojas e faturamento de cerca de R$2 bilhões por ano. Nesta entrevista para o Do Zero ao Topo, Marcio Pauliki, CEO do Grupo MM, conta como seu pai vendeu o único patrimônio da família — uma Brasília 1976 — para realizar o sonho de empreender. Em conversa com Mariana Amaro, ele revela os bastidores da expansão da empresa, explica por que acredita que o futuro do varejo está nas pequenas cidades e compartilha sua visão sobre os desafios do setor, como crédito e vendas pelo WhatsApp.
Você pode ter uma boa ideia, vender bem e até montar um time forte. Mas, se o caixa zerar, o sonho acaba! No último episódio da Trilha Do Zero ao Topo, falamos sobre a matemática da sobrevivência no empreendedorismo: fluxo de caixa, capital de giro, lucro, burn rate, ponto de equilíbrio e os erros que fazem muitas empresas quebrarem mesmo com faturamento. Com histórias de Felipe Titto, Thiago Marques e Beto Cantu, este episódio mostra que gestão financeira é o que separa quem cresce de quem fecha as portas. Neste vídeo, você vai entender: a diferença entre faturamento, lucro e caixa; por que misturar CPF e CNPJ destrói negócios; como calcular o fôlego financeiro da empresa; quando faz sentido buscar um investidor; e por que o caixa é o verdadeiro oxigênio do negócio. Quer aprender mais sobre finanças para empreendedores? Confira os guias completos do InfoMoney: Fluxo de caixa: o que é, para que serve e como aplicar no dia a dia - https://www.infomoney.com.br/guias/fluxo-de-caixa/ Capital de giro: o que é e como calcular (e controlar) o da sua empresa - https://www.infomoney.com.br/guias/capital-de-giro/ Lucro presumido: como funciona, como calcular, vantagens e desvantagens - https://www.infomoney.com.br/guias/lucro-presumido/ Maquininha de cartão: confira 9 perguntas e respostas sobre o tema - https://www.infomoney.com.br/guias/maquininha-de-cartao/
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Você pode ter um ótimo produto, uma marca bonita e até uma ideia brilhante. Mas, se ninguém compra, o negócio não para em pé. Neste episódio da Trilha Do Zero ao Topo, mostramos por que venda é o oxigênio do negócio — e como atrair os primeiros clientes, transformar interesse em compra e fazer essas pessoas voltarem. Ao longo do episódio, você vai entender: por que produto bom não se vende sozinho; como pensar em canais de venda e marketing; o que é o funil de vendas na prática; a diferença entre atrair, relacionar, reter e gerar recorrência; e o que os fundadores de empresas como Óticas Diniz, Milky Moo e Kings Sneakers ensinam sobre presença de marca e comunidade.
Exclusivo: 5% de desconto no ingresso da Expert XP com o cupom ZEROAOTOPO Garanta o seu ingresso: https://www.expertxp.com.br/ingressos/ _________________________ INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o dia Receba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/ _________________________ O Grupo Feital, maior distribuidora de aço inoxidável da América Latina, mantém hoje mais de 125 mil itens em estoque e atende cerca de 50 mil clientes de quase todos os setores da economia. A história de quase 80 anos atravessou gerações e segue agora sendo escrita pela terceira geração da família com Oswaldo Feital, CEO do Grupo. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, o atual CEO conta como a empresa da família enfrentou o Plano Collor, vendeu parte da operação para sobreviver, voltou a investir na indústria e se tornou uma das gigantes do setor.
Um sócio errado pode destruir uma empresa antes mesmo de ela crescer. Neste episódio da Trilha Do Zero ao Topo, mostramos como escolher o sócio certo, montar um time forte e evitar os erros mais comuns de quem está começando a empreender. Neste episódio, você vai entender: como escolher um sócio que complemente suas habilidades; por que amizade não basta para formar uma sociedade; o que não pode faltar em um acordo de sócios; como montar um time com senso de dono; Ainda não tem uma ideia de negócio? Assista ao primeiro episódio da Trilha e veja por onde começar: https://www.spreaker.com/episode/como-comecar-um-negocio-do-zero-diferenciando-ideia-de-oportunidade-real-trilha-do-zero-ao-topo-1--72463892
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Por que tantos negócios falham mesmo quando têm um bom produto? Neste episódio da Trilha, vamos mostrar como testar, errar barato e validar o seu produto ou serviço. Neste episódio você vai aprender sobre: o que é um MVP de verdade como validar a hipótese de valor como testar a hipótese de crescimento quando perseverar e quando pivotar Ainda não tem uma ideia de negócio? Escute ao primeiro episódio da Trilha e veja por onde começar: https://www.spreaker.com/episode/como-comecar-um-negocio-do-zero-diferenciando-ideia-de-oportunidade-real-trilha-do-zero-ao-topo-1--72463892
Edmar Bull, CEO da Copastur, conta como a empresa familiar virou uma potência do turismo corporativo no Brasil, ultrapassando R$ 2 bilhões em vendas sem receber aporte externo. Nesta conversa com Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, ele fala sobre sucessão familiar, pandemia, o crescimento do turismo e os bastidores de um dos mercados mais afetados pelas crises globais.
Baixe o Business Model Canva - Trilha Do Zero ao Topo: https://acrobat.adobe.com/id/urn:aaid:sc:us:0084f67e-479f-4825-9b5e-75ee8e9ee9a3?viewer%21megaVerb=group-discover Você começaria uma trilha difícil sem mapa? No empreendedorismo, fazer isso pode custar caro. Neste episódio da Trilha Do Zero ao Topo, mostramos por que o plano de negócios não é burocracia: ele é o mapa que ajuda a transformar uma ideia em empresa. E mais: explicamos como usar o Business Model Canvas para organizar seu negócio de forma simples, visual e prática. Neste vídeo, você vai aprender: o que é um plano de negócios como analisar a concorrência e o mercado a matriz SWOT/FOFA e outras ferramentas importantes para montar seu projeto como funciona e como montar o seu plano de negócios com o Business Model Canva Ainda não tem uma ideia de negócio? Assista ao primeiro episódio da Trilha e veja por onde começar: https://www.youtube.com/watch?v=s4P0sTes8ww
André Rezende, fundador da Prática Produtos, conta como transformou uma pequena operação no interior de Minas Gerais em uma das maiores fabricantes de equipamentos para food service do mundo. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, ele revela os erros do começo, a virada durante o apagão de 2001, a expansão para EUA e mais de 50 países e como a empresa saiu do Brasil para competir com gigantes globais.
Qual é a receita para ter uma ideia milionária? Aqui no Do Zero ao Topo já conversamos com centenas de empreendedores. Então organizamos, a várias mãos, uma jornada especial: a Trilha, uma nova série do Do Zero ao Topo para ajudar você a destravar esse plano de começar a empreender. No primeiro episódio da Trilha, mostramos como olhar para a sua realidade, identificar dores do mercado, observar tendências e testar se uma ideia tem chance de virar negócio.
Diego e Piero fundaram o Asaas, em Joinville, após identificarem uma dor simples: pequenas empresas não conseguiam cobrar clientes de forma fácil. O que começou como um software quase fracassado virou uma das fintechs que mais crescem no Brasil, com operação 100% remota, lucro bilionário e investidores como SoftBank. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Diego Contezini, cofundador do Asaas, conta como a empresa pivotou, enfrentou quase uma década difícil e construiu uma cultura diferente no mercado tech brasileiro.
Raquel Carvalho, fundadora e CEO da Labotrat, transformou uma ideia de infância em uma das marcas de cosméticos que mais crescem no Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, ela e o marido, André Rios, contaram como a marca de Fortaleza saiu de uma pequena operação para um faturamento acima de R$ 200 milhões, dominou categorias no varejo, viralizou no TikTok e expandiu a marca para a Europa.
Nilton Junior, começou aos 15 anos consertando computadores na Grande Florianópolis, abriu a empresa com R$ 14 mil e enfrentou crises duríssimas no caminho. Hoje, no comando da Zoom Holding, ele já faturou R$ 750 milhões e projeta chegar, este ano, perto de R$ 1 bilhão. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, o fundador revela os erros, as viradas estratégicas e como a IA virou motor de crescimento.
A Centauro completou 45 anos em 2026 e, por isso, mais uma vez, o Do Zero ao Topo saiu do estúdio. Fomos até a nova sede da empresa, em São Paulo, para conhecermos de perto a trajetória de uma das maiores marcas do varejo esportivo da América Latina. Hoje, já são 230 lojas espalhadas por 26 estados do país. Em um escritório moderno e totalmente conectado ao universo do esporte, Sebastião Bomfim Filho conversou com Mariana Amaro e relembrou os desafios do começo lá em Belo Horizonte, os erros, as grandes viradas e os planos para o futuro da companhia.
Lídia Abdalla, CEO do Grupo Sabin, conta como saiu de trainee para comandar uma das maiores empresas de saúde do Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo,ela revela a estratégia que levou o Sabin de R$ 300 milhões para quase R$ 2 bilhões em receita, com mais de 30 aquisições, expansão nacional e foco em cultura forte.
Com apenas R$ 7 mil emprestados da avó, Bruna Vasconi começou vendendo roupas usadas das crianças na garagem de casa, em Brasília. Hoje, a Peça Rara fatura R$ 300 milhões por ano e recebeu investimento da SMZTO, de José Carlos Semenzato. Neste episódio Do Zero ao Topo, os executivos conversam com Mariana Amaro e contam como transformaram um brechó em uma potência nacional.
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Kawel Lotti sonhava em ser executivo, foi demitido e precisou recomeçar. Hoje lidera a Ceopag, fintech com centenas de unidades e crescimento acelerado. Neste episódio Do Zero ao Topo, que tem apoio de XP Empresas, o executivo conversa com Mariana Amaro e fala como transformou crise em oportunidade, os bastidores do mercado de maquininhas, franquias e os próximos passos da empresa.
A história de André Vaz, CEO e cofundador da Totoy, vai de falência, despejo e recomeço com US$ 720 no bolso até a criação de uma das maiores propriedades infantis do mundo. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, ele explica como junto com a esposa psicóloga transformou fracasso em estratégia, criou um fenômeno global no YouTube e Netflix e por que propósito pode ser mais importante que dinheiro na construção de um negócio escalável.
Na edição especial gravada durante o Do Zero ao Topo Experience, Rafael Mendes, cofundador da Ultra Pão, conta como transformou um produto “pouco sexy” — o pão francês de todo dia — em um negócio de alto crescimento, com tecnologia proprietária e reconhecimento internacional. Ele relembra o início modesto, explica o impacto da pandemia no consumo de pão, detalha o desenvolvimento da tecnologia Leviassa (que tira o pão da cadeia do frio sem conservantes) e mostra como a empresa caminha para faturar centenas de milhões de reais enquanto se prepara para a consolidação do mercado.
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Um bom negócio começa com um café. Wilton Bezerra, fundador e CEO da Cheirin Bão, saiu da periferia vendendo cocada e construiu com seu sócio, Eduardo Schroeder, uma das maiores redes de cafeterias do Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Bezerra revela o erro financeiro que quase quebrou a empresa, a decisão radical durante a pandemia e como transformou uma marca problemática em um negócio com mais de 500 milhões de faturamento.
De um alto-falante em uma praça no interior do Rio Grande do Sul para um grupo que fatura cerca de R$1 bilhão por ano. Foi assim que nasceu a RBS, hoje o maior conglomerado de mídia regional do Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Nelson Sirotsky conta como ajudou a transformar a empresa fundada por seu pai, em 1957, em um dos grupos mais influentes da televisão brasileira, os desafios da sucessão familiar e como o grupo está se reinventando na era digital.
Lohran Soares começou vendendo brigadeiro na escola para comprar uma chuteira. Anos depois, quebrou empreendendo e chegou a não ter dinheiro nem para comprar um açaí. Em 2020, duas semanas antes do lockdown da pandemia, ele decidiu abrir uma loja de milk-shake. O que parecia o pior momento possível virou o começo da Milky Moo, rede que hoje tem mais de 800 unidades e se tornou a maior marca de sobremesas do Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, o fundador conta como criou uma marca tão forte, o erro que quase quebrou seu primeiro negócio e a meta de transformar a Milky Moo em uma marca global.
Abraham Curi, fundador da Tecnogera conta como a demissão aos 22 anos e um cheque de R$ 75 mil, sem ter o dinheiro, deram início a trajetória de um dos maiores nomes do setor de segurança energética no Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Como transformou uma demissão em oportunidade, o risco que mudou sua vida, a virada estratégica para eletrificação e como a Tecnogera chegou a R$ 750 milhões de faturamento.
Ruy Maurício e Carolina da Fonte começaram como franqueados da Microlins e decidiram criar a própria marca de educação. Em 2010, nasceu a primeira unidade da Grau Educacional, uma rede que começou em Recife e hoje já atravessa o Brasil de ponta a ponta, se destacando entre as maiores do ensino técnico no país. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, eles contam como o grupo pernambucano conquistou 133 escolas, mais de 180 mil alunos ativos e um faturamento anual de R$500 milhões.
Otelmo Drebes, presidente do Grupo Lebes, conta como transformou uma das maiores varejistas da Região Sul e uma das 10 maiores redes de departamentos do país em um ecossistema que une soluções financeiras, indústria têxtil e logística. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Drebes revela como foi assumir a empresa de 70 anos da família, que na época estava endividada, e fazer dela um grupo que hoje fatura cerca de R$ 2 bilhões por ano.
As fundadoras da Pantys, marca pioneira em roupa íntima absorvente, contam como transformaram um problema real em uma nova categoria de produto no Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Emilly Ewell e Maria Eduarda Camargo falaram sobre a pesquisa inicial, do primeiro estoque esgotado em semanas e como construíram a marca com capital próprio quando ninguém acreditava validando um mercado rodeado de tabu. Hoje, a Pantys produz, por mês, cerca de 80 mil peças e expande o portfólio para saúde, moda e bem-estar.