A Estratégia do Dia
Bloomberg Línea
O podcast original da Bloomberg Línea com notícias e análises sobre economia e negócios no Brasil e no mundo, explicadas de maneira descontraída e acessível. Todas as manhãs com Alan Blanco.
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Robôs no armazém da Unilever | A empresa chinesa que quer substituir remédio por aparelho
Episódios
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] Nesta edição: Mercado Bitcoin sofre ataque hacker de US$ 40 milhões e diz que vai arcar com o prejuízo BYD mais do que dobra sua fatia no mercado brasileiro e mira a liderança até 2030 Apple supera previsões no primeiro balanço de John Ternus, mas margens menores derrubam ações A Unilever investiu R$ 145 milhões em 18 meses num projeto de logística no Brasil, que inclui o primeiro hub automatizado do grupo no país, em Itupeva (SP). Com robôs, descarregamento automático e inteligência artificial para prever a demanda diariamente, a capacidade logística da empresa no país cresceu cerca de 40%, e o modelo pode ser levado para Argentina e México. A chinesa BrainCo, rival da Neuralink, quer lançar em dois a três anos um dispositivo de interface cérebro-computador que reduziria o apetite por estimulação cerebral, uma espécie de versão eletrônica dos remédios à base de GLP-1. A gente explica a tecnologia, o que a empresa já faz e o que ainda precisa ser provado.
Nesta edição: Bancos globais reavaliam empréstimos por causa do Super El Niño China lidera a corrida por robôs domésticos, com 97% das entregas de humanoides União Europeia e Canadá negociam aliança inédita para reduzir dependência de EUA e China A reação contra Kylian Mbappé na China, com contratos rompidos, jogos bloqueados na TV estatal e ações de patrocinadoras em queda, virou um alerta para as marcas globais. Analistas do Eurasia Group explicam por que o espaço para erro ficou menor num momento político delicado, por que o antigo manual de pedir desculpas e esperar deixou de funcionar e o que NBA, H&M, Nike e Louis Vuitton já aprenderam no país. Às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA, com os juros médios do cartão acima de 20% ao ano e mais de 40% dos adultos carregando dívida de um mês para o outro, democratas e republicanos defendem limitar as taxas. Os bancos reagem, 72% dos eleitores apoiam um teto de 10% e famílias recorrem a alternativas como o compre agora, pague depois.
Nesta edição: Decisão de Moraes sobre os passaportes de Flávio Bolsonaro vira problema para Lula Goldman espera que bancos públicos sustentem o crédito em meio a endividamento recorde Vale aposta na continuidade da postura moderada do Brasil na geopolítica Lula discute um ajuste fiscal gradual, com meta de superávit primário de 1,5% do PIB até o fim do próximo mandato, enquanto o déficit nominal gira em torno de 10% do PIB. A lembrança da guinada de Dilma Rousseff depois da reeleição de 2014 pesa nos planos do governo. Já o mercado, que viu o Ibovespa cair 13,88% depois da eleição, considera a meta insuficiente. A gente explica o que está em discussão e por que a escolha do próximo ministro da Fazenda virou o assunto do momento. Hackers levaram US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, no maior roubo do tipo da história. Empresas de rastreamento atribuem o ataque a uma unidade norte-coreana, e especialistas acreditam que os hackers usam inteligência artificial e entrevistas de emprego falsas para chegar aos alvos.
No último episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema é o resultado do segundo turno e os desafios de Lula no quarto mandato. O convidado é Ricardo Ribeiro, analista político da MCM Consultores. Ele explica como a saída de Flávio Bolsonaro do país isolou o bolsonarismo e abriu espaço para Tarcísio de Freitas em 2030. Também avalia que Lula chega mais frágil a este mandato, com um Congresso mais à direita e um mercado desconfiado da política fiscal. Radar Eleitoral é o programa semanal da Bloomberg Línea sobre a corrida presidencial de 2026, com conversas com analistas, economistas e especialistas sobre os temas, os candidatos e os riscos que os mercados acompanharam de perto ao longo da eleição.
Nesta edição: China deve superar os EUA em modelos de IA até 2030, segundo a Bloomberg Intelligence ONU volta a condenar o embargo a Cuba, mas a oposição à resolução bate recorde Juros altos e famílias endividadas pressionam o varejo no novo mandato de Lula Citi, Morgan Stanley e JPMorgan, que recomendavam aumentar a exposição ao Brasil antes da eleição, reverteram as apostas depois da reeleição de Lula. Na segunda-feira, o dólar subiu 8%, a maior alta em mais de duas décadas, o Ibovespa caiu cerca de 14% e os juros futuros dispararam mais de 300 pontos-base. A gente explica o que preocupa os investidores, como o déficit acima de 9% do PIB, e por que gestores como Wells Fargo, Carmignac e GQG veem exagero e oportunidade. Na véspera do segundo turno, Polymarket e Kalshi davam cerca de 80% de chance de vitória a Flávio Bolsonaro, e o mercado acreditou. Em coluna de opinião, Jonathan Levin, da Bloomberg Opinion, mostra que menos de US$ 32 milhões em apostas, feitas sem a participação de quem mora no Brasil, ajudaram a criar e depois evaporar cerca de US$ 130 bilhões em valor na bolsa. Ele também tira lições para as eleições de meio de mandato nos EUA.
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] Nesta edição: Justiça de São Paulo mantém condenação da 99Food por concorrência desleal contra o iFood Minha Melhor Amiga lidera a bilheteria e Feito Pipa tenta vaga no Oscar Anglo American diz que o Brasil não deve escolher lado na disputa por minerais críticos O agronegócio apoiou Flávio Bolsonaro abertamente e agora fica na oposição, mas com bancada forte no Congresso e uma pauta urgente de dívidas. Do lado do clima, o governo promete zerar o desmatamento até 2030, leva o Brasil à COP31 e busca bilhões para o fundo de florestas, enquanto planeja ampliar a exploração de petróleo. Mbappé contou que seu meme favorito era uma montagem com o próprio rosto sobre a imagem de Mao Tsé-tung. Em poucos dias, sumiu da TV estatal chinesa, teve contas silenciadas, perdeu patrocinadores e viu ações de marcas ligadas a ele caírem em Xangai e Hong Kong. Até pedir desculpas publicamente.
Nesta edição: Os banqueiros mais ricos do Brasil perdem US$ 10 bilhões após a vitória de Lula O iPhone Duo, primeiro dobrável da Apple, chega às lojas com relatos de tela rachada TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre fiscais do PL na sala-cofre A Anthropic, criadora do Claude, pediu para abrir capital na Nasdaq com uma avaliação estimada entre US$ 1,4 trilhão e US$ 1,5 trilhão. O prospecto mostra receita de US$ 16,3 bilhões no semestre e um prejuízo de US$ 80,7 bilhões, causado em boa parte pela própria valorização da empresa. O documento também traz um aviso raro: a IA pode agir de forma não intencional e representar riscos catastróficos para a humanidade. Explicamos o que são as notas conversíveis, quanto a empresa gasta com computação e por que o mercado vai ter que decidir se tanta franqueza vale prêmio ou desconto. Pressionadas pelos carros chineses, as montadoras europeias cortam empregos e pedem proteção. Uma coluna da Bloomberg Opinion sugere outro caminho: estudar a Suíça, que quase perdeu a indústria de relógios para o quartzo japonês nos anos 1970 e voltou por cima com luxo no topo e Swatch na base. Mostramos o que Ferrari, Renault e BMW já estão fazendo, quanto custaria um carro elétrico 100% europeu e o que essa história tem a ver com o avanço das marcas chinesas no Brasil.
Nesta edição: Bitcoin cai abaixo de US$ 80 mil em meio a onda de venda ligada à inteligência artificial As cinco maiores potências militares da Europa devem apontar a Rússia como a maior ameaça ao continente Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, que pediu a anulação do segundo turno alegando que o STF mudou as regras durante a votação. A gente explica a polêmica sobre o horário de votação, como foi a reta final da campanha e o discurso da vitória. Também mostra o que Lula vai enfrentar no quarto mandato: contas apertadas e um Congresso em que o PL será a maior bancada. Mais de 95% do tráfego de dados do planeta passa por cabos no fundo do mar, e eles viraram uma nova frente da disputa tecnológica entre Estados Unidos e China, segundo coluna da Bloomberg Opinion. A gente explica por que esses cabos importam, como as rotas estão mudando para fugir da China e por que a próxima batalha é a dos data centers.
Nesta edição: Cade recomenda arquivar a queixa da Aiqfome contra o iFood sobre exclusividade no interior Assessor de Flávio Bolsonaro diz que a Petrobras não será privatizada Brasil fica em segundo lugar em ranking de IA da Cepal, atrás do Chile Especialistas da ONU dizem que a Meta aparentemente restringiu de forma desproporcional um dos lados da eleição brasileira, em episódios parecidos com as queixas da campanha de Lula. A Meta nega favorecer qualquer candidato e atribui os problemas a falhas técnicas. A gente explica a decisão da Justiça Eleitoral, a versão da empresa para cada caso e por que os algoritmos viraram tema central a poucos dias do segundo turno. O rótulo Made in China, que já foi sinônimo de produto barato, virou símbolo de status entre fotógrafos, colecionadores e corredores. A gente explica como marcas chinesas conquistaram os consumidores mais exigentes, do fabricante de lentes que responde aos comentários ao tênis que viralizou no Reddit sem gastar com marketing.
Nesta edição: O Carrefour estima impacto de até 200 milhões de euros com os protestos na França, e as ações tiveram a maior queda em um dia desde 2017. Elon Musk diz que Tesla e SpaceX estudam uma fusão, que seria a maior da história. Putin diz estar pronto para retomar negociações de paz com os EUA e a Ucrânia, possivelmente no começo de novembro. A poucos dias do segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aceleraram as promessas para conquistar os indecisos. Lula anunciou medidas que devem custar mais de R$ 50 bilhões, como o Pé de Meia para universitários e a Tarifa Zero nos fins de semana. Flávio fala em um fundo de R$ 3 trilhões para renegociar dívidas, na volta do Perse e num cashback via Pix, sem dizer onde vai cortar gastos. Neste episódio, a gente explica quanto custam essas promessas e por que, segundo a Bloomberg Economics, quem ganhar vai ter que escolher entre desagradar o eleitor ou o mercado. Nos Estados Unidos, a menos de duas semanas da eleição que define o controle do Congresso, o governo Trump processou a Califórnia para separar 20 mil votos pelo correio de supostos estrangeiros. O estado e o Partido Democrata reagiram na Justiça e dizem que os dados do governo são frágeis. Em Nevada, uma lista de quase 16 mil nomes caiu para 185. A gente mostra os argumentos dos dois lados e por que a confiança na contagem dos votos virou campo de batalha antes mesmo da eleição.
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] Nesta edição: Real Time Big Data: Flávio tem 52% dos votos válidos e Lula 48%, no limite da margem de erro Caso de doença de Newcastle em Santa Catarina ameaça exportações de frango China alerta para risco de contágio financeiro com juros altos e tensão geopolítica A Justiça do Rio encerrou a recuperação judicial da Americanas três anos e nove meses depois da revelação de uma fraude contábil de R$ 25,3 bilhões. A gente explica o que a decisão muda e por que credores contestaram a saída. Também mostra como a empresa encolheu e voltou a ter prejuízo, e quais processos ainda correm contra ex-executivos. As canetas emagrecedoras criaram no Brasil um mercado paralelo que deve movimentar R$ 6,5 bilhões só com produtos trazidos ilegalmente do Paraguai, segundo o Itaú BBA. A gente explica como funciona esse comércio, os riscos para a saúde apontados pela Anvisa, a onda de roubos a farmácias e o que pode mudar com os genéricos.
Neste episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema são os desafios econômicos que o próximo governo vai herdar. O convidado é Felipe Salto, economista-chefe e sócio da Warren e especialista em política fiscal. Na conversa, ele avalia o fim da escala 6x1, que pode somar de 0,3 a 0,4 ponto à inflação e deve pesar mais sobre varejo e serviços, e calcula que as medidas anunciadas na reta final da campanha podem custar entre R$ 45 bilhões e R$ 47 bilhões em 2027, num orçamento que já parte de uma receita otimista. Para Salto, o Brasil não vive uma crise fiscal, mas a política do "feijão com arroz" já não basta: com a despesa crescendo bem acima do PIB, o ajuste vai ser inevitável, seja com Lula ou com Flávio Bolsonaro, e a dificuldade estará em aprovar esse ajuste no novo Congresso.
Nesta edição: Justiça Eleitoral manda a Meta tratar Lula e Flávio de forma igual, e a empresa nega favorecer um lado Porta-voz de Trump deixa o cargo depois de menos de uma semana Depois de eleições que levaram a direita ao poder, bolsas e moedas dispararam na Colômbia, no Chile e em outros países da América Latina. Agora os ganhos perdem força, e gestores reduzem a aposta na região. A gente explica o que aconteceu com Colômbia, Peru, Equador e Argentina e por que analistas veem um alerta para o Brasil, onde as ações subiram mais de 20% desde agosto. Mais de meio milhão de pessoas foram às ruas na França contra o custo de vida, com saques, prédios históricos incendiados e 1.800 detidos, segundo o governo. A gente explica a crise e a briga política que veio depois. Também mostra como Emmanuel Macron, nos últimos meses de mandato, tenta manter relevância na Europa sem força política em casa.
Nesta edição: Procura por proteção contra alta do dólar chega ao maior nível desde 2020 com pesquisas mais apertadas Brasil vira o segundo maior mercado da Roblox, e o BBB ganha versão na plataforma Havan vai crescer no Norte e no Nordeste sem abrir capital, diz Luciano Hang A BR-319, de quase 900 quilômetros entre Porto Velho e Manaus, tem cerca de metade do trajeto em terra e virou tema do segundo turno. A gente explica por que quem vive no Amazonas quer a estrada e por que ambientalistas temem o desmatamento. Também mostra a briga entre ministros sobre se a obra é manutenção ou asfaltamento, e o que Lula e Flávio Bolsonaro propõem para a região. Chile e Bolívia não têm relações diplomáticas desde 1978, e o presidente chileno José Antonio Kast faz a primeira visita de Estado a La Paz em mais de 70 anos. A gente explica a disputa pelo mar, o que está na pauta (energia, portos e segurança) e os atritos que ainda pesam, como a apreensão de madeira supostamente impregnada com drogas.
Nesta edição: Portugal escolhe a Lufthansa para comprar até 49,9% da TAP Regulador diz que o futebol inglês está à beira de um desastre financeiro Aprovação de Keiko Fujimori, presidente do Peru, cai para 28,3% Depois do primeiro turno, banqueiros, investidores e executivos passaram a disputar reuniões com Flávio Bolsonaro e seus assessores, incluindo empresários que há um mês ajudavam a organizar jantar com Lula, segundo a Bloomberg. A gente explica quem está se aproximando, o que os empresários querem de um eventual governo e o que ainda os preocupa, como a lembrança de nomes que deixaram o governo Jair Bolsonaro no meio do caminho. A Shell virou a primeira petroleira autorizada nos EUA a usar drones em plataformas no mar. O objetivo é religar a produção mais rápido depois de furacões e economizar quase US$ 50 milhões em três anos. A gente explica como funciona a inspeção hoje, o que muda com os drones e por que tempestades mais fortes viraram uma ameaça constante para o petróleo do Golfo do México.
Diversifique seus investimentos internacionais com liberdade, transparência e facilidade. Conheça a Remessa Online, acesse o site ou baixe o app. [Patrocinado] Nesta edição: Crise da dívida europeia volta a assustar, mas emergentes estão mais preparados, dizem analistas Vendas da principal divisão da LVMH caem 5% com boicote à Louis Vuitton na China Milhares protestam contra água contaminada em Guadalajara, no México, e 50 são detidos As bicicletas elétricas viraram febre entre adolescentes americanos e estão ligadas a mais de 155 mil atendimentos em pronto-socorro e mais de 300 mortes entre 2017 e 2024. A gente explica por que muitas são, na prática, motos disfarçadas e como estados e cidades estão reagindo, de proibições por idade a um programa de recompra. Também mostra o debate entre pais que pedem proibição e os que preferem regras de segurança. Na Índia, mais de 130 milhões de nomes ficaram fora das listas preliminares de eleitores. Uma investigação jornalística sobre a revisão levou a protestos, detenções em massa e uma marcha da oposição até a Suprema Corte. Ao mesmo tempo, a inflação chegou a 5,54%, a rúpia está entre as piores moedas da Ásia e o banco central subiu os juros pela primeira vez em quase quatro anos.
Neste episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema é o que a nova configuração política desenhada no primeiro turno pode significar para as regras do jogo no Brasil. O convidado é Guilherme Casarões, professor na Florida International University e da FGV EAESP, que publicou depois do resultado do primeiro turno um artigo em que fala no 'fim da Nova República'. Na conversa, ele explica o que entende por isso: não a queda imediata da Constituição de 88, mas o esgotamento do pacto que organizou a política brasileira desde o fim do regime militar, o presidencialismo de coalizão, baseado em negociação, concessão e busca de consenso. Para Casarões, esse pacto já vinha 'respirando por aparelhos', corroído pela frustração de parte da população com entregas que considera insuficientes e por três movimentos posteriores a 2014: o processo de impeachment de Dilma Rousseff, o avanço do Congresso sobre o orçamento a partir da gestão de Eduardo Cunha na Câmara, e a disfuncionalidade atual, em que o Congresso executa orçamento e o Judiciário legisla. Radar Eleitoral é o programa semanal da Bloomberg Línea sobre a corrida presidencial de 2026, com conversas com analistas, economistas e especialistas para entender os temas, os candidatos e os riscos que os mercados estão acompanhando de perto até a eleição.
Nesta edição: AtlasIntel/Bloomberg: Flávio tem 53% dos votos válidos no 2º turno, contra 47% de Lula Marcelo Kayath, cotado para a Fazenda de Flávio segundo fontes, defende mudanças fiscais rápidas JetBio muda projeto de US$ 2 bilhões em Paulínia para também produzir diesel renovável de etanol Depois do primeiro turno, os juros futuros caíram tanto que bateram no limite da B3. O principal ETF de ações brasileiras caminhou para a melhor semana desde 2020, e o real, para a melhor desde agosto de 2024. A gente explica o que são juros futuros, ETF e carry trade, no que os investidores estão apostando, os números da dívida pública, os argumentos dos dois lados e por que analistas pedem cautela. O El Niño atingiu a maior força já registrada, segundo a agência meteorológica do Japão, e o pico ainda está por vir. A gente explica o que é o fenômeno, por que ele mexe com o planeta inteiro e o que já acontece no Brasil: seca no Norte e no Nordeste, cheias no Sul, açúcar na máxima em 19 meses, florada antecipada do café e pressão sobre as hidrelétricas.
Nesta edição: Uruguai lidera ranking global de melhores países para se aposentar Marco Rubio pede que Portugal e a Europa reduzam a dependência da China A Stellantis, dona de Fiat e Jeep, diz que o avanço das montadoras chinesas pode ameaçar até 90% de seus empregos na América do Sul. A gente explica o que são os carros montados a partir de kits importados, como as chinesas chegaram a um quarto das vendas em setembro, o que está em jogo para a indústria e o que o próximo governo vai ter que decidir. Os peptídeos viraram moda para melhorar foco e memória, mas a maioria não tem aprovação e é vendida num mercado cinzento de bilhões de dólares. A gente explica o que são, o que a ciência sabe e o que não sabe, o debate na FDA e por que médicos alertam contra a automedicação.
Nesta edição: Ray Dalio diz que a inteligência artificial vive uma bolha clássica perto de estourar Brasil é o terceiro da América Latina em riqueza financeira por pessoa, segundo a Allianz Shake Shack fecha acordo com a dona do Outback para abrir 40 lojas no Brasil Flávio Bolsonaro recebeu o apoio de União Brasil, PP e do ex-adversário Ronaldo Caiado para o segundo turno. A gente explica a matemática dos votos e o que ele promete em troca, incluindo um mandato só e mudanças na Constituição. Mostra também quem ficou neutro, a reação do mercado e a estratégia diferente da campanha de Lula. Uma técnica de laboratório de um instituto antipeste na Sibéria morreu com uma pneumonia sem causa oficial, e quase 200 pessoas foram colocadas em observação. A gente explica o que está confirmado e o que não está, o que é a peste pneumônica, por que ela tem tratamento hoje e por que Estados Unidos e OMS estão pedindo mais informações à Rússia.
nvestir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] Nesta edição: Eurasia eleva de 45% para 70% a chance de vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno ONU diz que o mundo vai estourar a meta de 1,5 grau, e a União Europeia leva pacote de corte de emissões à COP31 França e Alemanha se unem para pedir que a Europa endureça com a China Lula disse que estava convencido de que venceria no primeiro turno. Agora, a campanha admite erros de leitura do eleitorado e tenta mudar a estratégia em menos de três semanas. A gente mostra o que aliados apontam como falhas, o que a campanha pretende fazer para buscar a virada e por que o favoritismo de Flávio ainda não é certeza. A fortuna dos bilionários de tecnologia cresceu US$ 845 bilhões em nove meses e chegou a US$ 4,6 trilhões, com a inteligência artificial como motor. A gente explica quem ganhou, por que os dez mais ricos do mundo agora são americanos, os sinais de desgaste com a dívida da IA e os novos nomes da lista, de fundadores de startups a um fabricante de trilhos de servidor.
Flávio Bolsonaro surpreendeu ao superar Lula por quase 2 pontos no primeiro turno, e a direita também avançou no Senado. No Radar Eleitoral de hoje, o cientista político Bruno Soler, sócio da Real Time Big Data, analisa por que as medidas de última hora do governo — reajuste do Bolsa Família, proibição das bets — não conseguiram reverter o clima de mudança, qual deve ser a transferência de votos dos candidatos eliminados, e por que a frase "é a economia, estupendo" explica a desconexão entre os números oficiais e a vida real do eleitor. Bruno também comenta o efeito da abstenção, o que esperar de um eventual governo Flávio na frente fiscal, e os nomes que podem compor sua equipe econômica.
Nesta edição: Sánchez convoca eleição antecipada na Espanha após derrota do plano de moradia DBS diz que a Nvidia mostra que o rali da inteligência artificial não é bolha Petrobras estuda tornar o Brasil 100% autossuficiente em diesel Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente de Lula, com cerca de 47% contra 45%, e a direita avançou no Senado e nos estados. A gente organiza o que isso muda: a disputa pelo segundo turno, a nova força do Senado diante do STF, a reação do mercado às propostas fiscais dos dois candidatos, o papel do Banco Master na campanha e o fator Trump. O petróleo continua acima de US$ 100 mesmo com a produção do Oriente Médio quase normalizada. A gente explica os cinco motivos apontados pela Bloomberg, do medo de uma nova escalada aos estoques mais baixos em cinco anos, e mostra como a crise do diesel chega ao Brasil, que passou a depender dos Estados Unidos e viu a Petrobras reabrir a discussão sobre autossuficiência. Versão curta: O que o primeiro turno mudou na política e no mercado, e por que o petróleo não sai dos US$ 100.
Lula e Flávio Bolsonaro apresentaram planos parecidos para os endividados, e os dois passam pela Caixa Econômica Federal. A gente explica por que o banco com a maior carteira de crédito do país, responsável por quase 70% do financiamento da casa própria, virou peça central da eleição, como cada governo usou a Caixa nos últimos anos e o que o próximo presidente vai ter nas mãos. A Rússia enviou ao parlamento um orçamento com gasto militar recorde por pelo menos três anos: 17 trilhões de rublos em 2027. Para pagar, o governo aperta mineradoras, cria impostos, vende ativos confiscados de empresas estrangeiras e aumenta a conta de luz das famílias. No mesmo dia, o chefe da OTAN pediu que a Europa se prepare para mais ataques híbridos. A gente mostra de onde vem o dinheiro e como a Europa responde.
Nesta edição: • Piloto ataca colega e tenta derrubar voo da FlyDubai; passageiro e tripulação evitam tragédia Brasil esgota cota de carne bovina na China e passa a pagar tarifa extra de 55% Carmed chega a Portugal com o nome Flavy e mira América Latina Os bancos estão trocando hospitais por laboratórios. O Fleury sobe cerca de 50% no ano, a Dasa ganhou recomendação de compra, e enquanto isso a Hapvida viu o lucro quase zerar e outras redes foram renegociar dívidas na Justiça. A gente explica por que fazer exame virou um negócio melhor do que internar, quem é a exceção entre os hospitais e o que isso diz sobre a saúde privada no Brasil. O governo anunciou o fim das bets a poucos dias da eleição, e os clubes de futebol podem perder cerca de R$ 1 bilhão em patrocínio. De um lado, as famílias mandam em média R$ 4,7 bilhões por mês via Pix para as apostas e as dívidas batem recorde. Do outro, os clubes dependem das bets para um terço da receita comercial e devem mais do que faturam. A gente mostra os argumentos dos dois lados e o que vem agora.
Diversifique seus investimentos internacionais com liberdade, transparência e facilidade. Conheça a Remessa Online, acesse o site ou baixe o app. [Patrocinado] Nesta edição: Justiça de SP derruba cláusulas da 99Food que proibiam restaurantes de atuar na Keeta Brasil é o país mais bem preparado para o turismo na América Latina, segundo o Fórum Econômico Mundial Starship, da SpaceX, chega à órbita pela primeira vez A OpenAI decidiu não lançar o GPT-6.1 Astra, um modelo novo de inteligência artificial que, segundo a própria empresa, não ficava dentro do que era autorizado a fazer e não explicava direito o que tinha feito. A decisão vem depois de uma série de incidentes, incluindo modelos da empresa que acessaram sites do governo australiano sem permissão. A gente explica o que são os agentes de IA, por que eles preocupam e o que a OpenAI promete mudar. Na Venezuela, uma conferência de petróleo com ingressos esgotados e lista de espera criou uma crise inusitada: faltou taco de golfe em Caracas. Por trás da história curiosa está uma das maiores apostas do momento, a tentativa de reerguer a indústria de petróleo do país depois da queda de Maduro. Mas acordo preliminar não é investimento, e o caminho até lá é longo.
Neste episódio do Radar Eleitoral, recebemos Felipe Nobre, fundador & CEO Jera Capital Family Office, para debater as inquietações dos investidores no cenário econômico e político das eleições de 2026. Nobre analisa os riscos institucionais e fiscais que afetam a taxa de juros e a inflação, além de detalhar estratégias de gestão de patrimônio de longo prazo, diversificação global e como preparar portfólios diante de cenários econômicos assimétricos.
Nesta edição: Mercado Livre lança entrega em até 60 minutos e venda de remédios com receita Bill Gates diz que a IA é poderosa o bastante para causar um bilhão de mortes e pede regulação obrigatória Manchester City é considerado culpado de quase todas as 115 acusações da Premier League, segundo fonte; clube vai recorrer Temas principais: A Smart Fit abre sua primeira academia na Venezuela, em Caracas, e chega a 17 países. O CEO cita a desaceleração da inflação como sinal de melhora. Explicamos por que a entrada será feita por franquia, apesar de 80% da rede ser de unidades próprias, e como a aposta se encaixa num país que teve presidente capturado, terremotos e acordo de petróleo com os EUA — e onde a Chevron também acaba de anunciar US$ 7 bilhões. No segundo bloco, a Meta lançou o Muse Charm, um aparelho de palma da mão com um personagem de IA que lembra o Tamagotchi dos anos 90. Contamos quem desenhou o aparelho — o ex-chefe de design de interface da Apple —, como o projeto saiu do protótipo ao produto em nove meses, e o que significa uma IA que deixa de ser ferramenta e vira companhia.
Nesta edição: Operação mira diretor do Banco Genial e distribuidora de combustíveis suspeita de lavagem de dinheiro Google Cloud vai dobrar infraestrutura no Brasil até 2030 e processar dados de IA no país Só 23% das empresas que concluem recuperação judicial voltam a operar, com recorde de pedidos Temas principais: O JPMorgan comparou 1.042 produtos idênticos na Shopee e no Mercado Livre. A Shopee foi mais barata em seis de cada dez — mas com diferença média pequena, e em metade dos casos uma das plataformas saiu mais de 10% mais barata. Explicamos por que a vantagem da Shopee cresce com o preço do produto, por que o Mercado Livre só ganha no mercado, o que o estudo deixou de fora (incluindo o frete) e por que a concorrência entre plataformas beneficia o consumidor. No segundo bloco, Trump recebeu Xi Jinping com uma honra inédita em seis décadas, mas a trégua comercial foi prorrogada por apenas dois meses. Mostramos as reclamações americanas sobre terras raras e soja, o que a China quer em troca, por que as ações de fornecedores alternativos caíram, e por que nenhum dos dois líderes pode se dar ao luxo de brigar agora.
Nesta edição: Brasil fica em 41º entre 44 países em ranking de aposentadoria; Noruega lidera McDonald's testa cardápio para usuários de canetas emagrecedoras, com tigela de hambúrguer sem pão Quase 1 milhão de brasileiros já investem em ETF, alta de 39% em um ano A extrema direita alemã venceu mais uma eleição estadual e fez circular um documento com uma agenda de governo que, segundo o partido, poderia ser implementada junto com os conservadores de Friedrich Merz — que se recusam a cooperar com a legenda. Explicamos o que está no documento, o que é o "muro corta-fogo" que isola a AfD, por que deputados da própria bancada de Merz propuseram um governo de minoria, e por que oito governadores tiveram que assinar uma carta em defesa do chanceler. No segundo bloco, Lula e Flávio Bolsonaro concordam em algo a dez dias da eleição: os dois querem proibir os cassinos online, que respondem por até 80% da receita das bets licenciadas. Três em cada quatro brasileiros apoiam a medida. Mostramos a diferença entre aposta esportiva e cassino online, como o setor cresceu desde a legalização em 2018, o peso das apostas no endividamento recorde das famílias, e a pergunta que nenhuma campanha respondeu: proibir resolve ou empurra o apostador para o mercado ilegal?
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] Nesta edição: Lula alerta na ONU contra interferência externa na eleição, falando logo antes de Trump Novo Nordisk oferece Wegovy ao SUS com 59% de desconto, enquanto o governo promete de graça Estudo em 41 países mostra que empresas com IA contratam mais sêniores e menos jovens A On, marca suíça de tênis ligada a Roger Federer, anunciou plano de crescer até 19% ao ano e entrar no futebol com Kylian Mbappé e Thierry Henry. O paradoxo: desde o IPO, a empresa mais que quadruplicou as vendas, mas a ação vale menos do que no primeiro dia. Explicamos o ceticismo do mercado com o setor de tênis, a primeira recompra de ações da empresa, a tecnologia de robôs que pulverizam calçados e por que o futebol, dominado por Nike e Adidas, é a aposta mais arriscada da marca. No segundo bloco, o Citi diz que o El Niño virou Super El Niño, com o Pacífico quase 3 °C acima do normal. O Brasil é o país mais exposto na energia, com a geração hidrelétrica muito abaixo da média e a demanda por refrigeração em alta. Mostramos o impacto no preço de café, açúcar, óleo de palma e cacau, na logística dos rios, nos vizinhos da América Latina, e por que o fenômeno virou um risco para os juros.
Neste episódio do Radar Eleitoral, o convidado é Andrea Damico, fundadora, CEO e economista-chefe da Buysidebrazil. Ela analisa por que o Ibovespa tem se movido cada vez mais em linha com as pesquisas eleitorais, o chamado "trade eleitoral", e como isso já se reflete na bolsa, no câmbio e na curva de juros. Andrea explica por que o mercado vê com mais clareza um ajuste fiscal vindo de uma eventual vitória da oposição, os riscos de medidas populistas do governo atual sobre o prêmio de risco, e os cenários para Selic e dólar em cada resultado eleitoral. A conversa também passa pelo impacto do petróleo e do cenário externo, Fed, guerra e termos de troca, sobre os ativos brasileiros até o fim do ano
Nesta edição: Governo promete caneta emagrecedora no SUS, sem data nem orçamento atualizado Emirados Árabes vivem "nem guerra, nem paz": hotéis vazios, mas Dubai ganhou 200 mil moradores Montadoras americanas mandam carta a Trump pedindo que barre fábricas chinesas nos EUA A gasolina brasileira passou de 30% para 32% de etanol, e a mudança virou tema de campanha. Flávio Bolsonaro comparou a medida à reduflação do papel higiênico; o setor respondeu que ele era senador quando a lei que permite isso passou, por votação oral. Explicamos o que a engenharia diz sobre o motor flex, por que o Brasil tem a maior mistura obrigatória do mundo desde o Pró-Álcool de 1975, os US$ 7,7 bilhões que estão entrando no setor, e por que analistas dizem que a política não muda com a eleição. No segundo bloco, EUA, Dinamarca e Groenlândia fecharam um acordo de segurança depois de quase dois anos de pressão — incluindo uma recusa de Trump em descartar ação militar e tropas dinamarquesas preparadas para explodir pistas de pouso. Trump diz que ganhou controle permanente; a Dinamarca diz que não cedeu soberania. Contamos o que há de novo no acordo, o que já existia desde 1951, e por que, segundo um professor de defesa dinamarquês, Trump precisava ser visto como vencedor.
Diversifique seus investimentos internacionais com liberdade, transparência e facilidade. Conheça a Remessa Online, acesse o site ou baixe o app. [Patrocinado] Nesta edição: Governo reajusta o Bolsa Família em 15% e mercado reage com dólar em alta e juros disparando Petrobras assina oito blocos exploratórios na Costa do Marfim para repor reservas antes do pico do pré-sal EUA vão vender até 48 caças F-35 à Arábia Saudita por US$ 24,3 bilhões, e Israel reage A Panobianco abriu 17 academias em agosto, quase o triplo da Smart Fit, pelo segundo mês seguido. Explicamos os dois modelos: a líder cresce com imóvel próprio nas capitais e controla 37% do mercado de agregadores via TotalPass; a rival cresce por franquia em cidades com menos de 500 mil habitantes. E o contexto de um país que virou o segundo do mundo em número de academias, com 15 milhões de alunos. No segundo bloco, uma cidade de 28 mil habitantes na Índia, famosa por sorvete, virou sala de trading, e o país passou a responder por 84% do volume global de opções. Contamos como smartphone barato, corretora de desconto e vencimento diário criaram um cassino de bolso, por que nove em cada dez perderam dinheiro, como o regulador desligou a máquina, e o caso da Jane Street, acusada de lucrar US$ 4,3 bilhões do outro lado da mesa.
Nesta edição: Mônaco deve sair da "lista cinza" de dinheiro sujo do GAFI em outubro, junto com Bulgária e Costa do Marfim Buenos Aires lidera ranking de melhores cidades da América Latina; São Paulo fica em 6º e Brasília em 10º Arábia Saudita corre para religar o oleoduto que contornava Ormuz, fechado após ataques de drone Ursula von der Leyen propôs que o Canadá vire o primeiro "membro associado" da União Europeia — uma categoria que não existe e que ninguém sabe ainda o que significa. Explicamos por que a Europa prefere o Canadá ao Reino Unido pós-Brexit, o que a guerra comercial de Trump tem a ver com isso, o acordo negociado há dez anos que dez países ainda não ratificaram, e o que os dois lados querem de concreto: minerais críticos, defesa, IA e o Ártico. No segundo bloco, a LVMH saiu do top 10 das empresas mais valiosas da Europa pela primeira vez desde 2017, com queda de 55% desde o pico de 2023. Parte do estrago vem da China — e de um processo que a Louis Vuitton moveu contra uma rede de chá por causa de uma flor de quatro pétalas. A marca ganhou no tribunal e viu as vendas no país caírem 30% em julho
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] Nesta edição: • STF tenta julgar o caso Moraes, chega a 4 a 3 e trava em pedido de vista de até 90 dias • Oncoclínicas troca de CFO pela segunda vez em menos de um ano, no meio de reestruturação de R$ 5,1 bi • Frete para a China dispara e mineradoras de Minas param produção A primeira sessão do Supremo sobre a crise do Banco Master terminou sem decisão. Explicamos o que estava em jogo, quem votou o quê, por que a questão de ordem de Gilmar Mendes travou tudo, o que Moraes e Mendonça alegam um contra o outro, por que dois ministros se declararam impedidos, e o que o pedido de vista de Flávio Dino significa para o calendário eleitoral. No segundo bloco, a OpenAI confirmou que está trabalhando com Anthropic e Google DeepMind em segurança de IA, depois de um ensaio de Dario Amodei pedindo freio nos sistemas mais avançados. Em Washington, a empresa disse apoiar "tudo o que conseguirmos aprovar" no Congresso. Trump chamou o movimento de farsa, e a Câmara sai de recesso até depois das eleições.
Neste episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema é como a situação financeira das famílias e das empresas brasileiras afeta a economia e entra no debate eleitoral. A convidada é Camila Abdelmalack, economista-chefe e gerente executiva de Estudos Econômicos da Serasa Experian. Segundo os dados que ela apresenta, o Brasil vive um momento recorde de inadimplência: 83,9 milhões de brasileiros inadimplentes, cerca de 51% da população adulta, e mais de R$ 500 bilhões em dívidas negativadas, quadro puxado principalmente por famílias de renda mais baixa. Camila explica por que essa alta não se deve apenas à maior bancarização e ao acesso a crédito, mas sobretudo ao acúmulo de dívidas contraídas a juros elevados por um período prolongado, e por que ela considera prematuro afirmar que o pior momento já passou.
Nesta edição: Nubank quer replicar o Pix nas remessas internacionais e mira um mercado de US$ 100 bi BRICS pede mais peso para emergentes no FMI e no Banco Mundial Bernard Arnault perde US$ 65 bi e sai do top 10 de bilionários pela primeira vez desde 2017 A China divulgou o plano quinquenal para o setor automotivo com meta de 70% de elétricos e híbridos até 2030 — e já está em 65%. Explicamos como o país bateu a meta anterior com folga, o que significa a "consolidação" das montadoras, e por que o governo teve que regular até maçaneta. No segundo bloco, o bastidor da campanha de Lula depois da crise no Supremo: aliados em off falando em desânimo, pesquisas em empate técnico, e o julgamento do caso Moraes-Vorcaro marcado para terça — com chance real de adiamento.
Diversifique seus investimentos internacionais com liberdade, transparência e facilidade. Conheça a Remessa Online, acesse o site ou baixe o app. [Patrocinado] Um pesquisador de segurança deixou a Anthropic com uma carta aberta dizendo que o setor de IA está "apostando com as nossas vidas" — e trocou o cargo no LinkedIn para "Chief Fool". Ele se junta a uma leva de ex-funcionários de OpenAI e Google que saíram para alertar sobre os riscos. O mais curioso: um cofundador da própria Anthropic estima mais de 10% de chance de a IA acabar com a humanidade nesta década. E os investidores? Avaliaram a empresa em mais de US$ 380 bilhões. No segundo bloco, Trump prometeu um "dividendo" de US$ 5 mil para americanos que ganham menos de US$ 100 mil por ano, bancado pelas tarifas. O problema: o déficit é de US$ 1,8 trilhão, a Suprema Corte derrubou parte das tarifas, o governo pode ter que devolver US$ 170 bilhões, e o próprio Tesouro fala em condicionais. Explicamos por que a conta não fecha e por que economistas veem risco de inflação.
Na China, as 53 ações que estrearam em bolsa este ano subiram mais de 350% em média no primeiro dia. Ganhar o sorteio de alocação virou a forma mais confiável de fazer dinheiro num mercado onde a bolsa está parada, o imóvel cai e a poupança rende quase nada. Contamos o caso de quem superou uma chance de uma em 5.525 e comprou um carro em um dia — e por que gestores dizem que "o mercado perdeu todo o senso de proporção". No segundo bloco, a crise no Supremo escalou. O ministro André Mendonça afastou o diretor-geral da Polícia Federal na terça; o ministro Flávio Dino reverteu na quarta e pediu que o plenário decida se retira de Mendonça a relatoria do caso Banco Master. A sessão que decidiria isso foi cancelada. Explicamos a sequência dos fatos, o que cada lado alega, e por que as pesquisas desta semana mostram empate técnico a menos de um mês do primeiro turno.
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] O Brasil tem as segundas maiores reservas de terras raras do mundo e responde por menos de 1% da oferta global. Com a corrida por minerais críticos, o setor de mineração vive uma virada de imagem depois das tragédias de 2015 e 2019 — e pela primeira vez aparece na plataforma de todos os candidatos à presidência. Explicamos os gargalos que travam essa oportunidade, por que a Austrália produz duas vezes e meia mais minério de ferro que o Brasil hoje sendo que estavam empatados em 2010, e o alerta ambiental que é, na verdade, um argumento de mercado. No segundo bloco, o partido de extrema direita AfD teve o melhor resultado da história numa eleição estadual alemã, chegando a 44% e ficando a três cadeiras da maioria absoluta. O chanceler Friedrich Merz se disse "profundamente chocado". Contamos o que a inteligência alemã registra sobre o partido, por que ele está isolado até entre pares europeus, e por que a Bloomberg Economics diz que o resultado precisa ser contextualizado.
Matias Spektor, professor titular e diretor da Escola de Relações Internacionais da FGV, avalia que nem toda decisão do governo Trump contra o Brasil -- como tarifas, sanções e denominação do PCC como organização terrorista -- fortalece automaticamente o presidente Lula na eleição e que há limites no discurso de defesa da soberania
O cacau subiu mais de 70% desde junho, quando o El Niño foi confirmado. Na África Ocidental, que produz mais da metade do cacau mundial, a Costa do Marfim pode ter queda de 20% na produção e Gana de 13%. Contamos o que é a podridão negra, por que o pesticida caro criou um mercado de falsificados, e por que novembro vai decidir o preço do chocolate de 2027. E explicamos por que sua barra favorita mudou de gosto. No segundo bloco, a guerra do delivery brasileiro virou um festival de denúncias cruzadas no Cade. A Keeta denunciou a 99Food por cláusulas de exclusividade com incentivos de até R$ 300 mil. O iFood denunciou a Keeta por preços artificialmente baixos. A 99Food denunciou a Keeta de volta. E o Cade decidiu investigar o mercado inteiro — incluindo os contratos do próprio iFood.
Alexandre Birman e Roberto Jatahy acertaram a separação da Azzas 2154, dois anos e meio depois de anunciarem a maior fusão da moda brasileira. A Farm, marca mais cobiçada do grupo, vai virar uma empresa independente sob controle compartilhado — porque nenhum dos dois abriu mão dela. Contamos como a convivência azedou em menos de um ano, passou por liminar e arbitragem, e por que o mercado passou a torcer pelo divórcio. No segundo bloco, o STF retirou o sigilo de documentos com mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, ex-presidente do Banco Master, enviadas a um número que investigadores dizem pertencer a Alexandre de Moraes. O documento traz apenas as mensagens do banqueiro, sem respostas, e o ministro já havia negado anteriormente que o número fosse dele. Apresentamos o que está documentado, as versões de cada lado, e por que o momento da divulgação importa.
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] Data centers viraram plataforma de campanha no Brasil, com Lula e Flávio Bolsonaro defendendo a mesma coisa: reduzir impostos para atrair investimento em IA. O contraste com os Estados Unidos é radical — lá, 70% das pessoas rejeitam ter um data center perto de casa, segundo a Gallup. Explicamos por que o Brasil tem uma vantagem energética "singular no mundo", quais gargalos ainda travam o projeto de US$ 65 bilhões no Rio, e por que alguns investidores estão esperando outubro passar. No segundo bloco, a Chilli Beans negou estar discutindo recuperação judicial e confirmou que renegocia prazos e juros com bancos credores. No mesmo comunicado, anunciou a chegada de um vice-presidente especializado em reestruturações. Mostramos por que o mercado óptico brasileiro cresceu 4,15% em 2025 e mesmo assim a empresa precisa renegociar, e o que significa uma dívida de R$ 100 milhões sem garantia real e sem nota de risco.
Neste episódio o tema é o início da campanha eleitoral e o que os primeiros movimentos indicam para o restante da corrida presidencial. O convidado é Rafael Cortez, cientista político, sócio da Tendências Consultoria e professor do IDP. Ele analisa por que a campanha começou mais reativa do que propositiva, a dinâmica entre Lula e Flávio Bolsonaro, a disputa por um possível terceiro nome competitivo, a ascensão da segurança pública como tema central da oposição, o papel da relação com os Estados Unidos e do tarifaço, e os fatores que podem definir o resultado do primeiro turno.
Trump anunciou que os Estados Unidos vão controlar 55% da produção de uma joint venture com mais de 65 bilhões de barris de reservas venezuelanas, com concessões de 100 anos e petróleo a preço de custo. A nova entidade seria a segunda maior detentora corporativa de reservas do mundo, atrás só da Saudi Aramco. Explicamos por que analistas dizem que o acordo pode ser contraproducente, por que Chevron e ExxonMobil se recusaram a comentar, e o detalhe que a presidente interina venezuelana não mencionou no anúncio dela. No segundo bloco, depois do sucesso bilionário das canetas emagrecedoras, Wall Street elegeu a próxima aposta: a calvície. Uma ação subiu quase 500% em seis meses, o mercado potencial é de 80 milhões de pessoas só nos EUA, e não há medicamento novo aprovado desde os anos 1990. Mostramos quem está na corrida, e a diferença fundamental em relação aos GLP-1 que pode limitar todo esse potencial.
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado] O Grupo Gennius, dono de Habib's, Ragazzo e das churrascarias Tendal, entrou em recuperação judicial com dívida declarada de R$ 265,2 milhões — e dívida bancária isolada acima de R$ 300 milhões. O pedido reúne 178 empresas, e a defesa aponta a pandemia, os aplicativos de entrega e o salto da Selic de 4% para perto de 15%. Explicamos o que são as "travas bancárias" que o juiz se recusou a liberar, por que as lojas franqueadas ficam fora da proteção, e o detalhe do processo que envolve uma fazenda de gado herdada em 1977. No segundo bloco, influenciadores políticos gerados por inteligência artificial já fazem campanha no Brasil. Pesquisadores identificaram 18 avatares no debate político online — e onze deles não avisavam que eram feitos por IA. Contamos quem está por trás de Dona Maria, a senhora que acumula milhões de visualizações e não existe, e por que o caso que chegou ao TSE pode definir a regra para o resto da eleição.
A Rússia concluiu que as negociações de paz travaram e se prepara para intensificar os ataques contra a Ucrânia, segundo pessoas próximas ao Kremlin ouvidas pela Bloomberg. Putin avisou que a Ucrânia deve "se preparar para uma resposta nos setores mais sensíveis da sua economia". Explicamos por que a cúpula do Alasca foi interpretada de formas opostas pelos dois lados, o que Moscou queria receber em Donetsk, e por que as fontes dizem que a escalada militar ainda não chegou ao pico. No segundo bloco, a ação da Nike caiu 39% este ano — o pior desempenho desde 1993, o mesmo ano em que Michael Jordan se aposentou pela primeira vez. Mostramos como a decisão de tirar os produtos das lojas parceiras abriu espaço para concorrentes como On e Hoka, por que a empresa perdeu mais de US$ 60 bilhões em valor sob o CEO atual, e o que Wall Street quer ver antes de voltar a comprar.
Os EUA sancionaram dezenas de entidades chinesas por causa dos laços comerciais com o Irã, e Pequim respondeu em poucas horas prometendo "todas as medidas necessárias". Mas o mais revelador está no que nenhum dos dois lados fez: Washington poupou os grandes bancos chineses, e a China não retaliou. Explicamos por que as terras raras limitam o que os EUA podem fazer, por que a guerra no Oriente Médio é conveniente para Xi Jinping, e o pacote de US$ 14 bilhões em armas para Taiwan que paira sobre a negociação. No segundo bloco, a Häagen-Dazs está deixando o Brasil depois de cerca de 30 anos, enquanto a rede chinesa Mixue — a maior do mundo em número de lojas — abre unidades vendendo sorvete a partir de R$ 3. Com um mercado de R$ 12,1 bilhões e projeção de alta de 16,3%, mostramos quem está brigando pelo freezer que ficou vago e por que a história não é sobre empobrecimento.